[{"data":1,"prerenderedAt":-1},["ShallowReactive",2],{"doc-seo-213879-112":3,"detail-sidebar-cat-0-pt-112":73,"doc-detail-213879-pt":116},{"code":4,"msg":5,"data":6},0,"ok",{"site_id":7,"language":8,"slug":9,"title":10,"keywords":11,"description":12,"schema_data":13,"social_meta":66,"head_meta":68,"extra_data":70,"updated_unix":72},112,"pt","the-statutes-of-portuguese-military-orders-powers-society-spirituality","A Normativa das Ordens Militares Portuguesas - Poderes, Sociedade, Espiritualidade","","Estudo sobre a normativa das ordens militares portuguesas entre os séculos XII e XVI, com foco nas bases estatutárias, incluindo Regras, Estatutos, Constituições e Regimentos, e no papel que essas normas desempenham na organização e na vida institucional. A investigação articula as ligações ao poder régio, ao clero secular e a ordens monásticas sujeitas à autoridade da Sé Apostólica, revisitando o percurso de Calatrava e a sequência Calatrava-Avis-Cristo. O trabalho organiza a análise por ciclos do século XVI, considerando preocupações reformistas e a influência do Concílio de Trento.",{"@graph":14,"@context":65},[15,34,56],{"@type":16,"itemListElement":17},"BreadcrumbList",[18,23,27,31],{"item":19,"name":20,"@type":21,"position":22},"https://docshare.wps.com","Home","ListItem",1,{"item":24,"name":25,"@type":21,"position":26},"https://docshare.wps.com/pt/document/","Document",2,{"item":28,"name":29,"@type":21,"position":30},"https://docshare.wps.com/pt/document/pesquisa-e-relatórios/","Pesquisa e 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análise do século XVI?","Question",{"text":63,"@type":64},"O século XVI é dividido em dois ciclos: um primeiro com a análise inicial das regras e normativas (até às primeiras décadas) e um segundo que incorpora preocupações reformistas, associadas ao ambiente de mudança impulsionado pelo Concílio de Trento.","Answer","https://schema.org",{"og:url":32,"og:type":67,"og:title":10,"og:site_name":45,"og:description":12},"article",{"robots":69,"canonical":32},"index,follow",{"doc_id":71,"site_id":7},213879,1788769956,{"code":4,"msg":74,"data":75},"success",[76,81,85,89,93,97,101,104,108,112],{"id":77,"doc_module":4,"doc_module_name":25,"category_name":78,"show_sort_weight":79,"slug":80},26,"Contos e Romances",60,"story-novel",{"id":82,"doc_module":4,"doc_module_name":25,"category_name":83,"show_sort_weight":79,"slug":84},46,"Estilo de 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ORDENS MILITARES  \u003Cbr>PORTUGUESAS  \u003Cbr>(SÉCULOS XII-XVI)  \u003Cbr>PODERES,SOCIEDADE,ESPIRITUALIDADE  \u003Cbr>VOLUME I  \u003Cbr>Dissertacão de Doutoramento  \u003Cbr>no ramo de conhecimento em  \u003Cbr>História apresentada à  \u003Cbr>Faculdade de Letras da  \u003Cbr>Universidade do Porto  \u003Cbr>PORTO  \u003Cbr>2004   |\n| --- |\n\nAos meus Pais,dedico este trabalho  \nA memória da minha avó Luísa  \n# Apresentacāo\n\n## 1.O tema\n\nDurante a frequencia de seminários de mestrado em História da Expansão Portuguesana Faculdade de Letras de Coimbra fui alertada para a importância das Ordens Militaresprincipalmente a de Cristo,a propósito da figura Infante e do seu contributo para oprocesso expansionista,dai que,o projecto inicial fosse desenvolver um trabalho em tornoda ligacão Ordens-Expansao.Em conversa com o Professor Doutor Luís Adão daFonseca,foi confirmado o interesse da questão,mas também as suas dificuldades,pelo quenos foram apontadas outras possibilidades de investigacão relacionada com essa temática,cujos estudos têm sido impulsionados,por si e,por um grupo de trabalho que nos últimosanos tem funcionado na Faculdade de Letras do Porto.  \nPerante as sugestoes apresentadas,a escolha viria a recair na normativa destesinstitutos religiosos,e no estudo do conjunto das suas bases estatutárias,Regras,Estatutos,Constituicoes e Regimentos,em cujos textos sao definidas as orientacões que estes devemseguir.A par delas,foram analisadas outras fontes,que nao tendo a natureza juridica dasanteriores,são indispensaveis para compreender o complexo universo das ordens militares,as suas ligacões ao poder régio,ao clero secular e ordens monásticas,estas por sua vez,também sujeitas a uma Regra e a uma entidade tutelar superior,a Sé Apostólica.  \nNuma primeira fase da nossa investigacão apenas se pensou na época de forterenovacāo normativa,que em nosso entendimento corresponde aos séculos XV e XVI,motivada pelo amadurecimento politico e institucional que as milícias tinham atingido.Rapidamente percebemos que,para obter os resultados desejados,era necessário recuar aépocas anteriores e alargar o âmbito cronológico do trabalho,sem nos limitarmos aostextos estatutários elaborados na Baixa Idade Média.Finalmente ter em conta a relacãoexistente entre Calatrava-Avis-Cristo e estabelecer a linha condutora entre os textos daordem castelhana e os das ordens portuguesas.Em funcão dessa orientacão,Calatrava seráestudada entre 1164e 1468,datas significativas,por corresponder à primeira Forma deVida aprovada no capitulo geral de Cister e entregue aos freires e as Definicõespromulgadas pelo abade de Morimond,as quais posteriormente foram entregues as miliciasde Avis e Cristo.  \nQuanto às ordens implantadas em Portugal o panoramaé diverso.Avis vai ter omomento alto da sua normativa centrado no século XVI.A milícia de Cristo,devido à sualigacão ao poder e iniciativa régias,teve bases estatutárias pouco depois da sua fundacão.O caso de Santiago,mais complexo,pelas vissicitudes politicas que atravessou e que seprendem com a independencia do ramo portugues da ordem,em relacão a Castela,certamente justifica a dispersão do seu fundo documental.  \nNa economia do trabalho foi necessario fazer alteracoes ao plano inicial.O séculoXVI,por corresponder à fase de maturidade,foi dividido em dois ciclos.O primeirocontempla as primeiras duas décadas do século,que compreendem a análise das Regras deCristo de 1503,Santiago,1509e Avis de 1516;segue-se o segundo ciclo onde se reflectemjá preocupacões reformistas,expressão de um ambiente de mudanca impulsionado peloconcílio de Trento.No nosso entender,esta distincao impede que se sobreponhamcategorias de informacão que reflectem contextos históricos diferentes.Assim,nestesegundo ciclo,estão inseridas a Regra de Santiago de 1540,da qual fazem parte osEstatuto","cbCaidjdi7BMtYSp","https://ap.wps.com/l/cbCaidjdi7BMtYSp","pdf",36380546,511,"Portuguese","# Apresentação\n## 1. 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