[{"data":1,"prerenderedAt":-1},["ShallowReactive",2],{"doc-detail-51988-pt":3,"doc-seo-51988-112":30,"detail-sidebar-cat-0-pt-112":91},{"code":4,"msg":5,"data":6},0,"success",{"doc_id":7,"user_id":8,"nickname":9,"user_avatar":10,"doc_module":4,"category_id":11,"category_name":12,"doc_title":13,"doc_description":14,"doc_content":15,"file_id":16,"file_url":17,"file_type":18,"file_size":19,"view_count":20,"is_deleted":4,"is_public":21,"is_downloadable":21,"audit_status":21,"page_count":22,"language":23,"language_code":24,"site_id":25,"html_lang":24,"table_of_contents":26,"faqs":27,"seo_title":13,"seo_description":14,"update_tm":28,"read_time":29},51988,549758252649,"Ivy","https://ap-avatar.wpscdn.com/avatar/8000253669c5317157?_k=1778319167496531819",27,"Literatura","A Escritura e a Diferença","A obra reúne ensaios de Jacques Derrida voltados à leitura da escritura literária e à relação entre linguagem, estrutura e história. O texto desenvolve a ideia de que a inquietação sobre o sinal e a natureza assinaladora da linguagem não pode ser reduzida ao “sinal dos tempos”, evitando também a violência dessa simplificação. Discute como o estruturalismo, especialmente na crítica literária, deve ser reexaminado, levando a sério a questão do sentido, da aventura do olhar e da historicidade da própria linguagem.","Próximo lançamento IJnguagem e Mito Ernst Cassirer  \nQuer questione a escritura literária ou o motivo estruturalista, nò campo da crítica, das ciências do homem ou da filosofia, apelem por uma leitura configurante aNietzsche ou a Freud, a Husscrl ou Heidcgger,' a Artaud, Bataille, Fpucault, Jabès, Lcvinas, os ensaios aqui  \nreunidos têm todos um só c \" \"  \noculto entre a escritura e a A escritura e a diferenç a /  \nColeção Jacques Derrida  \nA presente obra é disponibilizada pela equipe do blog Maiêuticar e seus diversos parceiros, com o objetivo de oferecer conteúdo para uso parcial em pesquisas e estudos acadêmicos, bem como osimples teste da qualidade da obra, com o fim exclusivo de compra futura.  \nÉ expressamente proibida e totalmente repudíavel a venda, aluguel, ou quaisquer uso comercial do presente conteúdo.  \nOutros Títulos da Coleção Jacques Derrida  \nA Escritura e Diferença  \nA Farmacia de Platão  \nAVoz e o Fenômeno Adeus a Emmanuel Lévinas Gramatologia  \nKhôra O Animal que Logo Sou Margens da Filosofia  \nVisite nossa página-[http://maieuticar.wordpress.com/](http://maieuticar.wordpress.com/)  \nColeção Debates  \nDirigida por J. Guinsburg  \nEquipe de realização-Tradução: Maria Beatriz Marques Nizza da Silva; Revisão: Mary Amazonas Leite de Barros; Produção: Ricardo W. Neves e Adriana Garcia. -  \n=PX f e  \n^ EDITORA PfcRSPEC UVA  \nTítulo do original francês: Wciriiwe el h ilijjérawe  \nO 1967 by Les Éditions du Seuil, Paris  \n^ J í l —   \nÜ N I V Ê R S Í D Ã D E F E D E R A L D A BAHIA  \nT O M B A M E N T O P A T R I M O N I A L Ne 30j.lLÍk Data MjÃ&ÜI  \n21 edição  \nDireitos reservados em língua portuguesa à EDITORA PERSPECTIVA S.A.  \nAv. Brigadeiro Luís Antônio, 3025  \n01401-000-São Paulo-SP-Brasil Fone: (011) 885-8388  \nFax: (011) 885-6878  \n1995 . \"  \nSUMÁRIO  \nForça e Significação                       11  \nEdmond Jabès e a questão do livro         53 Elipse                                 73  \n\"Gênese e Estrutura \" e a fenomenologia .  83  \nA Palavra soprada 107  \nO Teatro da crueldade e o fechamento da representação                          149  \nFreud e a cena da escritura                179  \nA Estrutura , o signo e o jogo no discurso das \\ ;  \nciências humanas                    227 i  \nBibliografia      .                        249 I  \nFORÇ A E SIGNIFICAÇÃ O  \nÉ possível que desde Sófode s todos nó ssejamos selvagens tatuados. Mas na Arte existealguma outra coisa alé m da re tidão das linhase do polido das superfíci es. A plástica do estilo, não é tão ampla como toda a idéia . . . Temos coisas demais para as formas que pos suímos.  \n(FLAUBERT , Préface à Ia rie d'écrivain)  \n1  \n- . Se um dia a invasão estruturaíhta batesse em retirada , abandonando suas obras e seus sinais nas plagas da nossa civilização , tornar-se-ia um problema para o  \nhistoriador das idéias. Talvez mesmo um objeto. Maso historiador cometeria um erro se assim fizesse: opróprio gesto de a considerar como um objeto o levaria a esquecer o seu sentido, e que se trata antes de maisnada de uma aventura do olhar, de uma conversão namaneira de questionar todo o objeto. Os objetos históricos — os seus — em especial. E entre eies, muito insólita, a coisa literária.  \nPor analogia: que, em todos os seus domínios , portodos os caminhos e apesar de todas as diferenças , a reflexão universal receba hoje um impulso espantoso deuma inquietaçã o sobre a linguagem — que só pode ser uma inquietação da linguagem e na própria linguagem —, eis um estranho concerto cuja natureza consiste em não poder ser apresentado em toda a sua superfície como um espetácul o para o historiador, se por acaso este tentar reconhecer nele a marca de uma época , a moda de uma estaçã o ou o sintonia de uma crise. Qualquer que seja a pobreza do nosso saber a esse respeito, é certo que a pergunta sobre o sinal é ela própria algo mais ou algo menos, em todo caso, diferente, deum sinal dos tempos. Sonhar reduzi-la a isso é sonhar com a violência. Sobretudo quando esta questão , históri","cbCaigJpoUTQYiXx","https://ap.wps.com/l/cbCaigJpoUTQYiXx","pdf",1517884,2,1,126,"Portuguese","pt",112,"# Sumário\n## Força e Significação\n## Edmond Jabès e a questão do livro\n## “Gênese e Estrutura” e a fenomenologia\n## A Palavra soprada\n## O Teatro da crueldade e o fechamento da representação\n## Freud e a cena da escritura\n## A Estrutura, o signo e o jogo no discurso das ciências humanas\n## Bibliografia","[{\"question\":\"Qual é o foco central do ensaio “Força e Significação”?\",\"answer\":\"O texto investiga a relação entre linguagem e sentido, recusando a redução da pergunta sobre o sinal a um simples “sinal dos tempos”. 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