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Antes da pandemia, em 2019, o percentual era 14,1% no topo e chegava a 38,2% nas demais.",{"@graph":14,"@context":72},[15,34,55],{"@type":16,"itemListElement":17},"BreadcrumbList",[18,23,27,31],{"item":19,"name":20,"@type":21,"position":22},"https://docshare.wps.com","Home","ListItem",1,{"item":24,"name":25,"@type":21,"position":26},"https://docshare.wps.com/pt/document/","Document",2,{"item":28,"name":29,"@type":21,"position":30},"https://docshare.wps.com/pt/document/pesquisa-e-relatórios/","Pesquisa e Relatórios",3,{"item":32,"name":10,"@type":21,"position":33},"https://docshare.wps.com/pt/document/valor-black-youth-are-left-out-of-highly-prestigious-colleges/218464/",4,{"url":32,"name":10,"@type":35,"image":36,"author":41,"headline":10,"publisher":44,"fileFormat":47,"inLanguage":8,"description":12,"dateModified":48,"datePublished":49,"encodingFormat":47,"isAccessibleForFree":50,"interactionStatistic":51},"DigitalDocument",{"url":37,"@type":38,"width":39,"height":40},"https://docshare.wps.com/thumbnails/valor-black-youth-are-left-out-of-highly-prestigious-colleges/218464.png","ImageObject",300,407,{"name":42,"@type":43},"Gelato","Person",{"url":19,"name":45,"@type":46},"DocShare","Organization","application/pdf","2026-09-20","2026-09-08",true,{"@type":52,"interactionType":53,"userInteractionCount":33},"InteractionCounter",{"@type":54},"ViewAction",{"@type":56,"mainEntity":57},"FAQPage",[58,64,68],{"name":59,"@type":60,"acceptedAnswer":61},"Qual é a diferença na proporção de pretos e pardos entre universidades mais e menos prestigiadas?","Question",{"text":62,"@type":63},"Em 2021, pretos e pardos eram 16,1% nas instituições mais buscadas por empresas em São Paulo, enquanto nas universidades menos visadas eram 31,2%. 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demaior‘prestigio'\n\nInstituicoes mais procuradas pelas empresas têm só um terço do número de pretose pardos da média,mostra levantamento  \nPor Marsílea Gombata—De São Paulo03/04/202305h00·Atualizado há 4 horas  \nJovens negros ficam fora das faculdades de maior 'prestígio'|Brasil |Valor Economico  \nMaurício Prado:universidades menos prestigiadas não são consideradas em muitos processos seletivos de grandes  \nempresas—Foto:Silvia Zamboni/Valor  \nApesar da política de cotas raciais no ensino superior,o acesso de alunos negros auniversidades de maior prestígio aindaétímido.Mais de uma década depois de apolítica pública ser sancionada,o que se constataé que a matrícula de estudantes  \npretos e pardos em instituições de São Paulo mais buscadas por empresas na horade recrutaré cerca de um terço do observado em faculdades de menor prestígio.  \nDados do censo da educação superior do Instituto Nacional de Estudos e PesquisasEducacionais Anísio Teixeira(Inep)de 2021,compilados pela consultoria Plano CDE,mostram que pretos e pardos representam 16,1%do quadro discente em cursos einstituicões mais procuradas pelas empresas no Estado de São Paulo.Esse númerocontrasta com as matrículas negras em universidades menos visadas,querepresentam 31,2%.  \nAntes da pandemia,em 2019,o percentual de matrículas de pretos e pardos emuniversidades de maior prestígio como Fundacão Getulio Vargas eInsper era de  \n14,1%.No universo que engloba faculdades como Anhanguera e Unicid,chegava a  \n38,2%.  \nA análise foi feita com base em dados de 14 universidades de ponta e novefaculdades menos visadas pelo mercado de trabalho.  \nFora dos holofotes  \nProporcāo de negros por instituicao de ensino superior-em%  \nPara especialistas,o acesso desses alunos ao ensino superior tem se mostradoinsuficiente para dar fim a desigualdades,que acabam sendo reproduzidas nomercado de trabalho.Em geral,egressos com diplomas de universidades de maiorprestígio conseguem empregos melhores.  \n“Mesmo com dez anos de política de cotas,pessoas negras ainda estão acessando,proporcionalmente,muito mais as universidades menos prestigiadas,que não sãoconsideradas em muitos processos seletivos de grandes empresas\",afirma MauricioPrado,diretor da consultoria Plano CDE.  \nEle observa que universidades menos visadas comecam a representar o percentualde 56,1%de negros na população brasileira,enquanto em instituições de ensinosuperior de ponta essa proporção está muito aquém.Para ele,existe umareprodução de desigualdade porque muitas empresas nem consideram essasfaculdades na hora do processo seletivo.  \n“Há duas questões:como fazer essas universidades,que evoluíram muito [emtermos de diversidade],terem maior representatividade [dessa população negra]?”,questiona.\"Para as empresas que querem negros em cargos de liderança,há umdesafio.Ou abrem mais seus processos seletivos ou terão de pensarjunto àsfaculdades mais conceituadas como ampliar essa representatividade.\"  \n## Minoria no palco\n\n\n| Proporcāo de negros por instituicāo de ensino superior-em %   |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |\n| --- | --- | --- | --- | --- | --- | --- | --- | --- | --- | --- | --- |\n| Cuso  \u003Cbr>FEI   | FGV-EAESP   | IBMEC   | ITA  \u003Cbr>INPER   |  MACKENZIE   |  PUC-CAMP   |  PUC-SP   | UFABC   | UFSCAR   | UNESP   | UNIFESP  \u003Cbr>UNICAMP   | USP   |\n| Administracdo  \u003Cbr>19   | 6   |  |  |  |  | 14   |  | 20   | □21   | 29  \u003Cbr>23   | 18   |\n| Anlisee Desenv.de Sistemas    14   |  |  | 22   |  |  | 13   | 23   | 22   | 20   | 27   | 19   |\n|  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |\n| DlenciasContabeis  \u003Cbr>Comunicac   |  |  |  |  |  | o   |  |  |  |  | □17   |\n| Direito   |  |  |  |  |  |  |  |  |  | 24   |  |\n|  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |\n|  |  |  |  |  |  |  |  |  |  | 28   |  |\n| Economia   |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |  |\n| 16  \u003Cbr>Engenharias   |  |  | 28   |  |  |  |  |  |  | 25  \u003Cbr>25   | 图14   |\n|  |  |  |  |  |  |  |  |  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