[{"data":1,"prerenderedAt":-1},["ShallowReactive",2],{"doc-seo-199146-112":3,"detail-sidebar-cat-1-pt-112":80,"doc-detail-199146-pt":114},{"code":4,"msg":5,"data":6},0,"ok",{"site_id":7,"language":8,"slug":9,"title":10,"keywords":11,"description":12,"schema_data":13,"social_meta":73,"head_meta":75,"extra_data":77,"updated_unix":79},112,"pt","fashion-journalism-from-futile-to-financial","Jornalismo de moda: do fútil ao financeiro","","O texto apresenta a transformação do jornalismo de moda no Brasil, narrando a passagem de uma cobertura vista como “fútil” nas redações, marcada por páginas semanais e material ilustrado em preto e branco, para uma abordagem mais relevante e articulada ao mundo cultural e social. A trajetória de Iesa Rodrigues ilustra a mudança de funções e a entrada da repórter na editoria. O percurso discute editorias, contratos publicitários e o papel das butiques em Ipanema e Copacabana na geração de pautas e entrevistas, conectando moda e contexto político.",{"@graph":14,"@context":72},[15,34,55],{"@type":16,"itemListElement":17},"BreadcrumbList",[18,23,27,31],{"item":19,"name":20,"@type":21,"position":22},"https://docshare.wps.com","Home","ListItem",1,{"item":24,"name":25,"@type":21,"position":26},"https://docshare.wps.com/pt/template/","Template",2,{"item":28,"name":29,"@type":21,"position":30},"https://docshare.wps.com/pt/template/apresentações/","Apresentações",3,{"item":32,"name":10,"@type":21,"position":33},"https://docshare.wps.com/pt/template/fashion-journalism-from-futile-to-financial/199146/",4,{"url":32,"name":10,"@type":35,"image":36,"author":41,"headline":10,"publisher":44,"fileFormat":47,"inLanguage":8,"description":12,"dateModified":48,"datePublished":49,"encodingFormat":47,"isAccessibleForFree":50,"interactionStatistic":51},"DigitalDocument",{"url":37,"@type":38,"width":39,"height":40},"https://docshare.wps.com/thumbnails/fashion-journalism-from-futile-to-financial/199146.png","ImageObject",442,249,{"name":42,"@type":43},"Caleb Sterling","Person",{"url":19,"name":45,"@type":46},"DocShare","Organization","application/pdf","2026-09-26","2026-09-04",true,{"@type":52,"interactionType":53,"userInteractionCount":26},"InteractionCounter",{"@type":54},"ViewAction",{"@type":56,"mainEntity":57},"FAQPage",[58,64,68],{"name":59,"@type":60,"acceptedAnswer":61},"Como a moda era tratada nas redações antes dos anos 1960?","Question",{"text":62,"@type":63},"Era considerada um tema “fútil”, com pouca presença no jornal, como uma página semanal e espaço voltado às feminilidades, muitas vezes com ilustrações em preto e branco.","Answer",{"name":65,"@type":60,"acceptedAnswer":66},"Por que a editoria de moda parecia secundária nos anos 1960/70?",{"text":67,"@type":63},"O texto atribui isso ao contexto editorial e aos bastidores das redações, contrastando a importância do contrato publicitário e a existência de cargos como copy-desk e editor-chefe dedicados à dinâmica do jornal.",{"name":69,"@type":60,"acceptedAnswer":70},"Que mudanças impulsionaram a evolução do jornalismo de moda no Brasil?",{"text":71,"@type":63},"A expansão das butiques, especialmente em Ipanema, e a maior circulação de notícias e entrevistas ligadas a novos nomes e iniciativas ajudaram a gerar pautas além das marcas e lojas