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Os navios negreiros não param de passar.................... 13  \n2. A componente africana do tráfico ........................ 17  \n3. Os tráficos orientais ................................. 24  \n4. O tráfico transatlântico ............................... 28  \n5. As boas consciências ................................. 37  \nPARTE IO tráfico português de escravos: do início da atlantização ao final do século XVI....................................... 49  \nCAPÍTULO 1  \nPrincipais áreas de resgate ................................. 51  \n1.1. Nas origens do tráfico atlântico: Arguim .............. 51  \n1.2. Os rios da Guiné e o arquipélago de Cabo Verde ................ 54  \n1.3. Entrada no golfo da Guiné .............................. 60  \n1.4. A originalidade de São Jorge da Mina ....................... 62  \n1.5. As ilhas do golfo da Guiné .............................. 67  \n1.6. A baía de Benim e os rios dos escravos ....................... 73  \n1.7. O reino do Congo: apogeu e decadência .............. 79  \n1.8. O reino do Ndongo a que os portugueses chamaram Angola ..... 91  \nCAPÍTULO 2  \nA difícil travessia ....................................... 99  \n2.1. Do interior para a costa ............................. 99  \n2.2. Antes do embarque ................................ 104  \n2.3. Batismos em terra ................................. 107  \n2.4. O momento da partida .............................. 114  \n2.5. Os navios do tráfico ................................ 116  \n2.6. As tripulações .................................... 119  \n2.7. A sobrecarga dos navios: legislação e prática ................ 121  \n2.8. As condições a bordo ............................... 127  \n2.9. O problema da água ........................... 130  \n2.10. A alimentação ................................... 133  \n2.11. Sexualidade no inferno ............................. 136  \n2.12. Com o padre Dionigi num navio negreiro........ 138  \n2.13. Higiene e mortalidade .............................. 144  \n2.14. Resistência e revoltas .............................. 147  \nCAPÍTULO 3  \nLucros e perdas do tráfico de escravos .......................... 155  \n3.1. Algumas ideias feitas ............................... 155  \n3.2. O Estado português e o tráfico .............. 158  \n3.3. Mercadores, armadores e contratadores ................... 164  \n3.3.1. Manuel Caldeira, um negreiro cristão-novo .... 174  \n3.3.2. Francesco Carleni, um florentino no tráfico de escravos ..... 176  \n3.3.3. Gaspar Álvares, o «menino-diabo» .................. 180  \n3.3.4. António Fernandes de Elvas e a tentativa de monopolizaçãodo tráfico ....................... 185  \n3.3.5. Um mercador de escravos nas malhas da Inquisição ........ 189  \n3.3.6. Negociar na Guiné, enriquecer no Peru ................ 197  \n3.3.7. Os","cbCaichtNvhjCNlQ","https://ap.wps.com/l/cbCaichtNvhjCNlQ","pdf",7897367,8,386,"Portuguese","# Introdução\n## Tráfico e tráficos\n## Os navios negreiros não param de passar\n## A componente africana do tráfico\n## Os tráficos orientais\n## O tráfico transatlântico\n## As boas consciências\n# Parte I: O tráfico português de escravos - do início da atlantização ao final do século XVI\n## Capítulo 1: Principais áreas de resgate\n## Capítulo 2: A difícil travessia\n## Capítulo 3: Lucros e perdas do tráfico de escravos\n# Parte II: O último século do tráfico de escravos em Portugal e no Brasil\n## Capítulo 1: O lento processo do abolicionismo\n## Capítulo 2: O tráfico que resiste\n## Cronologia geral sobre o tráfico atlântico e o abolicionismo\n## Notas\n## Bibliografia citada no texto","[{\"question\":\"O que estrutura o livro ao longo dos séculos XV a XIX?\",\"answer\":\"O texto organiza o tema por etapas do tráfico e por períodos históricos, começando pela introdução do comércio no Atlântico e avançando para a Parte I (início da atlantização até o final do século XVI) e a Parte II (o último século do tráfico em Portugal e no Brasil).\"},{\"question\":\"Que aspectos da travessia são analisados na Parte I?\",\"answer\":\"O livro aborda a passagem do interior para a costa, momentos antes do embarque, batismos em terra, partida, funcionamento dos navios, tripulações e condições a bordo, incluindo legislação, água, alimentação, higiene, mortalidade, resistência e revoltas.\"},{\"question\":\"Como o trabalho relaciona lucros e agentes do tráfico?\",\"answer\":\"São discutidos interesses e mecanismos econômicos, o papel do Estado português e a atuação de mercadores, armadores e contratadores. 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