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Analisa a relação entre níveis macro e micro na atenção oncológica, destacando a produção do cuidado em ato vivo a partir de tecnologias leves, leve-duras e duras. Propõe questionamentos e busca favorecer modos de produção de rede que ampliem subjetivação, agenciamentos e potência de vida e saúde, utilizando cartografias com mulheres em tratamento oncológico.",{"@graph":51,"@context":106},[52,68,89],{"@type":53,"itemListElement":54},"BreadcrumbList",[55,59,62,65],{"item":56,"name":57,"@type":58,"position":9},"https://docshare.wps.com","Home","ListItem",{"item":60,"name":10,"@type":58,"position":61},"https://docshare.wps.com/pt/template/",2,{"item":63,"name":11,"@type":58,"position":64},"https://docshare.wps.com/pt/template/apresentações/",3,{"item":66,"name":47,"@type":58,"position":67},"https://docshare.wps.com/pt/template/theme-3-training-for-networked-work-challenges-and-perspectives-network-care-is-micropolitical-weaving-the-threads-of-encounters-in-health-practice/174464/",4,{"url":66,"name":47,"@type":69,"image":70,"author":75,"headline":47,"publisher":78,"fileFormat":81,"inLanguage":45,"description":49,"dateModified":82,"datePublished":83,"encodingFormat":81,"isAccessibleForFree":84,"interactionStatistic":85},"DigitalDocument",{"url":71,"@type":72,"width":73,"height":74},"https://docshare.wps.com/thumbnails/theme-3-training-for-networked-work-challenges-and-perspectives-network-care-is-micropolitical-weaving-the-threads-of-encounters-in-health-practice/174464.png","ImageObject",442,249,{"name":76,"@type":77},"Margaret","Person",{"url":56,"name":79,"@type":80},"DocShare","Organization","application/vnd.openxmlformats-officedocument.wordprocessingml.document","2026-09-25","2026-09-02",true,{"@type":86,"interactionType":87,"userInteractionCount":61},"InteractionCounter",{"@type":88},"ViewAction",{"@type":90,"mainEntity":91},"FAQPage",[92,98,102],{"name":93,"@type":94,"acceptedAnswer":95},"Qual a tese central sobre o cuidado em rede no texto?","Question",{"text":96,"@type":97},"A rede de saúde não está pronta ao usuário; ela se produz na micropolítica dos encontros, em disputa com modelos históricos normatizados e fragmentados.","Answer",{"name":99,"@type":94,"acceptedAnswer":100},"Como o texto articula macro e micropolítica na atenção oncológica?",{"text":101,"@type":97},"A organização e as políticas públicas operam em nível macro, enquanto o cuidado acontece na trama de protagonistas do nível micro, conectando autonomia e singularização entre dimensões.",{"name":103,"@type":94,"acceptedAnswer":104},"Qual é a metodologia usada para investigar o cuidado em rede?",{"text":105,"@type":97},"Privilegiam-se experiências de cartografias realizadas com mulheres que vivenciam adoecimento e tratamento oncológico, adotando a lógica rizomática e a produção de conhecimento pela diferença.","https://schema.org",{"og:url":66,"og:type":108,"og:title":47,"og:site_name":79,"og:description":49},"article",{"robots":110,"canonical":66},"index,follow",{"doc_id":112,"site_id":44},174464,1790375103,{"code":4,"msg":5,"data":115},{"doc_id":112,"user_id":116,"nickname":76,"user_avatar":117,"doc_module":9,"category_id":8,"category_name":11,"doc_title":47,"doc_description":49,"doc_content":118,"file_id":119,"file_url":120,"file_type":121,"file_size":122,"view_count":61,"is_deleted":4,"is_public":9,"is_downloadable":9,"audit_status":9,"page_count":67,"language":123,"language_code":45,"site_id":44,"html_lang":45,"table_of_contents":124,"faqs":125,"seo_title":126,"seo_description":49,"update_tm":127,"read_time":61},137451207643,"https://ap-avatar.wpscdn.com/davatar_3d24733baf745e90a7e4bdd5f77d97b2","Tema 3 - Formação para o trabalho em rede: desafios e perspectivas\nO CUIDADO EM REDE É MICROPOLÍTICO: TECENDO AS TRAMAS DOS ENCONTROS NO FAZER SAÚDE\nMariana Pompílio Gomes