[{"data":1,"prerenderedAt":-1},["ShallowReactive",2],{"doc-detail-37555-pt":3,"doc-seo-37555-112":29},{"code":4,"msg":5,"data":6},0,"success",{"doc_id":7,"user_id":8,"nickname":9,"user_avatar":10,"doc_module":4,"category_id":11,"category_name":12,"doc_title":13,"doc_description":14,"doc_content":15,"file_id":16,"file_url":17,"file_type":18,"file_size":19,"view_count":4,"is_deleted":4,"is_public":20,"is_downloadable":20,"audit_status":20,"page_count":21,"language":22,"language_code":23,"site_id":24,"html_lang":23,"table_of_contents":25,"faqs":26,"seo_title":13,"seo_description":14,"update_tm":27,"read_time":28},37555,5909877438554,"Maeve","https://ap-avatar.wpscdn.com/avatar/5600025385ad2bf12a7?_k=1778553567797529272",27,"Literatura","Poesias Dispersas de Joaquim Maria Machado de Assis","Reúne poemas dispersos atribuídos a Joaquim Maria Machado de Assis, organizados por títulos e, em muitos casos, com datas e dedicatórias. O conteúdo privilegia lirismo romântico e elegíaco, com imagens de natureza, amor idealizado, saudade, dor e despedida. Surgem temas como devoção e memória familiar, reflexão sobre perda e destino, além de versos dedicados a figuras e eventos, compondo um panorama variado da sensibilidade poética do autor.","Poesias dispersas  \nTextos-fonte:  \nObra Completa, Machado de Assis, vol. III, Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 1994.  \nToda poesia de Machado de Assis. Org. de Cláudio Murilo Leal.  \nRio de Janeiro: Editora Record, 2008.  \nÍNDICE  \nA PALMEIRA  \nELA  \nTEU CANTO  \nUM ANJO  \nMINHA MUSA  \nCOGNAC!    \nMINHA MÃE  \nO SOFÁ  \nVAI-TE  \nÁLVARES D'AZEVEDO  \nREFLEXO  \nA MORTE NO CALVÁRIO  \nUMA FLOR?— UMA LÁGRIMA  \nCONDÃO  \nA AUGUSTA  \nSONETO CIRCULAR  \nÍCARO  \nCORAÇÃO PERDIDO  \nFASCINAÇÃO  \nO CASAMENTO DO DIABO  \nHINO PATRIÓTICO  \nA CÓLERA DO IMPÉRIO  \nDAQUI DESTE ÂMBITO ESTREITOA FRANCISCO PINHEIRO GUIMARÃES À MEMÓRIA DO ATOR TASSO  \nNO ÁLBUM DO SR. QUINTELAVERSOS  \nSONETO  \nNAQUELE ETERNO AZUL, ONDE COEMA  \nDAI À OBRA DE MARTA UM POUCO DE MARIA RELÍQUIA ÍNTIMA  \nA DERRADEIRA INJÚRIA  \nREFUS  \nENTRA CANTANDO, ENTRA CANTANDO, APOLO! A GUIOMAR  \nPRÓLOGO DO INTERMEZZO  \nA CAROLINA  \nSONETO  \nA FRANCISCA  \nÀ ILMA. SRA. D. P. J. A.  \nA SAUDADE  \nJÚLIA  \nMEU ANJOUM SORRISO PARÓDIA  \nA SAUDADE  \nNO ÁLBUM DO SR. F. G. BRAGA  \nA UMA MENINA  \nO GÊNIO ADORMECIDO  \nO PROFETA  \nO PÃO D’AÇÚCAR  \nSONETO A S. M. O IMPERADOR, O SENHOR D. PEDRO II À MADAME ARSÈNE CHARTON DEMEUR  \nO MEU VIVERDORMIR NO CAMPO CONSUMMATUM EST! SAUDADESLÁGRIMAS  \nNÃO?  \nRESIGNAÇÃOAMANHÃ  \nA***  \nDEUS EM TI  \nESTA NOITE  \nVEM!  \nESPERANÇA  \nA MISSÃO DO POETAO PROGRESSO À ITÁLIA  \nA UM POETAA PARTIDAA REDENÇÃO  \nS. HELENA  \nNUNCA MAIS  \nA CH. F. FILHO DE UM PROSCRITO OFÉLIA  \nA ESTRELA DA TARDE  \nA UM PROSCRITO  \nSONHOS  \nUM NOME  \nTRAVESSA  \nÀ D. GABRIELA DA CUNHA  \nMEUS VERSOS À MME. DE LA GRANGE SOUVENIRS D’EXILA S. M. I.  \nAO CARNAVAL DE 1860  \nNO ÁLBUM DA ARTISTA LUDONIVA MOUTINHO GABRIELA DA CUNHA  \nESTÂNCIAS NUPCIAIS  \nEM HOMENAGEM À D. ISABEL E AO CONDE D’EU NO CASAMENTO DA PRINCESA ISABEL  \nCALA-TE, AMOR DE MÃE  \nTRISTEZA  \nO PRIMEIRO BEIJO A F. X. NOVAISONTEM, HOJE, AMANHÃ 26 DE OUTUBRO  \nAS NÁUFRAGAS  \nAO DR. XAVIER DA SILVEIRA  \n13 DE MAIOSONETO RICARDO  \nVELHO TEMA  \nPOR ORA SOU PEQUENINA  \nCÉSAR! FULGE MAIS LUZ  \nNÃO HÁ PENSAMENTO RARO  \nVIVA O DIA 11 DE JUNHO  \nVOULEZ-VOUS DU FRANÇAIS?  \nA PALMEIRA [1]  \nRJ, 6 jan. 1855  \nO. D.C.  \nA FRANCISCO GONÇALVES BRAGA  \nComo é linda e verdejante Esta palmeira gigante Que se eleva sobre o monte! Como seus galhos frondosos S’elevam tão majestosos Quase a tocar no horizonte!  \nÓ palmeira, eu te saúdo,Ó tronco valente e mudo, Da natureza expressão! Aqui te venho ofertar Triste canto, que soltar Vai meu triste coração.  \nSim, bem triste, que pendida Tenho a fronte amortecida, Do pesar acabrunhada! Sofro os rigores da sorte, Das desgraças a mais forte Nesta vida amargurada!  \nComo tu amas a terra Que tua raiz encerra, Com profunda discrição; Também amei da donzela Sua imagem meiga e bela, Que alentava o coração.  \nComo ao brilho purpurino Do crepúsc’lo matutino Da manhã o doce albor; Também amei com loucura Ess’alma toda ternura Dei-lhe todo o meu amor!  \nAmei!. . . mas negra traição Perverteu o coração Dessa imagem da candura! Sofri então dor cruel, Sorvi da desgraça o fel, Sorvi tragos d’amargura!  \nAdeus, palmeira! ao cantor Guarda o segredo de amor;  \nSim, cala os segredos meus! Não reveles o meu canto, Esconde em ti o meu pranto Adeus, ó palmeira!... adeus!  \nELA [2]  \nNunca vi,— não sei se existe Uma deidade tão bela, Que tenha uns olhos brilhantes Como são os olhos dela!  \nF. G. BRAGA  \nSeus olhos que brilham tanto, Que prendem tão doce encanto, Que prendem um casto amor Onde com rara beleza, Se esmerou a natureza Com meiguice e com primor.  \nSuas faces purpurinas De rubras cores divinas De mago brilho e condão; Meigas faces que harmonia Inspira em doce poesia Ao meu terno coração!  \nSua boca meiga e breve, Onde um sorriso de leve Com doçura se desliza, Ornando purpúrea cor, Celestes lábios de amor Que com neve se harmoniza.  \nCom sua boca mimosa Solta voz harmoniosa Que inspira ardente paixão, Dos lábios de Querubim Eu quisera ouvir um — sim —Pr’a alívio do coração!  \nVem, ó anjo de candura, Fazer a dita, a ventura De minh’","cbCaidtFLFjsScPf","https://ap.wps.com/l/cbCaidtFLFjsScPf","pdf",342868,1,99,"Portuguese","pt",112,"# Índice\n## A Palmeira\n## Ela\n## Teu Canto\n## Um Anjo\n## Minha Musa\n## Cognac!\n## Minha Mãe\n## O Sofá\n## Vai-te\n## Reflexo\n## A Morte no Calvário\n## Uma Flor?— Uma Lágrima\n## Condão\n## A Augusta\n## Soneto Circular\n## Ícaro\n## Coração Perdido\n## Fascinação\n## O Casamento do Diabo\n## Hino Patriótico\n## A Cólera do Império\n## Daqui deste Âmbito Estreito\n## Versos\n## Soneto\n## Naquele Eterno Azul, Onde Coema\n## Dai à Obra de Marta\n## A Derradeira Injúria\n## Refus\n## Entra Cantando, Entra Cantando, Apolo!\n## Prólogo do Intermezzo\n## A Carolina\n## A Carolina\n## À Ilma. Sra. D. P. J. A.\n## A Saudade\n## Júlia\n## Meu Anjo\n## Sonriso\n## Paródia\n## No Álbum do Sr. F. G. Braga\n## A Uma Menina\n## O Gênio Adormecido\n## O Profeta\n## O Pão de Açúcar\n## Soneto a S. M. O Imperador, o Senhor D. Pedro II\n## À Madame Arsène Charton Demeur","[{\"question\":\"Que tipo de conteúdo reúne “Poesias Dispersas”?\",\"answer\":\"O livro reúne poemas de Machado de Assis, organizados por títulos e, em várias entradas, acompanhados por datas e dedicatórias. 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