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O estudo descreve coloração, morfometria e quetotaxia da cabeça e do corpo, incluindo estruturas como mandíbulas, antenas, complexo hipofaríngeo, pernas torácicas, urópodos e diversos tipos de escolos, além de padrões de setas e medidas corporais. 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Dirphia araucariae Jones, 1908 é monofitófaga, pois suaslagartas alimentam-se exclusivamente de acículas do Pinheiro-brasileiro (Araucaria angustifolia ( Bertol. ) Kuntze – Araucariaceae) . Para dissuadir os predadores aslagartas contam com coloração verde mimética e estruturas urticantes para defesafísica e química. Sua dist ribuição segue os limites de ocorrência da planta hospedeira, abrangendo os Estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná , Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Devido à inexistência de trabalhos descrevendo a morfologia completa dos estágios imaturos, este estudo detalhou a anatomia externa da lagarta. As larvas foram obtidas de criação laboratorial, das quais algumas foram sacrificadas em álcool et ílico a 70% . O estudo ut ilizou imagens digitais dos exemplares vivos para elaboração dos desenhos e aná lises das estruturas corporais. Descreveu-se a coloração, morfometria e quetotaxia da cabeça compreendendo mand í bulas, antenas, labro, complexo hipofaringeal e fiandeira e, do corpo, escolos, pernas torácicas e urópodos. A lagarta de D. araucariae atinge no máximo entre 65 e 75 mm de comprimento com cápsula cefálica entre 4 ,5 e 5 ,0 mm. A cá psula cefá lica é de cor verde-escuro eformato ovalado , com grande quant idade de setas, especialmente na região frontal. Aregião ocular é escurecida, destacando-se a seta S1 pelo maior tamanho. Mand íbulas de bordas lisas, lab ro com depressão mediana pronunciada. Complexo hipofaringeal com fiandeira tubular. Antenas com antacó rias bastante largas e robustas. Tegumento verde-claro com duas faixas circulares de cor negra e laranja na região anterior decada segmento. Espiráculos elipsó ides, laranja-escuros e envoltos por peritrema negro. Pernas torácicas vermelhas, larvópodos verde-claros com planta amarronzada. Tegumento com grande quant idade de setas diminutas e escolos verdes, finos ealongados com espinhos negros. Escolos dorsais atingem entre 14 e 16 mm de comprimento , com até 23 espinhos; sub-dorsais com 6 a 7 mm e 10 a 13 espinhos; laterais com 4 mm , e 4 a 6 espinhos; e 3 mm para os escolos ventrais, com 4 a 8 espinhos.  \nPalavras-chave: importância florestal , erucismo , lagarta urtificante.  \nApoio: UCS, FAPERGS.  \nXVI Encontro de Jovens Pesquisadores – Setembro de 2008 Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa  \nUniversidade de Caxias do Sul","cbCaijBmMZJk2WBc","https://ap.wps.com/l/cbCaijBmMZJk2WBc","pdf",116525,"Portuguese","# Caracterização morfológica\n## Anatomia externa e quetotaxia\n## Morfometria e coloração\n## Estruturas da cabeça e do corpo\n## Adaptação urticante e distribuição","[{\"question\":\"Qual é o objetivo do estudo com Dirphia araucariae?\",\"answer\":\"Descrever a anatomia externa (morfologia completa dos estágios imaturos) da lagarta, detalhando coloração, morfometria e quetotaxia.\"},{\"question\":\"Quais características morfológicas principais foram detalhadas?\",\"answer\":\"A pesquisa descreve estruturas da cabeça (mandíbulas, antenas, complexo hipofaríngeo e fiandeira) e do corpo (escolhos, pernas torácicas e urópodos), incluindo padrões de setas e espinhos.\"},{\"question\":\"Qual é a relação da lagarta com a planta hospedeira?\",\"answer\":\"Dirphia araucariae é monofitófaga, alimentando-se exclusivamente de acículas do pinheiro-brasileiro (Araucaria angustifolia), e sua distribuição acompanha os limites de ocorrência da planta.\"}]","CARACTERIZAÇÃO MORFOLÓGICA DA LAGARTA DE DIRPHIA araucariae - 1908 | PDF"]