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O texto apresenta um prefácio assinado E. M., descrevendo o processo de impressão iniciado por H. H. Wilson, as etapas posteriores após sua morte e a continuidade do trabalho pelo sucessor, bem como considerações sobre o valor histórico e interpretativo do comentário nativo de Sāyaṇa.",{"@graph":59,"@context":115},[60,77,98],{"@type":61,"itemListElement":62},"BreadcrumbList",[63,68,71,74],{"item":64,"name":65,"@type":66,"position":67},"https://docshare.wps.com","Home","ListItem",1,{"item":69,"name":9,"@type":66,"position":70},"https://docshare.wps.com/pt/document/",2,{"item":72,"name":39,"@type":66,"position":73},"https://docshare.wps.com/pt/document/religião-e-espiritualidade/",3,{"item":75,"name":55,"@type":66,"position":76},"https://docshare.wps.com/pt/document/rig-veda-book-7-mandala-7-preface/341551/",4,{"url":75,"name":55,"@type":78,"image":79,"author":84,"headline":55,"publisher":87,"fileFormat":90,"inLanguage":53,"description":57,"dateModified":91,"datePublished":92,"encodingFormat":90,"isAccessibleForFree":93,"interactionStatistic":94},"DigitalDocument",{"url":80,"@type":81,"width":82,"height":83},"https://docshare.wps.com/thumbnails/rig-veda-book-7-mandala-7-preface/341551.png","ImageObject",300,407,{"name":85,"@type":86},"Theodora","Person",{"url":64,"name":88,"@type":89},"DocShare","Organization","application/pdf","2026-10-04","2026-09-22",true,{"@type":95,"interactionType":96,"userInteractionCount":73},"InteractionCounter",{"@type":97},"ViewAction",{"@type":99,"mainEntity":100},"FAQPage",[101,107,111],{"name":102,"@type":103,"acceptedAnswer":104},"O que o texto recomenda sobre cantar ou recitar o Ṛgveda?","Question",{"text":105,"@type":106},"O Ṛgveda deve ser cantado ou recitado. 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H. Wilson  \n(Parte do) Quinto Aṣṭaka. Primeira Edição – 1866.  \n[Disponível [em archive.org](em archive.org)]  \nRalph T. H. Griffith  \nSegunda Edição – 1897  \n[Disponível [em sacred-texts.com](em sacred-texts.com)]  \nIncluindo 8 Hinos1 por Max Müller (1891 , 1859);  \n7 Hinos2 por Peter Peterson (1888);  \n2 Hinos3 por John Muir (1868);  \n6 Hinos4 por A. A. Macdonell (1922 , 1917); E 1 Hino5 por Henry White Wallis (1887) .  \n[Disponíveis [em archive.org](em archive.org)] 6  \nVersões traduzidas para o português por  \nEleonora Meier – 2016.  \n→ Ir para o Índice Rápido  \n1 Hinos 46, 56-59.– Sacred Books of the East, vol. XXXII; Hinos 32, 77 e 103.– A History of Ancient Sanskrit Literature.  \n2 Hinos 28, 49, 54, 68, 75, 83 e 86.– Hymns from the Rigveda; Bombay Sanskrit Series, XXXVI.  \n3 Hinos 33 e 46.– Original Sanskrit Texts I e IV.  \n4 Hinos 49, 61, 71 e 88.– Hymns from the Rigveda; Hinos 63 e 86.– A Vedic Reader for Students.  \n5 Hino 101.– The Cosmology of the Rigveda, An Essay.  \n6 Sites consultados em 2016.  \nNOTA:  \nComo os próprios nomes ‘Hino’ (Sūkta) e ‘versos’ (ṛcas ou mantras) indicam, o Ṛgveda deve ser cantado ou recitado. No entanto, em qualquer situação repetir algo sem saber o significado não é aconselhável, e , mesmo que em diversos casos do Veda hajavários sentidos atribuídos a uma estrofe, pelo menos existe alguma ideia a respeito do assunto tratado.  \nHá ainda uma série de ocasiões e momentos nos quais os hinos e versosdeveriam ser cantados, e isso é tratado em outros textos como os Brāhmaṇas (Aitareyaou Āśvalāyana e Kauṣītaki ou Śāṅkhāyana) , o Ṛgvidhāna e outros.  \nAqui você verá as versões em português de dois ou mais tradutores do Ṛg, e, para ver os hinos em sua bela escrita devanāgarī e sua transliteração e ouvir como elessão cantados um site excelente é o Site Of Sri Aurobindo & The Mother. O texto emsânscrito e a transliteração também se encontram no site Sacred Texts.  \nEntão saiba o significado, veja o hino em sua escrita original, ouça o canto e selhe aprouver treine cantá-lo, assim você terá uma experiência mais completa do Ṛgveda.  \nE. M.  \nPrefácio  \nQuando o professor Wilson morreu, em 1860, a impressão do quarto volume dasua tradução do Ṛg-Veda tinha avançado até a página 144. O Dr. Ballantyne, seu sucessor na Library of the India Office , se encarregou de imprimir o restante, mas a suasaúde debilitada o impediu, e quando da sua morte, no início de 1864, ele só tinhaimprimido mais uma camada [contendo as páginas 145 a 160] . O Dr. Goldstücker se comprometeu a terminar o volume, e, de fato, escreveu a maioria das notas das páginas 161-176; quando eu voltei da Índia, e ele gentilmente ofereceu transferir o trabalho para mim. Eu aceitei de bom grado a sua proposta, pois, além do meu interesse em estudosvêdicos, eu sentia , como antigo aluno de Oxford, uma forte consideração pessoal pelo professor Wilson, e estava muito satisfeito de que o meu nome estaria associado ao delena tradução. Eu sabia o quanto esta , a sua última obra , tinha ocupado os seus pensamentos, e quanto o seu coração tinha estado colocado em sua conclusão. Eu havia sido iniciado por ele mesmo antes de ele deixar a Índia, e tinha testemunhado em Oxford o seu prazer quando volume após volume foi terminado e publicado, e na últimacarta que recebi dele na Índia ele me informou de que tinha por fim terminado o esboçode todo o trabalho. Assim, me pareceu quase uma obrigação sagrada que eu fizesse tudo em meu poder para trazê-lo perante o público , de uma forma tão completa quantouma obra póstuma admite.  \nA tradução do professor Wilson ocupa um lugar peculiar. Sem dúvida, conformeos estudos vêdicos progredirem, e mais textos forem publicados e estudados, nova luz será lançada sobre esses registros do mundo antigo; e poderemos gradualmente obter uma visão mais profunda do seu significado que os hindus medievais poderiam possuir, assim como um estudioso moderno pode comp","cbCaioWMaHNke80s","https://ap.wps.com/l/cbCaioWMaHNke80s","pdf",3454461,241,"Portuguese","# Nota\n# Prefácio","[{\"question\":\"O que o texto recomenda sobre cantar ou recitar o Ṛgveda?\",\"answer\":\"O Ṛgveda deve ser cantado ou recitado. 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