Cabral\nE-mail: \u0013 HYPERLINK \"mailto:mari.pompilio@gmail.com\" \u0014mari.pompilio@gmail.com\u0015\nCPF: 037.032.983.08\nUniversidade Estadual do Ceará (UECE)\nDiego da Silva Medeiros\nCPF: 00175613370\nE-mail: diegosmedeiros@gmail.com\nUniversidade Estadual do Ceará (UECE)\nOrientadora: Maria Salete Bessa Jorge\nE-mail: \u0013 HYPERLINK \"mailto:maria.salete.jorge@gmail.com\" \u0014maria.salete.jorge@gmail.com\u0015\nUniversidade Estadual do Ceará (UECE)\nIntrodução: Embora o Sistema Único de Saúde (SUS) preconize um modelo de atenção em rede, com cuidado integralizado e regionalizado, esse estudo parte de uma perspectiva de considerar que uma rede de saúde não está dada e pronta para o usuário caminhar, apenas seguindo e percorrendo fluxos pré-determinados em uma construção macropolítica. Além disso, enfatiza-se a força hegemônica de um cuidado normatizado, hierarquizado, fragmentado e centrado em procedimentos, e, portanto, o campo do cuidado em rede é de luta contra o modelo estabelecido histórico e socialmente no âmbito da saúde. Sendo assim, está em pauta de discussão não apenas a transformação da estrutura macropolítica, mas uma transformações no modo de produção de redes de cuidado, de práticas de saúde, de clínica,  de saberes e de postura  técnica, ética e poiética frente às necessidades de saúde da população assistida. Posto isso, pode-se tomar com o exemplo a atenção oncológica. À nível macro, pode se considerar a organização enquanto instituição que normatiza a assistência à pessoas com câncer, as políticas públicas, em especial, a política nacional de atenção oncológica. Ao mesmo tempo, à nível micropolítico, há a trama de protagonistas que fazem acontecer o cuidado: equipes de saúde, gestores coordenadores,usuários,familiares, dentre os mais diversos personagens que se emaranham na experiência do fazer saúde. Nesse caso, afirmar que a rede é produzida na micropolítica da atenção oncológica pressupõe-se dizer que há a relação entre os níveis macro e microestruturais, garantindo um processo de movimento, autonomia e singularização, e não de identidade, dicotomia e rigidez entre tais dimensões. Em suma, a rede se produz na coexistência entre as políticas, os processos de trabalho , os saberes científicos, as crenças populares e as pessoas envolvidas.Isso significa dizer que apenas as preconizações políticas não são os suficiente para conformação de redes de cuidado.Neste sentido, a considerar essa gama de atores implicados na produção do cuidado, considera-se que o desenvolvimento de uma assistência promotora de qualidade de vida e de saúde, exige uma maior atenção centrada no usuário e em suas necessidades (FRANCO, 2013), tendo a produção do cuidado em ato vivo, sendo esta caracterizada por ser uma assistência que operacionaliza trabalhos guiado por tecnologias leve, ou tecnologias relacionais, consideradas facilitadoras de produção de vínculo, acolhimento, autonomia no cuidado, estabelecidas nos encontros entre os diferentes atores em saúde; leve-dura, àquela dos saberes estruturados na operacionalidade das práticas, como a clínica médica, epidemiologia e a clínica psicanalítica; e dura, operada por equipamentos tecnológicos do tipo máquinas, normas e rotinas.  Entretanto, mesmo com a disponibilidade ou não de dispositivos para operar em saúde – as tecnologias leves, leve-duras e duras –, Franco e Merhy (2012) vem afirmar que o modo de produção do cuidado é irredutivelmente singular, à medida que se considera em seu plano constitutivo de agir a dimensão da subjetividade. Isso quer dizer que mesmo com padrões, normas e rotinas cotidianas de trabalho que todos devem seguir, o que se produz a cada encontro entre atores de saúde é diferente, único e ao mesmo tempo, complexo, sendo difícil defini-lo de forma pontual e apenas racional. 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