[{"data":1,"prerenderedAt":-1},["ShallowReactive",2],{"detail-sidebar-cat-0-pt-112":3,"doc-seo-151776-112":49,"doc-detail-151776-pt":115},{"code":4,"msg":5,"data":6},0,"success",[7,13,17,21,25,29,33,37,41,45],{"id":8,"doc_module":4,"doc_module_name":9,"category_name":10,"show_sort_weight":11,"slug":12},26,"Document","Contos e Romances",60,"story-novel",{"id":14,"doc_module":4,"doc_module_name":9,"category_name":15,"show_sort_weight":11,"slug":16},46,"Estilo de Vida","lifestyle",{"id":18,"doc_module":4,"doc_module_name":9,"category_name":19,"show_sort_weight":11,"slug":20},28,"Exames","exam",{"id":22,"doc_module":4,"doc_module_name":9,"category_name":23,"show_sort_weight":11,"slug":24},47,"Geral","general",{"id":26,"doc_module":4,"doc_module_name":9,"category_name":27,"show_sort_weight":11,"slug":28},29,"Histórias em Quadrinhos","comic",{"id":30,"doc_module":4,"doc_module_name":9,"category_name":31,"show_sort_weight":11,"slug":32},27,"Literatura","literature",{"id":34,"doc_module":4,"doc_module_name":9,"category_name":35,"show_sort_weight":11,"slug":36},32,"Pesquisa e Relatórios","research-report",{"id":38,"doc_module":4,"doc_module_name":9,"category_name":39,"show_sort_weight":11,"slug":40},33,"Religião e Espiritualidade","religion-spirituality",{"id":42,"doc_module":4,"doc_module_name":9,"category_name":43,"show_sort_weight":11,"slug":44},31,"Saúde e Cuidados","healthcare",{"id":46,"doc_module":4,"doc_module_name":9,"category_name":47,"show_sort_weight":11,"slug":48},45,"Tecnologia","technology",{"code":4,"msg":50,"data":51},"ok",{"site_id":52,"language":53,"slug":54,"title":55,"keywords":56,"description":57,"schema_data":58,"social_meta":108,"head_meta":110,"extra_data":112,"updated_unix":114},112,"pt","revista-18-artigo-5","Revista 18 - Artigo 5","","O texto comenta os Comentarios de la Pintura atribuídos a Felipe de Guevara, associados ao século XVI, mas publicados apenas em 1788 por Antonio Pons em uma editio princeps. A análise enfatiza como traduções extensas de Plínio, o Velho (Historia Naturalis) e de Vitrúvio (De Architectura) são tratadas como aspectos elocutivos na língua hispânica. Discute ainda a estrutura do prólogo, sua função de captatio benevolentiae e o enquadramento retórico-histórico do autor e de autoridades citadas.",{"@graph":59,"@context":107},[60,77,98],{"@type":61,"itemListElement":62},"BreadcrumbList",[63,68,71,74],{"item":64,"name":65,"@type":66,"position":67},"https://docshare.wps.com","Home","ListItem",1,{"item":69,"name":9,"@type":66,"position":70},"https://docshare.wps.com/pt/document/",2,{"item":72,"name":35,"@type":66,"position":73},"https://docshare.wps.com/pt/document/pesquisa-e-relatórios/",3,{"item":75,"name":55,"@type":66,"position":76},"https://docshare.wps.com/pt/document/revista-18-artigo-5/151776/",4,{"url":75,"name":55,"@type":78,"image":79,"author":84,"headline":55,"publisher":87,"fileFormat":90,"inLanguage":53,"description":57,"dateModified":91,"datePublished":92,"encodingFormat":90,"isAccessibleForFree":93,"interactionStatistic":94},"DigitalDocument",{"url":80,"@type":81,"width":82,"height":83},"https://docshare.wps.com/thumbnails/revista-18-artigo-5/151776.png","ImageObject",300,407,{"name":85,"@type":86},"Liam","Person",{"url":64,"name":88,"@type":89},"DocShare","Organization","application/pdf","2026-09-28","2026-08-27",true,{"@type":95,"interactionType":96,"userInteractionCount":76},"InteractionCounter",{"@type":97},"ViewAction",{"@type":99,"mainEntity":100},"FAQPage",[101],{"name":102,"@type":103,"acceptedAnswer":104},"Como o prólogo de Antonio Pons é caracterizado em termos retóricos?","Question",{"text":105,"@type":106},"O prólogo é descrito como uma exposição de causa, visando captatio benevolentiae, ao recontar feitos de um passado remoto e digno para conquistar a atenção do leitor.","Answer","https://schema.org",{"og:url":75,"og:type":109,"og:title":55,"og:site_name":88,"og:description":57},"article",{"robots":111,"canonical":75},"index,follow",{"doc_id":113,"site_id":52},151776,1787849216,{"code":4,"msg":5,"data":116},{"doc_id":113,"user_id":117,"nickname":85,"user_avatar":118,"doc_module":4,"category_id":34,"category_name":35,"doc_title":55,"doc_description":57,"doc_content":119,"file_id":120,"file_url":121,"file_type":122,"file_size":123,"view_count":76,"is_deleted":4,"is_public":67,"is_downloadable":67,"audit_status":67,"page_count":124,"language":125,"language_code":53,"site_id":52,"html_lang":53,"table_of_contents":126,"faqs":127,"seo_title":128,"seo_description":57,"update_tm":114,"read_time":129},8796095461564,"https://ap-avatar.wpscdn.com/davatar_155a257f0dc6eb9ab79c44ca47cae57d","Estos