[{"data":1,"prerenderedAt":-1},["ShallowReactive",2],{"doc-detail-136785-pt":3,"detail-sidebar-cat-0-pt-112":31,"doc-seo-136785-112":72},{"code":4,"msg":5,"data":6},0,"success",{"doc_id":7,"user_id":8,"nickname":9,"user_avatar":10,"doc_module":4,"category_id":11,"category_name":12,"doc_title":13,"doc_description":14,"doc_content":15,"file_id":16,"file_url":17,"file_type":18,"file_size":19,"view_count":20,"is_deleted":4,"is_public":21,"is_downloadable":21,"audit_status":21,"page_count":22,"language":23,"language_code":24,"site_id":25,"html_lang":24,"table_of_contents":26,"faqs":27,"seo_title":28,"seo_description":14,"update_tm":29,"read_time":30},136785,7971461741311,"Ophelia","https://ap-avatar.wpscdn.com/avatar/74000253aff267980c6?x-image-process=image/resize,m_fixed,w_180,h_180&k=1779345379180704826",27,"Literatura","A representação imagética do social no desenho cômico até asuperaventura: apontamentos iniciais","O texto investiga como o desenho cômico, por meio de imagens desenhadas em sequência, incorpora um discurso sobre a realidade social. Defende que histórias em quadrinhos não se sustentam apenas pela palavra: a leitura visual depende da união de formas e sintaxes gráficas, além de componentes complementares. Para compreender essa dimensão, o trabalho traça um percurso sobre como a imagem foi sendo apropriada do “social” antes do surgimento das HQs, relacionando representação, crítica e satirização.","A REPRESENTAÇÃO IMAGÉTICA DO  \nSOCIAL NO DESENHO CÔMICO ATÉ ASUPERAVENTURA: APONTAMENTOSINICIAIS  \nAmaro X. Braga Jr*  \nOs quadrinhos se destacaram como imagens desenhadas que contam histórias mirabolantes, fictícias, mas cuja qualidade narrativa permite uma verossimilhança com arealidade. Não se trata de produzir imagens meramente fantasiosas e abstratas, mas atingiro equilíbrio entre o real e o imaginado. Este tipo de narrativa foi sua principal forçapropulsora, desde seu surgimento até os dias atuais.  \nFoi esta incorporação à linguagem da narrativa que levou os quadrinhos a serem considerados, por muito tempo, uma forma de literatura visual ou de imagens. Entretanto, não serão aqui retomadas as várias abordagens que aproximaram os quadrinhos da literatura ou até das artes visuais (sem perder sua defesa como expressão artística particular e única) . Entretanto, tenho consciência do quão complicado é se livrar totalmente do peso do texto: “(...) é difícil falar de imagem sem relacioná-la à palavra.”(BAUCAR, 2005, p. 144) . Muitos críticos, ainda nos dias de hoje, relacionam um bom quadrinho a uma boa história. Ainda assim, boas histórias não se sustentam apenas comboas palavras. Quando o fazem, deixam de ser quadrinhos e passam a ser Literatura, ou qualquer outro produto intersemiótico. Também não apenas o desenho garante uma boa leitura. São a união destes dois, mais alguns outros componentes, que garantem se configurarem como Histórias em Quadrinhos. São um conjunto de formas visuais (mesmoo texto, em sua forma onomatopaica) totalmente adaptáveis às necessidades ficcionais os elementos mais importantes da criação dos quadrinhos: “[...] as formas influenciam [...]  \n* Doutor em Sociologia pela Universidade Federal de Pernambuco. Também é Mestre em Sociologia (UFPE) e Mestre em Antropologia Social (UFAL) . Graduado em Ciências Sociais. É professor adjunto no Instituto de Ciências Sociais da Universidade Federal de Alagoas. Tem 8 álbuns em quadrinhos publicados e diversos livros sobre quadrinhos. Contato:  [amaro@ics.ufal.br](amaro@ics.ufal.br).  \n[http://www.axbraga.blogspot.com.br](http://www.axbraga.blogspot.com.br)  \npartes importantes do ato de se contar uma história: [...] são a fundação literal do desenho. Elas permitem ao artista construir um elemento ou objeto de sua estrutura básica até o menor detalhe”(JANSON, 2005, p. 18), atesta um desenhista de super-heróis.  \nGovernam o fazer quadrinhos, os princípios de como são enquadrados e representados, como o olhar é guiado e como se desenvolve a importância do que é vistopelo espectador. Como “palavras e imagens se combinam para criar efeitos que nenhumadelas poderia criar separadamente”(McCLOUD, 2006, p.04) . Quando McCloud (2006) enumera escolhas básicas para a construção da imagem nos quadrinhos, lista cinco situações: momento, enquadramento, imagens, palavras e fluxo. Percebe-se nestasituação que as palavras são 1/5 do fazer quadrinhos e os 4/5 restantes se constituem dearcabouços visuais, sintaxes gráficas que configuram a leitura visual das HQs.1  \nA definiçãoprópria do que seria uma HQ também não é o foco deste trabalho, tendoem vista grandes ensaios mais elucidativos (LUYTEN, 1989; McCLOUD, 2005) que terminam por concordar que as HQs são “imagens pictóricas e outras justapostas em sequência deliberada destinadas a transmitir informações e/ou a produzir respostas noespectador\" (McCLOUD, 2005, p. 20) . A definição supracitada apresenta os quadrinhos como imagens, e não propriamente como textos. É esta particularidade da imagem nosquadrinhos, ou melhor, como imagem desenhada, é o que interessa aqui. Perceber as HQs como imagens que são desenhadas, é um mecanismo sociológico, para entender como tais produtos, feito por mãos humanas, incorporam um discurso sobre a realidade social que circunda sua veiculação e consumo.  \nPara compreender e seguir esta dimensão da imagem desenhada se faz aindanecessário um breve percurso pelo desenvolvimento de como esta imagem foi sen","cbCaiqida6or4eM6","https://ap.wps.com/l/cbCaiqida6or4eM6","pdf",971169,3,1,20,"Portuguese","pt",112,"# A representação imagética do social no desenho cômico\n## Palavras e imagens na construção das HQs\n## Definição e dimensão sociológica da imagem desenhada\n## De como a imagem desenhada se apropria do social","[{\"question\":\"Qual é o foco principal do texto sobre quadrinhos e social?\",\"answer\":\"Compreender a dimensão sociológica da imagem desenhada nos quadrinhos e como esse tipo de produção incorpora um discurso sobre a realidade social.\"},{\"question\":\"Como a imagem foi apropriada do “social” antes do 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