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Na verdade, era algo que a angustiava, até ter sido chamada para uma entrevista para o departamento de biologia de Stanford, e se cruzar com O Gajo.  \nO Gajo, que não chegou a perceber ao certo como se chamava. O Gajo, com quem se deparou depois de tropeçar na primeira casa de banho que conseguiu encontrar.  \nO Gajo, que lhe perguntou:  \n— Só por curiosidade, há algum motivo particular para estares achorar na minha casa de banho?  \nOlive guinchou. Tentou abrir os olhos por entre as lágrimas e só o conseguiu a custo. Todo o seu campo de visão estava desfocado. Tudo o que conseguia ver era um vulto aquático—alguém alto, decabelo escuro, vestido de preto e   Pois. Era tudo.  \n—Eu   Isto é a casa de banho das senhoras?—gaguejou. Pausa. Silêncio. E depois:  \n—Nope.  \nA voz era profunda. Muito profunda. Mesmo profunda. Sonhadoramente profunda.  \n—Tens a certeza?  \n—Sim.  \n—Absoluta?  \n— Diria que sim, sendo que esta é a casa de banho do meu laboratório.  \nPronto. Não valia a pena insistir mais.  \n—Peço imensa desculpa, precisas de   ?—gesticulou, na direção dos lavatórios, ou onde julgava que estariam os lavatórios. Os olhosardiam, mesmo fechados, e ela teve de os esfregar para afastar aqueimadura. Tentou secar as bochechas com a manga, mas o material da bata era barato e frágil, e não absorvia metade do que overdadeiro algodão absorve. Ah, as alegrias de ser pobre.  \n— Só preciso de despejar este reagente no ralo—disse ele, masela não o ouviu mexer-se. Talvez porque ela estava a bloquear olavatório. Ou talvez porque achasse que Olive era maluca e estava a ponderar se devia mandar a polícia do campus atrás dela. Issopodia significa r um fim brutalmente rápido para os seus sonhos de doutoramento, não podia?— Não usamos isto como sanitários, só aqui vimos para despejar as sobras e lavarmos o equipamento.  \n— Oh, desculpa, pensei   — Mal. 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