días pasados: Felipe de Guevara, leitor de  \nPlínio, o Velho  \nEstos días pasados: Felipe de Guevara, a reader of Pliny the Elder  \nluiz bagolin  \nProfessor epesquisador do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo (IEB/USP)  \nProfessor and researcher at the institute for brazilian Studies, university of São Paulo (iEb/uSP)  \nResumo Comentam-se aqui os Comentarios de la Pintura de Dom Felipe de guevara, atribuídos ao século 16, mas somente publicados em 1788, baseados na editio princepsaos cuidados de Dom antonio Pons, considerando-se a constituição e a persistênciado campo elocutivo, na língua hispânica, quanto à tradução de largas passagens da“história natural” de Plínio, o Velho; e de algumas do “Da arquitetura”, de Vitrúvio.  \nPalavRas-Chave pintura, desenho, agricultura, grotesco, gregos, romanos, antigos, comentários, gêneros artísticos, encômio.  \nabstRaCt herein commented are Don Felipe de guevara’s Comentarios de la Pintura, ascribed to the 16th century but made known only in 1788, through an editio princeps prepared by Don antonio Pons, taking into consideration the constitution and persistence of large translated passages from Pliny the Elder’s Naturalis Historia and Vitruvius’ De Architectura as elocutive aspects in the Spanish language.  \nKeywoRds painting, drawing, agriculture, grotesque, greek, roman, ancient, commentaries, artistic genres, encomium.  \n* luiz bagolin é Mestre e Doutor em Filosofia pela Faculdade de Filosofia, letras e Ciências humanas da uSP (2005). atualmente é docente e pesquisador do instituto de Estudos brasileiros da universidade de São Paulo, iEb/uSP. / Luiz Bagolin is MA in Philosophy from the University ofFFLCH São Paulo (1999) and PhD in Philosophy from the Faculty of Philosophy, Letters and Human Sciences at USP (2005). He is currently a professor and researcher at the Institute for Brazilian Studies, University ofSão Paulo, IEB/USP. Has experience in the area of Arts with an emphasis in art history, aesthetics and philosophy of art, ancient art and rhetoric doctrines.  \nluiz bagolin  \nNo será desagradable a los lectores, saber en quéforma haya podidollegar a mi mano el manuscrito de Don Felipe de Guevara, despues de casi dos siglosy medio que han corrido desde que, creo, que se escribió (...). Comesta advertência, compõe o prólogo aos Comentários da Pintura, de Felipe de guevara, Dom antonio Pons, à ocasião de sua primeira edição em 17881. Provavelmente provenientes do século 16 e achados ao acaso em uma tenda de livros na cidadezinha de Plasencia, conforme narra Dom antonio, foram-lhe enviadosestes comentários por um amigo no momento em que compunhaa sua Viaje de España, sorte que permite expô-los ao cotejo comesta última e concluir de que compartilham as mesmas opiniões. Elogia-se também por isso Dom Felipe, que, esquecido,“por causa de sua morte ou por outros motivos” encontra-se entre os“beneméritos da nação”, sendo dos “muitos poucos e raros escritores que falaram das belas artes desde seu restabelecimento”2 . Como dita o costume, o prólogo de Pons expõe a causa, digna, atraindo a captatio benevolentiae na reapresentação de feitos ocorridos num passado remoto, mas glorioso: chama-se a atençãodo destinatário com a notícia de que o autor viveu no tempo ena corte do rei Carlos V, autorizando-se a compor comentários sobre a pintura baseado em seu conhecimento de autores antigos, como Plínio, o Velho, assim como de suas viagens, o que pode ser lido como um periegético, a Flandres e a amberes. Partícipe da exposição da causa, a prosopografia ou como diz Dom Antonio,“as circunstâncias e qualidades” do autor são constituídas por autoridades nobres e letradas que ativam as memórias e osrelatos sobre apersona de Dom Felipe. Em especial, descreve-se oinforme do Conde de Campomanes que teria lido algo elogioso sobre o autor dos Comentários no “discurso geral das antiguidadesda Espanha”, de ambrosio Morales3 que, por sua vez, confirmao mérito e a autoridade de Dom Fe","cbCaikZGrZllIwgR","https://ap.wps.com/l/cbCaikZGrZllIwgR","pdf",751888,24,"Portuguese","# Comentários de la Pintura de Felipe de Guevara\n## Publicação e contexto da editio princeps (1788)\n## Traduções e aspectos elocutivos\n## Prólogo de Antonio Pons: causa e captatio benevolentiae\n## Encomio, prosopografia e autoridades citadas","[{\"question\":\"Como o prólogo de Antonio Pons é caracterizado em termos retóricos?\",\"answer\":\"O prólogo é descrito como uma exposição de causa, visando captatio benevolentiae, ao recontar feitos de um passado remoto e digno para conquistar a atenção do leitor.\"}]","Revista 18 - Artigo 5 | PDF",37]