[{"data":1,"prerenderedAt":-1},["ShallowReactive",2],{"detail-sidebar-cat-0-pt-112":3,"doc-seo-297288-112":49,"doc-detail-297288-pt":123},{"code":4,"msg":5,"data":6},0,"success",[7,13,17,21,25,29,33,37,41,45],{"id":8,"doc_module":4,"doc_module_name":9,"category_name":10,"show_sort_weight":11,"slug":12},26,"Document","Contos e Romances",60,"story-novel",{"id":14,"doc_module":4,"doc_module_name":9,"category_name":15,"show_sort_weight":11,"slug":16},46,"Estilo de Vida","lifestyle",{"id":18,"doc_module":4,"doc_module_name":9,"category_name":19,"show_sort_weight":11,"slug":20},28,"Exames","exam",{"id":22,"doc_module":4,"doc_module_name":9,"category_name":23,"show_sort_weight":11,"slug":24},47,"Geral","general",{"id":26,"doc_module":4,"doc_module_name":9,"category_name":27,"show_sort_weight":11,"slug":28},29,"Histórias em Quadrinhos","comic",{"id":30,"doc_module":4,"doc_module_name":9,"category_name":31,"show_sort_weight":11,"slug":32},27,"Literatura","literature",{"id":34,"doc_module":4,"doc_module_name":9,"category_name":35,"show_sort_weight":11,"slug":36},32,"Pesquisa e Relatórios","research-report",{"id":38,"doc_module":4,"doc_module_name":9,"category_name":39,"show_sort_weight":11,"slug":40},33,"Religião e Espiritualidade","religion-spirituality",{"id":42,"doc_module":4,"doc_module_name":9,"category_name":43,"show_sort_weight":11,"slug":44},31,"Saúde e Cuidados","healthcare",{"id":46,"doc_module":4,"doc_module_name":9,"category_name":47,"show_sort_weight":11,"slug":48},45,"Tecnologia","technology",{"code":4,"msg":50,"data":51},"ok",{"site_id":52,"language":53,"slug":54,"title":55,"keywords":56,"description":57,"schema_data":58,"social_meta":116,"head_meta":118,"extra_data":120,"updated_unix":122},112,"pt","manual-of-tuberculosis-and-nontuberculous-mycobacteria-recommendations","Manual de Tuberculose e Micobactérias Não Tuberculosas - Recommendations","","Manual de referência sobre tuberculose ativa e micobactérias não tuberculosas, apresentando recomendações para diagnóstico, tratamento e acompanhamento clínico. Inclui orientações para tuberculose pulmonar e extrapulmonar (incluindo formas ganglionar, osteoarticular, pericárdica, pleural, miliar e genitourinária), bem como tratamento em situações particulares como gravidez, infância e coinfeção pelo VIH. Aborda efeitos adversos dos antibacilares, abandono/descontinuação da terapêutica, condutas quando não se confirma o diagnóstico e rastreio de contactos e de doentes elegíveis para terapêutica biológica e infeção VIH, além de informação sobre recém-nascido exposto e BCGite.",{"@graph":59,"@context":115},[60,77,98],{"@type":61,"itemListElement":62},"BreadcrumbList",[63,68,71,74],{"item":64,"name":65,"@type":66,"position":67},"https://docshare.wps.com","Home","ListItem",1,{"item":69,"name":9,"@type":66,"position":70},"https://docshare.wps.com/pt/document/",2,{"item":72,"name":43,"@type":66,"position":73},"https://docshare.wps.com/pt/document/saúde-e-cuidados/",3,{"item":75,"name":55,"@type":66,"position":76},"https://docshare.wps.com/pt/document/manual-of-tuberculosis-and-nontuberculous-mycobacteria-recommendations/297288/",4,{"url":75,"name":55,"@type":78,"image":79,"author":84,"headline":55,"publisher":87,"fileFormat":90,"inLanguage":53,"description":57,"dateModified":91,"datePublished":