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Aponta benefícios sociais e científicos, incluindo suporte à Defesa Civil em enchentes e relevância para a segurança na aviação, além de avanços como técnicas de quantificação de chuva e integração com previsão numérica do tempo. Questiona a ideia de que custos elevados não gerariam retorno, defendendo estimativas de benefício/custo para o Estado.",{"@graph":59,"@context":116},[60,77,99],{"@type":61,"itemListElement":62},"BreadcrumbList",[63,68,71,74],{"item":64,"name":65,"@type":66,"position":67},"https://docshare.wps.com","Home","ListItem",1,{"item":69,"name":9,"@type":66,"position":70},"https://docshare.wps.com/pt/document/",2,{"item":72,"name":35,"@type":66,"position":73},"https://docshare.wps.com/pt/document/pesquisa-e-relatórios/",3,{"item":75,"name":55,"@type":66,"position":76},"https://docshare.wps.com/pt/document/meteorological-radars-of-the-sao-paulo-network-fapesp-and-economic-return/217542/",4,{"url":75,"name":55,"@type":78,"image":79,"author":84,"headline":55,"publisher":87,"fileFormat":90,"inLanguage":53,"description":57,"dateModified":91,"datePublished":92,"encodingFormat":90,"isAccessibleForFree":93,"interactionStatistic":94},"DigitalDocument",{"url":80,"@type":81,"width":82,"height":83},"https://docshare.wps.com/thumbnails/meteorological-radars-of-the-sao-paulo-network-fapesp-and-economic-return/217542.png","ImageObject",300,407,{"name":85,"@type":86},"Asher","Person",{"url":64,"name":88,"@type":89},"DocShare","Organization","application/pdf","2026-10-07","2026-09-08",true,{"@type":95,"interactionType":96,"userInteractionCount":98},"InteractionCounter",{"@type":97},"ViewAction",5,{"@type":100,"mainEntity":101},"FAQPage",[102,108,112],{"name":103,"@type":104,"acceptedAnswer":105},"Como a rede paulista de radares meteorológicos começou e evoluiu?","Question",{"text":106,"@type":107},"O ponto de partida foi um radar implantado em Bauru em 1974, graças a um projeto da FAPESP. 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projetoespecial da FAPESP,em 1974,foi oponto de partida da atual rede paulistade radares.Hoje,passadas pouco maisde duas décadas e investidos pelaFundacao cerca de US$1,2 milhāo namontagem fisica da rede e no financia-mento continuo de uma série depesquisas a ela articuladas,sāo indis-cutiveisos beneficios sociais eos resul-tados cientificos produzidos por aquelainiciativa.  \nFinalmente,há que se destacara transferencia da experiencia acu-mulada com o Radasp para projetosregionais no Rio Grande do Sul,Santa Catarina,Paraná,Rio deJaneiro,Ceará e Amazonia(projetoSivan),além da contribuicāo para arede nacional de radares meteoroló-gicos da Aeronáutica,em implanta-cao no pais.  \nDo ponto de vista social,bastalembrar que os tres radares da redepaulista fornecem dados cruciais para aDefesa Civil em caso de enchentes eventos fortes,situando-se,portanto,num esquema direto de protecāo à vida.Observacoes de radar sao também dealta relevancia para a aviacao,o queneste caso inclui a seguranca das oper-acoes aeroportuárias na Capital.  \nMas se tudo isso resulta numconsenso quanto à importanciasocial e cientifica da rede paulistade radares,persistem dúvidas quan-to a seu caráter economico.Ainal,segundo o senso comum,os radaresmeteorológicos-componente essen-cial dos servicos de previsao e infor-macao do tempo no mundo inteiro-implicam sempre custos elevadospara o Estado,sem a contrapartidade retornos diretos adequados.  \noperado_pelo Departamento deAguas e Energia Eletrica,DAEE-éda ordem de USS2 milhoes por ano.E nem de longe os pagamentos sim-bólicos efetuados pelos usuáriosregulares de suas informacoes(cerca de 70,no caso dos radares deBauru e Presidente Prudente)e maisclientes eventuais,poderiam cobrirtal despesa.  \nJá no inventário dos resultadoscientíficos do projeto Radasp(Radar em São Paulo),há que se ali-nhar,entre outros,a contribuicao depesquisadores paulistas,em escalainternacional,para uma nova técni-ca de quantificacāo de chuva comradar.O trabalho foi tese de douto-rado do professor Roberto VicenteCalheiros,titular do Instituto dePesquisas Meteorológicas daUNESP,em Bauru e suas conclu-soes foram publicadas no Journal ofClimate and Applied Metheorology.  \nO custo de operacāo e manu-tencao dos radares do Estado de SaoPaulo,por exemplo-um em Bauru,outro em Presidente Prudente,ope-rados ambos pela UNESP e um ter-ceiro em PonteNova/Salesopolis,  \nTrata-se,portanto,de um servi-co deficitário,certo?Errado.Arigor,essa é uma falsa visao do pro-blema.Numa abordagem macro-econômica,os radares meteorólogi-  \nNo mesmo inventário,embreve será possivel incluir a valida-cāo do radar como estimador deventos na vertical,em ar claro -está em fase de conclusao a primei-ra experiencia sistemática já efetua-da nesse sentido.  \nHá mais ainda:um avancadoprojeto destinado a integrar as infor-macoes de radar a chamada previsaonumérica do tempo,que está sendoiniciado sob a coordenacão do pro-fessor Calheiros e em cooperacāocom a Universidade Mcgill,noCanadá,poderá contribuir muitopara o aperfeicoamento das previ-soes e informacoes sobre o tempo e,particularmente,para a montagem  \n6FAPESP  \nRoberto Vicente  \nCalheiros  \nO radonio,uma  \ncúpula sobre  \ntorre metalica,  \nprotege a antena  \nparabólica do  \nradar de Bauru  \ncos revelam-se responsáveis por umconsiderável retorno economicopara o Estado e nao por deficits ope-racionais.  \n“A rede paulista de radaresapresenta um beneficio/custo eco-nomico de 15 para 1.Ou seja,paracada unidade monetária investida,incluindo custos diretos e indiretos,além de investimentos,retornampelo menos 15 unidades”,resume oprofessor Calheiros.  \nEle parte de uma uma sólidabase ao fazer essa afirmativa,por-que entre as várias pesquisas e estu-dos com radares meteorológicos aque vem se dedicando desde os anos  \n70,coordenou o primeiro estudoespecifico já reali","cbCaimyNw2FbUDRA","https://ap.wps.com/l/cbCaimyNw2FbUDRA","pdf",8646630,"Portuguese","# Contexto e origem da rede\n## Projetos, investimentos e articulação de pesquisas\n# Benefícios sociais e científicos\n## Defesa Civil e aviação\n## Pesquisas e avanços técnicos\n# Debate econômico e estimativas\n## Custos versus retorno\n## Relação benefício/custo e produtividade","[{\"question\":\"Como a rede paulista de radares meteorológicos começou e evoluiu?\",\"answer\":\"O ponto de partida foi um radar implantado em Bauru em 1974, graças a um projeto da FAPESP. 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