tradicionais.","https://schema.org",{"og:url":32,"og:type":74,"og:title":10,"og:site_name":45,"og:description":12},"article",{"robots":76,"canonical":32},"index,follow",{"doc_id":78,"site_id":7},199146,1790461288,{"code":4,"msg":81,"data":82},"success",[83,86,90,94,98,102,106,110],{"id":84,"doc_module":22,"doc_module_name":25,"category_name":29,"show_sort_weight":4,"slug":85},167,"apresentacoes",{"id":87,"doc_module":22,"doc_module_name":25,"category_name":88,"show_sort_weight":4,"slug":89},174,"Cartas","cartas",{"id":91,"doc_module":22,"doc_module_name":25,"category_name":92,"show_sort_weight":4,"slug":93},171,"Cartazes","cartazes",{"id":95,"doc_module":22,"doc_module_name":25,"category_name":96,"show_sort_weight":4,"slug":97},168,"Currículos","curriculos",{"id":99,"doc_module":22,"doc_module_name":25,"category_name":100,"show_sort_weight":4,"slug":101},170,"Faturas","faturas",{"id":103,"doc_module":22,"doc_module_name":25,"category_name":104,"show_sort_weight":4,"slug":105},173,"Formulários","formularios",{"id":107,"doc_module":22,"doc_module_name":25,"category_name":108,"show_sort_weight":4,"slug":109},175,"Geral","geral-25299031d61e408a910febceb3238a26",{"id":111,"doc_module":22,"doc_module_name":25,"category_name":112,"show_sort_weight":4,"slug":113},172,"Redes sociais","redes-sociais",{"code":4,"msg":81,"data":115},{"doc_id":78,"user_id":116,"nickname":42,"user_avatar":117,"doc_module":22,"category_id":84,"category_name":29,"doc_title":10,"doc_description":12,"doc_content":118,"file_id":119,"file_url":120,"file_type":121,"file_size":122,"view_count":26,"is_deleted":4,"is_public":22,"is_downloadable":22,"audit_status":22,"page_count":123,"language":124,"language_code":8,"site_id":7,"html_lang":8,"table_of_contents":125,"faqs":126,"seo_title":127,"seo_description":12,"update_tm":128,"read_time":26},962084925290,"https://ap-avatar.wpscdn.com/davatar_085a072bc5b1113ac321206ff7593b45","limiar v. 9 | n. 18 | 2° sem. 2022  \nrevista de filosofia eflch-unifesp e-issn 2318-423x  \nde p o i m e n to  \nJorna lis mo de moda: do fú til ao financeir o  \nFashion journalism:  \nfrom futile to financial  \nIE SA RODRIG UE S 1  \nAté os anos 1960 , moda era assunto considerado fútil nas redações. Ficava com uma página semanal e um caderno exclusivo para as feminilidades em geral, aos domingos. As revistas, grandes e coloridas, davam o recado completo. Nos jornais, um lindo vestido do Dener virava um borrão em preto e branco. Como pauta, falava-se mais da vida do autor do que de suas obras.  \nNesta época, eu era uma aluna de Desenho e Artes Gráficas da ENBA (então Escola Nacional de Belas Artes) da Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)2, louca para entrar no mundo das réguas, paicase cíceros, como paginadora. Só que fui contratada pelo Jornal do Brasil comodesenhista para a editoria feminina, dirigida pela Gilda Chataignier.  \nEste preâmbulo pessoal tem um motivo: justamente pela impressão ruim, em preto e branco, as novidades eram ilustradas com desenhos. Com lápis e papel, lá iam as desenhistas (Martha Alencar, Hiluz del Priori, dentre as cariocas, em outros veículos) para cobrir as pautas. Em uma destas saídas, a repórter não podia ir junto, lá fui eu sozinha até o ateliê do Chagas, no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro. Era o sapateiro das colunáveis (o termo da época), fazia maravilhas comsaltos de acrílico e formas geométricas. Desenhei os tais sapatos e fiz umasperguntinhas, por curiosidade.  \nNa volta à redação na Avenida Rio Branco, na correria para fechar antes da  \n1 Gaúcha radicada no Rio de Janeiro, é jornalista de moda com vasta experiência em coberturas de eventos demoda no Brasil e no exterior para o Jornal do Brasil, onde é editora de moda desde 1967. No ano de 1992, criou o pioneiro site de moda no Brasil, [www.iesarodrigues.com.br](www.iesarodrigues.com.br), e em 1989 recebeu o “Prêmio Rio Sul de Moda”, na categoria Melhor Editora de Moda. No ano de 2001, recebeu indicação no “2º Prêmio ABIT Fashion Brasil”, na categoria de Melhor Jornalista de Moda. Coordenou, de 2000 a 2010, o Curso de Especialização em Jornalismo de Moda do Senac RJ. É autora do livro O Rio que virou moda ( 1994). Recentemente, no ano de 2010, recebeu outro prêmio, dessa vez o “Atitude Carioca”, da TV Record RJ. Fez acuradoria da exposição “O museu vai à praia”, no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB-RJ).  \n2 Interessante registrar que em decorrência da ditadura militar no Brasil, tanto eu quanto meus colegas de turma fomos impelidos de receber nossos diplomas e segundo a Universidade boa parte dos arquivos edocumentos dessa época simplesmente “sumiram”. E o pior, ainda segundo a IES, essa turma sequer existiu.  \ndossiê moda e pensamento: interfaces | 339  \nlimiar v. 9 | n. 18 | 2° sem. 2022  \nrevista de filosofia eflch-unifesp e-issn 2318-423x  \nsala ser ocupada pelo copy-desk3, a editora olhou os desenhos e pediu para fazer um texto-legenda. Pau mandado, escrevi o que tinha ouvido. Pronto, o texto foi publicado ipsis literis4, a partir dali desenhista ganhou também a função derepórter.  \nO PORQUÊ DOFEMININO NOSANOS 1960/70  \nEntão, por que havia uma editoria considerada tão secundária, em uma época em que Fernando Gabeira era chefe da Pesquisa, tínhamos um Zola (sempre melembrava do Émile Zola, pelo mesmo sobrenome) como copy-desk, um Alberto Dines como editor chefe? Porque havia um contrato bom com a Rhodia, ocupando a dupla central dos domingos. Moda rendia páginas de publicidade.  \nVAMOS EM FRENTE  \nDadas estas explicações, sem falar das publicações anteriores, como a revista Fonfon ou a Vida Doméstica, vamos avançar na evolução do jornalismo de moda no Brasil. No Jornal do Brasil, além da página dupla paga da Rhodia, a editoria atendia a pedidos das leitoras, orientando na escolha de um vestido de madrinha, de um modelo para viajar (era mania, voar de chapéu e frasqueira5). E","cbCaieaTina9DSth","https://ap.wps.com/l/cbCaieaTina9DSth","pdf",110705,6,"Portuguese","# Limiar: edição 9 - número 18 (2º semestre 2022)\n## Jornalismo de moda: do fútil ao financeiro\n## Da editoria feminina nas redações ao trabalho da repórter\n## O porquê do feminino nos anos 1960/70\n## Vamos em frente: evolução no Brasil","[{\"question\":\"Como a moda era tratada nas redações antes dos anos 1960?\",\"answer\":\"Era considerada um tema “fútil”, com pouca presença no jornal, como uma página semanal e espaço voltado às feminilidades, muitas vezes com ilustrações em preto e branco.\"},{\"question\":\"Por que a editoria de moda parecia secundária nos anos 1960/70?\",\"answer\":\"O texto atribui isso ao contexto editorial e aos bastidores das redações, contrastando a importância do contrato publicitário e a existência de cargos como copy-desk e editor-chefe dedicados à dinâmica do jornal.\"},{\"question\":\"Que mudanças impulsionaram a evolução do jornalismo de moda no Brasil?\",\"answer\":\"A expansão das butiques, especialmente em Ipanema, e a maior circulação de notícias e entrevistas ligadas a novos nomes e iniciativas ajudaram a gerar pautas além das marcas e lojas tradicionais.\"}]","Jornalismo de moda: do fútil ao financeiro | PDF",1788504886]