92,"encodingFormat":90,"isAccessibleForFree":93,"interactionStatistic":94},"DigitalDocument",{"url":80,"@type":81,"width":82,"height":83},"https://docshare.wps.com/thumbnails/manual-of-tuberculosis-and-nontuberculous-mycobacteria-recommendations/297288.png","ImageObject",300,407,{"name":85,"@type":86},"Paura","Person",{"url":64,"name":88,"@type":89},"DocShare","Organization","application/pdf","2026-10-02","2026-09-18",true,{"@type":95,"interactionType":96,"userInteractionCount":76},"InteractionCounter",{"@type":97},"ViewAction",{"@type":99,"mainEntity":100},"FAQPage",[101,107,111],{"name":102,"@type":103,"acceptedAnswer":104},"Quais são as principais áreas abordadas no manual?","Question",{"text":105,"@type":106},"O manual cobre diagnóstico e tratamento da tuberculose ativa, incluindo tuberculose pulmonar e extrapulmonar, além de tratamento em situações particulares. Também inclui efeitos adversos, abandono/descontinuação da terapêutica, condutas quando o diagnóstico não se confirma e procedimentos de rastreio.","Answer",{"name":108,"@type":103,"acceptedAnswer":109},"Como é organizado o tratamento da tuberculose extrapulmonar?",{"text":110,"@type":106},"O manual apresenta o tratamento por localização, incluindo formas ganglionar, osteoarticular, pericárdica, pleural, miliar e genitourinária. Para cada forma são contempladas orientações específicas no capítulo de tratamento extrapulmonar.",{"name":112,"@type":103,"acceptedAnswer":113},"O que é abordado na secção sobre rastreio?",{"text":114,"@type":106},"Há orientações para rastreio de contactos, interpretação dos testes e decisão clínica. O manual inclui ainda rastreio de doentes candidatos a terapêutica biológica e rastreio de doentes VIH positivo, com critérios de elegibilidade e informação sobre quando repetir o rastreio.","https://schema.org",{"og:url":75,"og:type":117,"og:title":55,"og:site_name":88,"og:description":57},"article",{"robots":119,"canonical":75},"index,follow",{"doc_id":121,"site_id":52},297288,1790341963,{"code":4,"msg":5,"data":124},{"doc_id":121,"user_id":125,"nickname":85,"user_avatar":126,"doc_module":4,"category_id":42,"category_name":43,"doc_title":55,"doc_description":57,"doc_content":127,"file_id":128,"file_url":129,"file_type":130,"file_size":131,"view_count":76,"is_deleted":4,"is_public":67,"is_downloadable":67,"audit_status":67,"page_count":132,"language":133,"language_code":53,"site_id":52,"html_lang":53,"table_of_contents":134,"faqs":135,"seo_title":136,"seo_description":57,"update_tm":137,"read_time":138},13056712833777,"https://ap-avatar.wpscdn.com/davatar_29158cc5080c5b710cf443261637dec0","MANUAL DE TUBERCULOSE EMICOBACTÉRIASNÃO TUBERCULOSAS  \nRECOMENDAÇÕES  \n2020  \nManual de tuberculose emicobactérias não tuberculosas  \nRECOMENDAÇÕES  \nFICHA TÉCNICA  \nPortugal. Ministério da Saúde. Direção-Geral da Saúde.  \nManual de Tuberculose e Micobactérias não tuberculosas.  \nLisboa: Direção-Geral da Saúde, 2020.  \nISBN: 978-972-675-308-7  \nPALAVRAS CHAVE  \nTuberculose, micobactérias, rastreio, tratamento.  \nEDITOR  \nDireção-Geral da Saúde  \nAlameda D. Afonso Henriques, 45 1049-005 Lisboa Tel.: 218 430 500  \nFax: 218 430 530  \n[E-mail: geral@dgs.min-saude.pt](E-mail: geral@dgs.min-saude.pt)[ ](E-mail: geral@dgs.min-saude.pt)[www.dgs.pt](www.dgs.pt)  \nAUTOR  \nPrograma Nacional para a Tuberculose  \n1ª EDIÇÃO  \nAna Antunes, Ana Cláudia Carvalho, Ana Filipa Gonçalves, Betânia Ferreira, Carla Ribeiro, Cláudia Lares dos Santos, Filipa Soares Pires, Filipa Viveiros, Isabel Carvalho, João Costa, Madalena Reis, Mafalda Van Zeller, Margarida Dias, Raquel Duarte, Regina Monteiro, Ricardo Reis, Rita Ferraz, Sérgio Campainha, Susana Boavida, Vanda Areias  \nREVISÃO  \nAna Claudia Carvalho, André Santos Silva, Cátia Pereira, Inês Ladeira, Isabel Carvalho, Maria Alvarenga, Raquel Duarte, Raquel Viana, Rita Macedo, Teresa Andrade  \nLisboa, julho 2020  \nMINISTÉRIO DA SAÚDE | DIREÇÃO-GERAL DA SAÚDE  \nPORTUGAL-PNT 2020  \nMANUAL DE TUBERCULOSE E MICOBACTÉRIAS NÃO TUBERCULOSAS  \n3  \nÍNDICE  \nÍndice  \nSiglas e Acrónimos 8  \nSumário Executivo 9  \nNota Introdutória da Diretora-Geral da Saúde 10  \nConsiderações prévias 11  \n1. Tuberculose ativa 12  \n1.1. Diagnóstico 12  \n2. Tratamento da tuberculose pulmonar 15  \n2.1. Princípios 15  \n2.2 Conceitos 15  \n3. Tratamento da tuberculose extrapulmonar 19  \n3.1. Tuberculose Ganglionar 19  \n3.2. Tuberculose Osteoarticular  20  \n3.3. Tuberculose Pericárdica 20  \n3.4. Tuberculose Pleural 20  \n3.5. Tuberculose Miliar 20  \n3.6. Tuberculose Genitourinária 20  \n4. Tratamento em situações particulares 21  \n4.1. Na grávida 21  \n4.2. Na criança 21  \n4.3. No doente com coinfecção pelo VIH 21  \n5. Efeitos adversos dos antibacilares 23  \n5.1 Perturbações Gastrointestinais 23  \n5.2. Hepatotoxicidade 24  \n5.3. Nefrotoxicidade 26  \n5.3. Lesões cutâneas 26  \n5.4. Reação de hipersensibilidade 26  \n5.5. Toxicidade Neurológica 27  \n5.6. Neuropatia periférica 27  \n5.7. Ototoxicidade 27  \n5.8. Toxicidade ocular 27  \n5.9. Toxicidade Músculo-Esquelética 28  \n5.10. Toxicidade Hematológica 28  \n6. Abandono/descontinuação da terapêutica 29  \n7. O que fazer quando não se confirma o diagnóstico  30  \n8. Abordagem do doente com tuberculose pulmonar em ambiente hospitalar 31  \nMINISTÉRIO DA SAÚDE | DIREÇÃO-GERAL DA SAÚDE  \nPORTUGAL-PNT 2020  \nMANUAL DE TUBERCULOSE E MICOBACTÉRIAS NÃO TUBERCULOSAS  \n4  \nÍNDICE  \n9. Rastreio de tuberculose 33  \n9.1. Rastreio de contactos 33  \n9.1.1. Como planear o rastreio? 33  \n9.2. Interpretação dos testes de rastreio e respetiva decisão clínica 34  \n10. Rastreio do doente candidato a terapêutica biológica 37  \n10.1. Quem rastrear? 37  \n10.2. Quando rastrear? 37  \n10.3. Como rastrear? 37  \n10.4. Quem é elegível para tratamento preventivo? 37  \n10.5. Que regime terapêutico utilizar? 38  \n10.6. Quando pode o doente iniciar medicação biológica? 38  \n10.7. Como fazer o follow-up dos doentes sob terapêutica biológica? 38  \n11. Rastreio do doente VIH positivo 39  \n11.1. Quando rastrear? Em que situações o rastreio deve ser repetido e com que frequência? 39  \n11.2. Como rastrear? 39  \n11.3. Quem é elegível para tratamento preventivo? 39  \n11.4. Porquê fazer tratamento preventivo? 