[{"data":1,"prerenderedAt":-1},["ShallowReactive",2],{"doc-detail-40720-pt":3,"doc-seo-40720-112":30,"detail-sidebar-cat-0-pt-112":91},{"code":4,"msg":5,"data":6},0,"success",{"doc_id":7,"user_id":8,"nickname":9,"user_avatar":10,"doc_module":4,"category_id":11,"category_name":12,"doc_title":13,"doc_description":14,"doc_content":15,"file_id":16,"file_url":17,"file_type":18,"file_size":19,"view_count":20,"is_deleted":4,"is_public":21,"is_downloadable":21,"audit_status":21,"page_count":22,"language":23,"language_code":24,"site_id":25,"html_lang":24,"table_of_contents":26,"faqs":27,"seo_title":13,"seo_description":14,"update_tm":28,"read_time":29},40720,687197207057,"Sage","https://ap-avatar.wpscdn.com/davatar_29158cc5080c5b710cf443261637dec0",32,"Pesquisa e Relatórios","Portugal 1974 1975 Revolução Contrarrevolução e Democracia","Estudo comparado da Revolução Portuguesa de 1974–75 com outros ciclos revolucionários europeus do século XX, analisando por que as forças liberais/moderadas tendem a prevalecer sobre movimentos contrarrevolucionários e o radicalismo de esquerda. O argumento centra-se em condições políticas e organizacionais: capacidade de organização cívica e alianças nos meios militares, divisão e enfraquecimento das forças radicais, e o desfecho da guerra coincidente com a eclosão da própria revolução. Inclui enquadramento, desenvolvimento e síntese final sobre o caminho para a democracia.","Portugal, 1974-1975.  \nRevolução, Contrarrevolução e Democracia  \nAs revoluções sociais democráticas são processos de mudança política historicamente raros. A partir de um estudo comparado da revolução portuguesa de 1974-75 com outros ciclos revolucionários europeus doséculo xx, procura demonstrar-se que o predomínio das forças liberais/moderadas face aos movimentos contrarrevolucionários e ao radicalismo esquerdista ocorre quando aquelas têm capacidade de organização cívica e aliados nos militares, enfrentam forças radicais divididas entre si, e quando a guerra termina com o eclodir da própriarevolução.  \nTiago Fernandes  \nProfessor de Ciência Política e Políticas Públicas e investigador do Centrode Estudos Internacionais do ISCTE-IUL. Doutorou-se no Instituto Universitário Europeu, em Florença, e foi investigador visitante em Princeton, no Kellogg Institute for International Studies e na Fundação Juan March. A sua última publicação é Democratic Quality in Southern Europe: France, Greece, Italy, Portugal, and Spain, publicada pela University of Notre Dame Press, em 2024.  \nPortugal, 1974-1975 Revolução, Contrarrevolução e  \nDemocracia  \nLargo Monterroio Mascarenhas, n.º 1, 7.º piso 1099-081 Lisboa,  \nPortugal  \nCorreio electrónico: [ffms@ffms.pt](ffms@ffms.pt)  \n[Telefone: 210 015 803](Telefone: 210 015 803)  \nDirector de publicações: António Araújo  \n© Fundação Francisco Manuel dos Santos, Tiago Fernandes Maio 2024  \nRevisão: Mariana Matias  \nDesign e paginação: Guidesign  \nValidação de conteúdos e suportes digitais: Regateles Consultoria Lda  \nAs opiniões expressas nesta edição são da exclusiva responsabilidade do autor e não vinculam a Fundação Francisco Manuel dos Santos.  \nA autorização para reprodução total ou parcial dos conteúdos desta obra deve ser solicitada ao autor eao editor.  \nEdição eBook: Guidesign ISBN 978-989-9153-86-8  \nConheça todos os projectos da Fundação [em www.fmms.pt](em www.fmms.pt)  \nPortugal, 1974-1975 Revolução, Contrarrevolução e  \nDemocracia  \nTiago Fernandes  \nAgradecimentos Introdução  \n1. A crise do Estado Novo  \n2. A revolução e a derrota da direita autoritária  \n3. O fracasso do radicalismo esquerdista e o caminho para a  \ndemocracia Conclusão Bibliografia  \nThis is the city and I am one of the citizens Walt Whitman  \nEm memória de Mário Mesquita (1950-2022) Com a colaboração de João Cancela  \nAgradecimentos  \nVÁRIOS COLEGAS TÊM CONTRIBUÍDO COM SUGESTÕES AO MEU TRABALHO SOBRE REVOLUÇÕES, movimentos sociais e sociedade civil. Destaco aqui as inúmeras conversas com Philippe Schmitter, Michael Bernhard, Donatella della Porta, Robert Fishman, Jeff Goodwin e Diogo Ramada Curto—este último responsável, há cerca de 30 anos, por me ter introduzido nas leituras comparativas das grandes revoluções sociais. Tenho aprendido bastante com eles e só espero que este livro o reflita. Versões preliminares foramapresentadas em seminários no ISCTE—Instituto Universitário de Lisboa e no Centro de Estudos dos Movimentos Sociais (COSMOS) da Universidade de Florença, e beneficiaram dos comentários dos respetivos participantes, em especial de Leonardo Avritzer, Lorenzo Bosi, Rui Branco, Rui Feijó, Carlos Gaspar, Staffan Lindberg, Luísa Tiago de Oliveira, Donatella della Porta, Madalena Meyer Resende e Maria Inácia Rezola.  \nPelo apoio institucional providenciado pelo Centro de Estudos Internacionais do ISCTE gostaria de agradecer a Ana Mónica Fonseca, Cláudia Araújo e em especial a Raquel Matoso, cujo profissionalismotemperado por bom senso é como uma luz na bruma burocrática portuguesa. A António Araújo e Susana Norton agradeço o interesse na publicação e a Gonçalo Matias, João Tiago Gaspar, Carlos Jalali e Inês Renda, o apoio financeiro da Fundação Francisco Manuel dos Santos, sem oqual não teria sido possível desenvolver este trabalho. Finalmente, ao João Cancela agradeço a paciência em refazer três vezes a organização dos dadossó porque eu mudei de ideias, bem como a sua capacidade em combinar rigor estatístic","cbCaisz6XVLdSfrw","https://ap.wps.com/l/cbCaisz6XVLdSfrw","pdf",3389195,3,1,165,"Portuguese","pt",112,"# Agradecimentos\n# Introdução\n## A crise do Estado Novo\n## A revolução e a derrota da direita autoritária\n## O fracasso do radicalismo esquerdista e o caminho para a democracia\n# Conclusão\n# Bibliografia","[{\"question\":\"Qual é o objetivo central do estudo sobre Portugal (1974–1975)?\",\"answer\":\"Explicar, em termos comparados, as condições que levam à predominância das forças liberais/moderadas face ao contrarrevolucionarismo e ao radicalismo de esquerda durante a Revolução Portuguesa de 1974–75.\"},{\"question\":\"Que fatores favorecem a vitória das forças liberais/moderadas segundo o texto?\",\"answer\":\"A capacidade de organização cívica, a existência de aliados nos militares e o contexto em 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