[{"data":1,"prerenderedAt":-1},["ShallowReactive",2],{"doc-detail-52337-pt":3,"doc-seo-52337-112":30,"detail-sidebar-cat-0-pt-112":91},{"code":4,"msg":5,"data":6},0,"success",{"doc_id":7,"user_id":8,"nickname":9,"user_avatar":10,"doc_module":4,"category_id":11,"category_name":12,"doc_title":13,"doc_description":14,"doc_content":15,"file_id":16,"file_url":17,"file_type":18,"file_size":19,"view_count":20,"is_deleted":4,"is_public":21,"is_downloadable":21,"audit_status":21,"page_count":22,"language":23,"language_code":24,"site_id":25,"html_lang":24,"table_of_contents":26,"faqs":27,"seo_title":13,"seo_description":14,"update_tm":28,"read_time":29},52337,1374391975076,"Riley","https://ap-avatar.wpscdn.com/avatar/14000253ca4ec9f6853?x-image-process=image/resize,m_fixed,w_180,h_180&k=1783305029341752051",33,"Religião e Espiritualidade","Patrística Vol 11 Santo Agostinho","Sumário de “Solilóquios” e do diálogo “A Vida Feliz”, atribuindo a Agostinho uma investigação filosófico-espiritual sobre a oração a Deus, os modos de conhecer a verdade e a relação entre fé, esperança, amor e sabedoria. Desenvolvem-se temas como imortalidade da alma, origem e natureza do verdadeiro e do falso, falsidade dependente dos sentidos, e a posse de Deus como condição da felicidade. A introdução editorial contextualiza o movimento “voltar às fontes” do cristianismo e orienta a leitura direta dos textos patrísticos.","Í ndice  \nSOLILÓQUI OS  \nIntrodução  \nLIVRO I  \nCapítulo I Prece a Deus  \nCapítulo II O que se deve amar  \nCapítulo III O conhecimento de Deus  \nCapítulo IV Conhecimento fundamentado  \nCapítulo V Idêntico e igual conhecimento de coisas diferentes  \nCapítulo VI Olhos com que a alma vê a Deus  \nCapítulo VII Até quando a fé, a esperança e o amor são necessários  \nCapítulo VIII O que é necessário para conhecer a Deus  \nCapítulo IX Amor a nós mesmos  \nCapítulo X Amor às coisas corporais e exteriores  \nCapítulo XI Uso correto dos bens exteriores  \nCapítulo XII Nada se deve desejar senão enquanto leve ao Sumo Bem  \nCapítulo XIII Como e com que etapas se aprofunda a sabedoria  \nCapítulo XIV A própria sabedoria purifica as vistas  \nCapítulo XV Como se conhece a alma. Confiança em Deus  \nLIVRO II  \nCapítulo I Imortalidade da alma  \nCapítulo II A verdade eterna  \nCapítulo III A falsidade existirá sempre; mas não existirá sem os sentidos  \nCapítulo IV Perpetuidade da falsidade ou da verdade  \nCapítulo V Que é a verdade  \nCapítulo VI De onde vem e onde está a falsidade  \nCapítulo VII Verossímil. O nome SOLILÓQUI OS  \nCapítulo VIII De onde o verdadeiro ou o falso  \nCapítulo IX Que é falso, enganador e mentiroso  \nCapítulo X Certas coisas são verdadeiras enquanto falsas  \nCapítulo X I Verdade das ciências. Fábula. Gramática  \nCapítulo XII De quantas maneiras certas coisas estão noutra coisa  \nCapítulo XIII Deduz-se a imortalidade da alma  \nCapítulo XIV Amplia-se o silogismo acima  \nCapítulo XV Natureza do verdadeiro e do falso  \nCapítulo XVI Podem-se denominar coisas melhores com nomes de coisas  \ninferiores?  \nCapítulo XVII Algo é totalmente falso ou verdadeiro?  \nCapítulo XX Cremos em algumas coisas; recordamos outras; outras não se  \npercebem  \nA VIDA FELIZ  \nIntrodução  \nCapítulo I Dedicatória a Mânlio Teodoro  \nA viagem em direção ao porto da Sabedoria  \nTrês tipos de navegantes rumo à Filosofia  \nO escolho do orgulho  \nAgostinho expõe as etapas de sua navegação ao encalço da vida feliz  \nInsistente apelo a Mânlio Teodoro  \nAmbiente e participantes do colóquio  \nCapítulo II O problema da felicidade  \nConstamos de corpo e alma  \nO alimento da alma  \nO festim do aniversário  \nQuestão: somos felizes por possuirmos o que queremos?  \nS ó quem possui a Deus é feliz  \nQuem possui a Deus?  \nApresentação de questão extra  \nPodem os acadêmicos ser felizes?  \nLicêncio procura apoiar-se em Alípio  \nOpinião de Mônica sobre os acadêmicos  \nCapítulo III A posse de deus como condição da felicidade  \nPreâmbulo  \nConcordância das três opiniões sobre quem possui a Deus  \nÉ feliz aquele a quem Deus está presente como amigo  \nPode ser considerado feliz quem ainda está à procura de Deus?  \nA benevolência de Deus traz felicidade  \nConsiste a infelicidade na carência?  \nCapítulo IV A felicidade é plenitude espiritual  \nPassar necessidade e ser infeliz se identificam?  \nInconsequências lógicas  \nConceitos estoicos sobre a sabedoria da vida  \nBasta o gozo dos bens temporais para ser feliz?  \nA maior carência: a falta de sabedoria  \nToda carência equivale a uma infelicidade  \nTodo infeliz é indigente  \nPlenitude: o oposto da indig ência  \nSentido da palavra: plenitude  \nA sabedoria: justa medida da alma  \nPara ser feliz é preciso possuir a sabedoria  \nA verdadeira sabedoria é a Sabedoria de Deus  \nA verdadeira felicidade é a comunhão com a Trindade Término do diálogo  \nAPRESENTAÇÃO  \nSurgiu, pelos anos 40, na Europa, especialmente na França, um movimento de interesse voltado para os antigos escritores cristãos e suas obras, conhecidos, tradicionalmente, como “Padres da Igreja”, ou “santos Padres ”. Esse movimento, liderado por Henri de Lubac e Jean Daniélou, deu origem à coleção “Sources Chrétiennes ”, hoje com cerca de 300 t ítulos, alguns dos quais com várias edições. Com o Concílio Vaticano II, ativou-se em toda a Igreja o de sejo e a necessidade de renovação da liturgia, da exegese, da espiritualidade e da teologia a partir das fontes primitivas. Surgiu a nec","cbCaihVuCxSIGFmF","https://ap.wps.com/l/cbCaihVuCxSIGFmF","pdf",560155,3,1,90,"Portuguese","pt",112,"# SOLILÓQUI OS\n## Introdução\n## LIVRO I\n## Capítulo I Prece a Deus\n## Capítulo II O que se deve amar\n## Capítulo III O conhecimento de Deus\n## Capítulo IV Conhecimento fundamentado\n## Capítulo V Idêntico e igual conhecimento de coisas diferentes\n## Capítulo VI Olhos com que a alma vê a Deus\n## Capítulo VII Até quando a fé, a esperança e o amor são necessários\n## Capítulo VIII O que é necessário para conhecer a Deus\n## Capítulo IX Amor a nós mesmos\n## Capítulo X Amor às coisas corporais e exteriores\n## Capítulo XI Uso correto dos bens exteriores\n## Capítulo XII Nada se deve desejar senão enquanto leve ao Sumo Bem\n## Capítulo XIII Como e com que etapas se aprofunda a sabedoria\n## Capítulo XIV A própria sabedoria purifica as vistas\n## Capítulo XV Como se conhece a alma. 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Gramática\n## Capítulo XII De quantas maneiras certas coisas estão noutra coisa\n## Capítulo XIII Deduz-se a imortalidade da alma\n## Capítulo XIV Amplia-se o silogismo acima\n## Capítulo XV Natureza do verdadeiro e do falso\n## Capítulo XVI Podem-se denominar coisas melhores com nomes de coisas inferiores?\n## Capítulo XVII Algo é totalmente falso ou verdadeiro?\n## Capítulo XX Cremos em algumas coisas; recordamos outras; outras não se percebem\n# A VIDA FELIZ\n## Introdução\n## Capítulo I Dedicatória a Mânlio Teodoro\n## Capítulo II O problema da felicidade\n## Capítulo III A posse de deus como condição da felicidade\n## Capítulo IV A felicidade é plenitude espiritual\n# APRESENTAÇÃO","[{\"question\":\"Qual é o objetivo central de “Solilóquios” segundo os capítulos iniciais?\",\"answer\":\"O diálogo busca a prece e o amadurecimento do conhecer a Deus, articulando amor, fé, esperança e sabedoria. 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