[{"data":1,"prerenderedAt":-1},["ShallowReactive",2],{"doc-detail-52349-pt":3,"doc-seo-52349-112":30,"detail-sidebar-cat-0-pt-112":92},{"code":4,"msg":5,"data":6},0,"success",{"doc_id":7,"user_id":8,"nickname":9,"user_avatar":10,"doc_module":4,"category_id":11,"category_name":12,"doc_title":13,"doc_description":14,"doc_content":15,"file_id":16,"file_url":17,"file_type":18,"file_size":19,"view_count":20,"is_deleted":4,"is_public":21,"is_downloadable":21,"audit_status":21,"page_count":22,"language":23,"language_code":24,"site_id":25,"html_lang":24,"table_of_contents":26,"faqs":27,"seo_title":13,"seo_description":14,"update_tm":28,"read_time":29},52349,1374391975076,"Riley","https://ap-avatar.wpscdn.com/avatar/14000253ca4ec9f6853?x-image-process=image/resize,m_fixed,w_180,h_180&k=1783305029341752051",33,"Religião e Espiritualidade","Patrística Vol. 21 - Santo Agostinho","Comentário teológico de Santo Agostinho sobre o livro do Gênesis, organizado em introdução e quatro livros com múltiplos tópicos. A obra examina como interpretar a Escritura com prudência, evitando afirmações temerárias em passagens obscuras, e buscando um fruto seguro da interpretação. Discute a criação da luz, a compreensão dos dias e do descanso divino, a relação entre matéria e forma, além de temas trinitários sugeridos no início da criação. Aborda também a criação do firmamento, dos luzeiros e dos seres vivos, correlacionando linguagem bíblica, ordem cósmica e sentidos espirituais.","Í ndice  \nAPRESENTAÇÃO  \nINTRODUÇÃO  \nCOMENTÁRIO LITERAL AO GÊNESIS  \nLIVRO I  \nI. O que se deve considerar na Escritura  \nII. De que modo Deus disse: “Faça-se a luz”: por meio de uma criatura ou do Verboeterno?  \nIII. O que é aquela luz?—Por que não foi dito: Faça-se um céu etc.—Primeira resposta IV. Outra resposta à questão anterior  \nV. A criatura intelectual é informe se não se aperfeiçoar convertida para o Verbo divino  \n—Por que o Espírito Santo pairava sobre as águas antes de se dizer: Deus disse?  \nVI. Insinuação da Trindade tanto no começo como na perfeição da criatura  \nVII. Por que o Espírito de Deus pairava sobre as águas  \nVIII. O amor de Deus dá o ser e estabilidade às criaturas  \nIX. Quando foi dito: “Faça-se a luz”? No tempo ou antes do tempo?  \nX. Como se completou um dia, seja na criação, seja depois da criação da luz—Duas explicações  \nXI. A função do sol—Nova dificuldade no modo anterior de falar  \nXII. Outra dificuldade sobre a sucessão dos dias e das noites antes da criação do sol—Areunião das águas  \nXIII. A criação da água e da terra  \nXIV. Explicação sobre a matéria informe  \nXV. A matéria precede a forma não pela origem, mas pelo tempo  \nXVI. Outro modo de explicar a criação do dia e da noite  \nXVII. Dificuldade sobre a luz espiritual: como acontecem nela a tarde e a manhã e aseparação das trevas  \nXVIII. Como Deus executa suas obras  \nXIX. Prudência na interpretação das Escrituras  \nXX. N ão se façam afirmações temerárias em assuntos obscuros das Escrituras  \nXXI. O fruto da interpretação não temerária, sem qualquer afirmação LIVRO II  \nI. O que era o firmamento no meio das águas—Alguns negam a existência de um céu sobre o céu dos astros  \nII. O ar está acima da terra  \nIII. O fogo ocupa lugar mais alto que o ar  \nIV. Opinião de alguém sobre o céu aéreo  \nV. Encontra-se água também sobre o céu dos astros  \nVI. Nas palavras: “Deus fez” etc. está insinuada a pessoa do Filho de Deus?  \nVII. Sobre o mesmo assunto  \nVIII. Razão por não ter acrescentado: “Deus fez”, após a criação da luz  \nIX. A figura do céu  \nX. O movimento do céu  \nXI. Explicação sobre a informidade da terra  \nXII. A criação das ervas e das árvores—Por que se disse em separado: “E assim se fez?”  \nXIII. Por que os luzeiros foram criados no quarto dia?  \nXIV. Os luzeiros servem de sinais para os tempos, dias e anos  \nXV. A criação da lua  \nXVI. Os astros brilham com a mesma intensidade?  \nXVII. Os astrólogos  \nXVIII. Dificuldades a respeito dos astros  \nLIVRO III  \nI. A criação dos animais provindos da água, antes da criação dos animais provindos da terra  \nII. Os céus desapareceram com um dilúvio e o ar se transformou em natureza de água  \nIII. Opiniões sobre a transformação dos elementos—O ar foi mencionado no G ênesis  \nIV. Relação entre os cinco sentidos e os quatro elementos  \nV. Os sentidos reagem de modo diferente com respeito aos quatro elementos  \nVI. A Escritura não omitiu o elemento ar  \nVII. As aves foram criadas das águas  \nVIII. Os peixes são denominados répteis de almas vivas  \nIX. Alguns filósofos atribuíram a cada elemento seus animais  \nX. N ão somente os voláteis, mas outros elementos procederam das águas  \nXI. Os vários g êneros de animais criados da terra  \nXII. Razão pela qual não foi dito “segundo sua espécie” ao falar do homem  \nXIII. Razão pela qual a bênção é dada apenas aos animais aquáticos e ao homem  \nXIV. A criação dos insetos  \nXV. A criação dos animais nocivos  \nXVI. O motivo da criação de animais que se danam mutuamente  \nXVII. Cuidados com os corpos dos mortos que foram devorados  \nXVIII. O motivo da criação dos espinhos, dos cardos e das árvores não frutíferas  \nXIX. A razão do “façamos” apenas na criação do homem  \nXX. Ainda a criação do homem à imagem de Deus—A omissão do “E assim se fez” na criação do homem  \nXXI. O alimento proporcionado ao homem e a imortalidade humana  \nXXII. Opiniões sobre as palavras para a criação da alma e do corpo  \nXXIII. Comentário sobre as palavras: “E assim se fez”  \nXXI","cbCainYNo2xTSU22","https://ap.wps.com/l/cbCainYNo2xTSU22","pdf",2217272,5,1,312,"Portuguese","pt",112,"# Apresentação\n# Introdução\n# Comentário literal ao Gênesis\n# Livro I\n## O que se deve considerar na Escritura\n## De que modo Deus disse “Faça-se a luz”\n## Prudência na interpretação das Escrituras\n# Livro II\n## O que era o firmamento\n## A figura do céu e seu movimento\n## Os luzeiros: sinais para os tempos\n# Livro III\n## Criação dos animais\n## Razões para a bênção dada ao homem\n## Criação da alma e do corpo\n# Livro IV\n## O sentido dos seis dias\n## O descanso de Deus no sétimo dia\n## Observância do sábado cristão\n## Interpretação do dia, da tarde e da manhã","[{\"question\":\"Qual é a orientação central para interpretar a Escritura segundo o texto?\",\"answer\":\"O texto destaca a prudência na interpretação e a necessidade de não fazer afirmações temerárias em assuntos obscuros das Escrituras. 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