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Observam-se regras do cotidiano, estratégias de resistência e ressignificação do espaço, além de eventos festivos que rompem a rotina de confinamento hospitalar. A pesquisa dialoga com autores como Goffman, Thompson e Halbwachs, sustentada por falas de moradores ainda ligados ao Hospital Colônia do Carpina.",{"@graph":51,"@context":106},[52,68,89],{"@type":53,"itemListElement":54},"BreadcrumbList",[55,59,62,65],{"item":56,"name":57,"@type":58,"position":9},"https://docshare.wps.com","Home","ListItem",{"item":60,"name":10,"@type":58,"position":61},"https://docshare.wps.com/pt/template/",2,{"item":63,"name":35,"@type":58,"position":64},"https://docshare.wps.com/pt/template/geral/",3,{"item":66,"name":47,"@type":58,"position":67},"https://docshare.wps.com/pt/template/memorias-da-colonia-do-carpina-between-leprosy-and-daily-life/200721/",4,{"url":66,"name":47,"@type":69,"image":70,"author":75,"headline":47,"publisher":78,"fileFormat":81,"inLanguage":45,"description":49,"dateModified":82,"datePublished":83,"encodingFormat":81,"isAccessibleForFree":84,"interactionStatistic":85},"DigitalDocument",{"url":71,"@type":72,"width":73,"height":74},"https://docshare.wps.com/thumbnails/memorias-da-colonia-do-carpina-between-leprosy-and-daily-life/200721.png","ImageObject",442,249,{"name":76,"@type":77},"นรินทร์","Person",{"url":56,"name":79,"@type":80},"DocShare","Organization","application/vnd.openxmlformats-officedocument.wordprocessingml.document","2026-10-02","2026-09-04",true,{"@type":86,"interactionType":87,"userInteractionCount":61},"InteractionCounter",{"@type":88},"ViewAction",{"@type":90,"mainEntity":91},"FAQPage",[92,98,102],{"name":93,"@type":94,"acceptedAnswer":95},"Qual é o foco da pesquisa sobre a Colônia do Carpina?","Question",{"text":96,"@type":97},"A pesquisa foca as relações de estigma e exclusão social, examinando o cotidiano dos internos entre 1960 e 1970 e as estratégias de resistência e ressignificação do espaço.","Answer",{"name":99,"@type":94,"acceptedAnswer":100},"Como o texto caracteriza as políticas isolacionistas e o imaginário popular?",{"text":101,"@type":97},"O documento descreve que essas políticas e as crenças populares reforçavam o medo e o preconceito, levando ao isolamento social, geralmente de forma compulsória, do “leproso”.",{"name":103,"@type":94,"acceptedAnswer":104},"Quais elementos do cotidiano e quais rupturas são destacados nas entrevistas?",{"text":105,"@type":97},"O estudo aborda regras do dia a dia e as quebras de rotina, incluindo eventos festivos que rompem a estrutura cotidiana típica de um ambiente hospitalar de confinamento.","https://schema.org",{"og:url":66,"og:type":108,"og:title":47,"og:site_name":79,"og:description":49},"article",{"robots":110,"canonical":66},"index,follow",{"doc_id":112,"site_id":44},200721,1790965573,{"code":4,"msg":5,"data":115},{"doc_id":112,"user_id":116,"nickname":76,"user_avatar":117,"doc_module":9,"category_id":34,"category_name":35,"doc_title":47,"doc_description":49,"doc_content":118,"file_id":119,"file_url":120,"file_type":121,"file_size":122,"view_count":123,"is_deleted":4,"is_public":9,"is_downloadable":9,"audit_status":9,"page_count":124,"language":125,"language_code":45,"site_id":44,"html_lang":45,"table_of_contents":126,"faqs":127,"seo_title":128,"seo_description":49,"update_tm":129,"read_time":123},2336475104957,"https://ap-avatar.wpscdn.com/avatar/22000c4c6bd8a5076e1?x-image-process=image/resize,m_fixed,w_180,h_180&k=1787554080175789136","MEMÓRIAS DA COLÔNIA DO CARPINA: entre a “lepra” e o cotidiano\nMatheus dos Reis Lima\nmatheusdosreislima@gmail.com\nCoautor: Dayson Terto dos Santos\ndts_21@hotmail.com\nEixo temático: História, Memória e Oralidade\nResumo:\nO presente estudo busca através de entrevistas orais, documentos e auxílio teórico, mostrar como se desenvolveu as relações de estigma e exclusão social que através das políticas isolacionistas e do imaginário popular acerca do “leproso”, levaram ao isolamento social do mesmo. Através de entrevistas, focam-se as relações cotidianas e as quebras da rotina dos internos da Colônia do Carpina (1960/1970), mostrando as regras seguidas no dia-a-dia e as estratégias dos pacientes de resistência e resignificação do espaço da colônia, além dos eventos festivos onde há um rompimento da estrutura cotidiana de um ambiente hospitalar de confinamento. Alguns autores embasam teoricamente essa pesquisa como Goffman, E. Thompson, Halbwachs, além de entrevistas orais dos moradores que ainda permanecem no Hospital Colônia do Carpina, dentre outros de igual importância para a realização desta pesquisa.