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O texto propõe substituir “grupo de risco” por “fatores de risco”, incorporar a possibilidade de aumento da transmissão e estruturar vigilância e monitoramento do SARS-CoV-2/COVID-19, com atenção às implicações trabalhistas. Discute proteção à saúde e vida à luz do espectro infecção–doença e dos desfechos, como síndrome pós-COVID e reinfecção.",{"@graph":59,"@context":115},[60,77,98],{"@type":61,"itemListElement":62},"BreadcrumbList",[63,68,71,74],{"item":64,"name":65,"@type":66,"position":67},"https://docshare.wps.com","Home","ListItem",1,{"item":69,"name":9,"@type":66,"position":70},"https://docshare.wps.com/pt/document/",2,{"item":72,"name":43,"@type":66,"position":73},"https://docshare.wps.com/pt/document/saúde-e-cuidados/",3,{"item":75,"name":55,"@type":66,"position":76},"https://docshare.wps.com/pt/document/usp-return-plan-gradual-return-for-fsp-usp-document-7-sars-cov-2covid-19/216860/",4,{"url":75,"name":55,"@type":78,"image":79,"author":84,"headline":55,"publisher":87,"fileFormat":90,"inLanguage":53,"description":57,"dateModified":91,"datePublished":92,"encodingFormat":90,"isAccessibleForFree":93,"interactionStatistic":94},"DigitalDocument",{"url":80,"@type":81,"width":82,"height":83},"https://docshare.wps.com/thumbnails/usp-return-plan-gradual-return-for-fsp-usp-document-7-sars-cov-2covid-19/216860.png","ImageObject",300,407,{"name":85,"@type":86},"Stanford","Person",{"url":64,"name":88,"@type":89},"DocShare","Organization","application/pdf","2026-09-26","2026-09-08",true,{"@type":95,"interactionType":96,"userInteractionCount":73},"InteractionCounter",{"@type":97},"ViewAction",{"@type":99,"mainEntity":100},"FAQPage",[101,107,111],{"name":102,"@type":103,"acceptedAnswer":104},"Por que a Congregação da FSP-USP defende que o retorno não seja compulsório?","Question",{"text":105,"@type":106},"Porque considera que a mudança para retorno compulsório é drástica e desnecessária. 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Portanto, na aplicação deste Plano, as Unidades e Órgãos devemgarantir o emprego de medidas deproteção e segurança aosservidores e estudantes.” Isto alinha a USP na defesa da saúde e da vida.  \nNo caso da COVID-19, para proteger a saúde, é preciso pensar no espectro infecção, doença e seus desfechos (recuperação plena, síndrome pós-COVID, morte e, a mais rara, reinfecção) . Em que pese as mortes estarem declinando (note-se que um dentre mil habitantes da cidade faleceu por COVID-19), a transmissão do SARS-CoV-2 continua e as repercussões destainfecção têm afetado a saúde, mesmo de assintomáticos. Assim, o enfrentamento institucionalda COVID-19 é complexo e a USP deve continuar dando demonstrações de sabedoria.  \nSobre o retorno compulsório  \nNeste novo documento (7º), o retorno passa a ser compulsório. No 4º documento (p. 7-8), estávamos em processo de abertura parcial. Deste modo, defendemos que mantenhamos o“retorno facultativo, a critério do Dirigente”(p. 13). A proposta de mudança atual é muito drástica e desnecessária. Pelo menos na FSP, não temos registro de recusa de volta ao trabalho presencial.  \nSugerimos seguir negociando a retomada presencial em função de planos de atividades dasunidades e das diversas realidades locais. Deste modo, a USP poderá prosseguir buscando a“proteção e preservação da saúde e da vida”.  \nTem havido um grande esforço por parte dos funcionários em continuar suas atividades em teletrabalho, tanto no apoio às atividades administrativas, como no apoio à pesquisa e aos docentes. Como temos dito, a USP não parou!  \nGrupo de risco versus Fatores de risco  \nChamou nossa atenção a tentativa de \"conceituar\" \"grupo de risco\". Este termo, empregado massivamente no início da pandemia de HIV, foi criticado minuciosamente em seus aspectostecnocientíficos e também humanitários. Do ponto de vista tecnocientífico, ele errou ao tentarcircunscrever a epidemia aos chamados quatro Hs (homossexuais, hemofílicos, dependentes de heroína e imigrantes do Haiti) . Esta \"classificação\" deixava cerca de 20% dos casos dos EUA sem categoria (mulheres, crianças e homens heterossexuais). Pouco tempo depois, com  \no isolamento do vírus e os testes que se sucederam, vimos que a maior parte da pandemia de HIV ocorria na África, acometendo mais mulheres que homens, a princípio todos heterossexuais. Do ponto de vista humanitário, foi um desastre por condenar à morte civil ereiterar processos de estigma e discriminação.  \nA epidemiologia mostrou que os homossexuais que frequentavam redes gays estavam maisinformados e se protegiam melhor do HIV do que homens que faziam sexo com homens, masse consideravam heterossexuais. Aliás, com a resistência da saúde pública estadunidense, foram os gays que reinventaram o preservativo sexual como técnica de prevenção. 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