[{"data":1,"prerenderedAt":-1},["ShallowReactive",2],{"doc-detail-52344-pt":3,"doc-seo-52344-112":30,"detail-sidebar-cat-0-pt-112":91},{"code":4,"msg":5,"data":6},0,"success",{"doc_id":7,"user_id":8,"nickname":9,"user_avatar":10,"doc_module":4,"category_id":11,"category_name":12,"doc_title":13,"doc_description":14,"doc_content":15,"file_id":16,"file_url":17,"file_type":18,"file_size":19,"view_count":20,"is_deleted":4,"is_public":21,"is_downloadable":21,"audit_status":21,"page_count":22,"language":23,"language_code":24,"site_id":25,"html_lang":24,"table_of_contents":26,"faqs":27,"seo_title":13,"seo_description":14,"update_tm":28,"read_time":29},52344,1374391975076,"Riley","https://ap-avatar.wpscdn.com/avatar/14000253ca4ec9f6853?x-image-process=image/resize,m_fixed,w_180,h_180&k=1783305029341752051",33,"Religião e Espiritualidade","Patrística Vol. 18 - Santo Atanásio","Obra de patrística centrada em Santo Atanásio, reunindo apresentação, introduções e seções doutrinais voltadas à defesa da fé cristã e ao esclarecimento teológico. Desenvolve uma refutação da idolatria: origem dos cultos, vaidade das imagens, insensibilidade dos ídolos, contradições do politeísmo e consequências do pecado. Propõe o conhecimento do verdadeiro Deus pela alma racional, pela contemplação da criação e pela Escritura. Inclui ainda tratados sobre a Encarnação do Verbo, a redenção pela cruz e a resposta às acusações e perseguições sofridas por Atanásio, além de vida e conduta de Santo Antão.","Í ndice  \nApresentação  \nIntrodução  \n1. Do nascimento até o concílio de Nicéia  \n2. Concílio de Nicéia  \n3. Episcopado  \n4. Cinco vezes exilado  \n5. Escritos  \nConclusão  \nCONTRA OS PAGÃOS  \nIntrodução  \nIntrodução  \nOs pagãos ignoram a religião cristã que caluniam  \nPRIMEIRA PARTE: REFUTAÇÃO DA IDOLATRIA  \nI. Origens da idolatria  \nO homem criado à imagem de Deus  \nO pecado do primeiro homem. Nascimento das paixões  \nA alma se entrega às paixões. O pecado  \nO homem é o autor do mal  \nNascimento da idolatria  \nDivinização dos elementos, dos animais, das paixões e do próprio homem  \nVaidade da apoteose  \nO testemunho na Escritura  \nII. Refutação da idolatria  \nAções vergonhosas dos deuses  \nVaidade do culto das imagens  \nTestemunho da Escritura  \nOs ídolos são insensíveis  \nA invenção das artes não é devida aos deuses  \nA idolatria diviniza as paixões humanas  \nObjeção: os ídolos são meio de comunicar com a divindade  \nO ídolo é obra de arte dos homens. Como Deus se poderia manifestar por ele?  \nOs anjos não mais se manifestam por elas  \nContradições da idolatria e do politeísmo  \nOs sacrifícios humanos  \nVícios infames  \nFalsidade do culto dos elementos  \nTransição  \nSEGUNDA PARTE: CONHECIMENTO DO VERDADEIRO DEUS  \nI. Conhecimento de Deus a partir do conhecimento da alma  \nExistência da alma racional  \nA atividade da alma é independente dos sentidos  \nA imortalidade da alma  \nA idolatria é conseqüência da negação da alma espiritual. Necessidade de  \npurificação para elevar-se a Deus  \nII. Conhecimento de Deus a partir da contemplação do mundo  \nA criação faz conhecer Deus  \nO movimento do céu  \nA harmonia dos elementos  \nA ordem do mundo prova a existência de Deus único  \nO Verbo na criação  \nComparações do coro e da cidade  \nO Verbo nos dá o conhecimento do Pai  \nEnsinamento da Escritura sobre a idolatria  \nConclusão  \nExortação  \nA ENCARNAÇÃO DO VERBO  \nIntrodução  \nIntrodução  \nUnidade da obra divina  \nI.Os antecedentes da encarnação do verbo: criação e queda do homem  \nII. A encarnação so verbo, vitória sobre a morte e o dom da incorruptibilidade  \nIII. A encarnação do verbo, restauração humana conforme a imagem de Deus e  \no dom do conhecimento sobrenatural  \nIV. O valor savífico da encarnação do verbo a união do logos e do corpo  \nhumano  \nA redenção mediante o sacrifício da cruz  \nA ressurreição de Cristo e o dom da incorruptibilidade  \nV. Contra os judeus incrédulos testemunhas da encarnação de Cristo  \nDesenvolvimento oratório sobre estas testemunhas  \nOutras testemunhas e reflexões sobre os milagres de Cristo  \nVI. Contra os gregos filósofos e idólatras argumentos da razão: a conveniência  \ncosmológica da encaranação  \nA conveniência física da encarnação  \nConclusão: a razão dos efeitos universais da encarnação  \nRecursos aos fatos: O fim da idolatria, da divinização e do reino dos filósofos  \nA expansão miraculosa e a força divina do ensinamento de Cristo  \nConclusão: a universalidade efetiva da encarnação  \nConclusão geral: exortação ao estudo da Escritura e à prática das virtudes  \nAPOLOGIA AO IMPERADOR CONSTÂNCIO  \nApresentação  \nIntrodução  \nO estado geral da questão  \nI. Primeira acusação: Atanásio teria trabalhado para desunir os dois imperadores  \na) Captatio benevolentiae  \nb) A defesa  \nc) Conclusão  \nII. Segunda acusação: Compromissos com o usurpador Magnêncio  \na) A calúnia  \nb) Os argumentos de Atanásio  \nc) As testemunhas que depõem a favor do réu  \nd) Falsa peça para convicção  \nConclusão: apelo a Deus, convite a investigação séria  \nIII. Terceira acusação: Culto celebrado numa igreja em construção  \na) O fato  \nb) As razões que o justifica  \nc) Discussão à luz do bom senso da Escritura  \nConclusão: o imperador é convidado a vir celebrar a Dedicatória  \nIV. Suporta convocação do imperador à qual Atanásio não teria obedecido  \nV. Complementos da atualidade para a apoligia primitiva  \nConclusão: toda a esperança de Atanásio está no imperador  \nAPOLOGIA DE SUA FUGA  \nIntrodução  \nIntrodução  \nOcasião da ","cbCait6G93BM16he","https://ap.wps.com/l/cbCait6G93BM16he","pdf",1206064,3,1,172,"Portuguese","pt",112,"# Apresentação\n# Introdução\n# Do nascimento até o concílio de Nicéia\n# Concílio de Nicéia\n# Episcopado\n# Cinco vezes exilado\n# Escritos\n# Contra os pagãos\n## Refutação da idolatria\n## Conhecimento do verdadeiro Deus\n# A Encarnação do Verbo\n# Apologia ao imperador Constâncio\n# Apologia de sua fuga\n# Sobre a vida e conduta de Santo Antão","[{\"question\":\"Quais são os principais argumentos para refutar a idolatria apresentados no texto?\",\"answer\":\"O texto afirma que a idolatria nasce do pecado e da entrega das paixões, diviniza elementos, animais e homens, e se torna vaidade sem fundamento. 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