\nPalavras-chave: Lepra, Colônia, Cotidiano.\nAbstract:\nThis study seeks through oral interviews, documents and theoretical support, show how it developed relations of stigma and social exclusion by isolationist policies and the popular imagination about \"leper\", and have led to social isolation of the same. By means of interviews, focusing on the daily relationships and the breaks the routine of inmates in the Carpina's Colony (1960/1970), showing the rules followed in the day-to-day, strategies and patients' resistance and the resignification of colonial space, beyond the festive events where there is a breakup of daily structure of a hospital confinement. Some authors underlie theoretically  this research as Goffman, E. Thompson, Halbwachs, and oral interviews of residents who still remain in the Hospital Carpina's Colony, among others of equal importance to this research.\nKeywords: Leprosy Colony, Everyday.\nINTRODUÇÃO\nO presente artigo tem como campo de atuação o Hospital Colônia do Carpina, localizado na cidade de Parnaíba-PI. Onde o mesmo fora criado por iniciativa privada para comportar as pessoas “leprosas” da época, que até então se deslocavam para outros estados, buscando uma cura ou mesmo fugir do preconceito da sociedade, em muitos casos o próprio abandono da família.\nBusca-se reconstruir alguns aspectos do cotidiano da Colônia do Carpina entre os anos 60 e 70, compreendendo as relações de convívio, as práticas do cotidiano e as relações de resistência dos internos ao horário e regras da Colônia, além das quebras de rotina onde no ocorre a carnavalização do cotidiano. Apresentando os aspectos de sociabilidade do convívio narrados pelos próprios moradores atuais, ex-portadores de Hanseníase, que optaram continuar a viver no espaço do Hospital Colônia.\nA mentalidade de cada época idealizou os motivos de alguém pegar “lepra”, desde castigos divinos e impureza da alma à sujeira e falta de higiene, e a repulsa social concretizava tal realidade através do isolamento do “leproso”, que geralmente era compulsório. Sabendo do peso estigmatizante dos termos “lepra” e “leproso”, utilizamos os mesmos pra evitar o anacronismo, pois eram os termos utilizados pela população, com a mudança por lei para Hanseníeníase sendo realizada somente atualmente em 1995.\nEstes internos trazem em suas memórias e corpos lembranças tanto traumáticas de uma vida de dificuldades, estigmas, isolamento da cidade, e confinamento, onde as relações de identidade se desenvolveram. Os objetivos que nortearam essa pesquisa, desde as entrevistas orais ao estudo bibliográfico, sobre o cotidiano e festas internas da colônia, e o medo da população aos “leprosos”, buscam uma singular importância quanto à localidade e memória dos pacientes da instituição pesquisada.\nO DESEVOLVIMENTO DO ESTIGMA\nEm sociedade o portador de “lepra” não conseguia a assimilação pelos ditos “norm","cbCaitGr2rjs5ub8","https://ap.wps.com/l/cbCaitGr2rjs5ub8","docx",46327,5,14,"Portuguese","# INTRODUÇÃO\n## Campo de atuação e objetivos\n# O DESEVOLVIMENTO DO ESTIGMA\n## Construção social do “leproso” e políticas de isolamento\n## Imaginário popular e registros históricos","[{\"question\":\"Qual é o foco da pesquisa sobre a Colônia do Carpina?\",\"answer\":\"A pesquisa foca as relações de estigma e exclusão social, examinando o cotidiano dos internos entre 1960 e 1970 e as estratégias de resistência e ressignificação do espaço.\"},{\"question\":\"Como o texto caracteriza as políticas isolacionistas e o imaginário popular?\",\"answer\":\"O documento descreve que essas políticas e as crenças populares reforçavam o medo e o preconceito, levando ao isolamento social, geralmente de forma compulsória, do “leproso”.\"},{\"question\":\"Quais elementos do cotidiano e quais rupturas são destacados nas entrevistas?\",\"answer\":\"O estudo aborda regras do dia a dia e as quebras de rotina, incluindo eventos festivos que rompem a estrutura cotidiana típica de um ambiente hospitalar de confinamento.\"}]","MEMÓRIAS DA COLÔNIA DO CARPINA - entre a “lepra” e o cotidiano | DOCX",1788510331]