[{"data":1,"prerenderedAt":-1},["ShallowReactive",2],{"doc-detail-52430-pt":3,"doc-seo-52430-112":30,"detail-sidebar-cat-0-pt-112":83},{"code":4,"msg":5,"data":6},0,"success",{"doc_id":7,"user_id":8,"nickname":9,"user_avatar":10,"doc_module":4,"category_id":11,"category_name":12,"doc_title":13,"doc_description":14,"doc_content":15,"file_id":16,"file_url":17,"file_type":18,"file_size":19,"view_count":20,"is_deleted":4,"is_public":21,"is_downloadable":21,"audit_status":21,"page_count":22,"language":23,"language_code":24,"site_id":25,"html_lang":24,"table_of_contents":26,"faqs":27,"seo_title":13,"seo_description":14,"update_tm":28,"read_time":29},52430,1099514067438,"River Wang","https://ap-avatar.wpscdn.com/avatar/100002539ee87300030?x-image-process=image/resize,m_fixed,w_180,h_180&k=1780474512215547542",33,"Religião e Espiritualidade","Santo Agostinho Sermões II - Sermão 115-A: A Humildade na Prece","Sermões II, de Santo Agostinho, apresenta o Sermão 115-A “A humildade na prece”, estruturado a partir de duas parábolas de Jesus. Primeiro, a insistência da viúva diante de um juiz injusto sustenta a necessidade de orar sempre, com confiança em Deus. Depois, a oposição entre o fariseu que se justifica orgulhosamente e o publicano que suplica piedade ensina que a justificação nasce da humildade. A análise aprofunda como fé e oração se reforçam mutuamente, especialmente contra o enfraquecimento provocado pelas tentações.","Santo Agostinho Sermões II  \nTradução: Souza Campos, [E. L. de](E. L. de)[ ](E. L. de)VALDEMAR Teodoro Editor Niterói – Rio de Janeiro – Brasil 2020  \nSermões II  \nSanto Agostinho  \nSermão 115-A humildade na prece .  \nPropôs-lhes Jesus uma parábola, para mostrar que é necessário orar sempre, sem jamais deixar de fazê -lo. Havia em certa cidade um juiz que não temia a Deus, nem respeitava pessoa alguma . Na mesma cidade vivia também uma viúva que vinha com frequência à sua presença para dizer-lhe: “Faze-me justiça contra o meu adversário”. Ele, porém, por muito tempo nãoo quis. Por ﬁm, reﬂetiu consigo: “Eu não temo a Deus nem respeito as pessoas; todavia, porque esta viúva me importuna, far-lhe-ei justiça, senão ela nãocessará de me molestar”.  \nProsseguiu o Senhor: “Ouvis o que diz este juiz injusto? Por acaso não fará Deus justiça aos seusescolhidos, que estão clamando por ele dia e noite?  \nPorventura tardará em socorrê -los? Digo-vos que em breve lhes fará justiça . Mas, quando vier o Filho do Homem, acaso achará fé sobre a  \nterra?”  \nJesus lhes contou ainda esta outra parábola arespeito de alguns que se vangloriavam como se fossem justos e desprezavam os outros:  \nSubiram dois homens ao templo para orar. Um era fariseu; o outro, publicano. O fariseu, em pé, orava no seu interior desta forma: “Graças te dou, ó Deus, que não sou como as demais pessoas: ladras, injustase adúlteras; nem como o publicano que está ali . 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