40  \n11.5. Quando iniciar tratamento para infeção latente por MTC no doente infetado pelo VIH quenão está sob TARV?  40  \n12. Abordagem do recém-nascido de mãe com tuberculose 41  \n13. Micobactérias não tuberculosas 43  \n13.1. Micobactérias não tuberculosas 43  \n13.2. Linfadenite por Bacillus Calmette-Guérin (BCGite) 45  \nReferências bibliográficas 48  \nMINISTÉRIO DA SAÚDE | DIREÇÃO-GERAL DA SAÚDE  \nPORTUGAL-PNT 2020  \nMANUAL DE TUBERC","cbCaidfEbVvV1hAz","https://ap.wps.com/l/cbCaidfEbVvV1hAz","pdf",1328611,52,"Portuguese","# Siglas e Acrónimos\n# Sumário Executivo\n# Nota Introdutória da Diretora-Geral da Saúde\n# Considerações prévias\n# 1. Tuberculose ativa\n## 1.1. Diagnóstico\n# 2. Tratamento da tuberculose pulmonar\n## 2.1. Princípios\n## 2.2. Conceitos\n# 3. Tratamento da tuberculose extrapulmonar\n## 3.1. Tuberculose Ganglionar\n## 3.2. Tuberculose Osteoarticular\n## 3.3. Tuberculose Pericárdica\n## 3.4. Tuberculose Pleural\n## 3.5. Tuberculose Miliar\n## 3.6. Tuberculose Genitourinária\n# 4. Tratamento em situações particulares\n## 4.1. Na grávida\n## 4.2. Na criança\n## 4.3. No doente com coinfecção pelo VIH\n# 5. Efeitos adversos dos antibacilares\n## 5.1. Perturbações Gastrointestinais\n## 5.2. Hepatotoxicidade\n## 5.3. Nefrotoxicidade\n# 6. Abandono/descontinuação da terapêutica\n# 7. O que fazer quando não se confirma o diagnóstico\n# 8. Abordagem do doente com tuberculose pulmonar em ambiente hospitalar\n# 9. Rastreio de tuberculose\n## 9.1. Rastreio de contactos\n## 9.1.1. Como planear o rastreio?\n## 9.2. Interpretação dos testes de rastreio e respetiva decisão clínica\n# 10. Rastreio do doente candidato a terapêutica biológica\n## 10.1. Quem rastrear?\n## 10.2. Quando rastrear?\n## 10.3. Como rastrear?\n## 10.4. Quem é elegível para tratamento preventivo?\n## 10.5. Que regime terapêutico utilizar?\n## 10.6. Quando pode o doente iniciar medicação biológica?\n## 10.7. Como fazer o follow-up dos doentes sob terapêutica biológica?\n# 11. Rastreio do doente VIH positivo\n## 11.1. Quando rastrear? Em que situações o rastreio deve ser repetido e com que frequência?\n## 11.2. Como rastrear?\n## 11.3. Quem é elegível para tratamento preventivo?\n## 11.4. Porquê fazer tratamento preventivo?\n## 11.5. Quando iniciar tratamento para infeção latente por MTC no doente infetado pelo VIH quenão está sob TARV?\n# 12. Abordagem do recém-nascido de mãe com tuberculose\n# 13. Micobactérias não tuberculosas\n## 13.1. Micobactérias não tuberculosas\n## 13.2. Linfadenite por Bacillus Calmette-Guérin (BCGite)\n# Referências bibliográficas","[{\"question\":\"Quais são as principais áreas abordadas no manual?\",\"answer\":\"O manual cobre diagnóstico e tratamento da tuberculose ativa, incluindo tuberculose pulmonar e extrapulmonar, além de tratamento em situações particulares. Também inclui efeitos adversos, abandono/descontinuação da terapêutica, condutas quando o diagnóstico não se confirma e procedimentos de rastreio.\"},{\"question\":\"Como é organizado o tratamento da tuberculose extrapulmonar?\",\"answer\":\"O manual apresenta o tratamento por localização, incluindo formas ganglionar, osteoarticular, pericárdica, pleural, miliar e genitourinária. Para cada forma são contempladas orientações específicas no capítulo de tratamento extrapulmonar.\"},{\"question\":\"O que é abordado na secção sobre rastreio?\",\"answer\":\"Há orientações para rastreio de contactos, interpretação dos testes e decisão clínica. O manual inclui ainda rastreio de doentes candidatos a terapêutica biológica e rastreio de doentes VIH positivo, com critérios de elegibilidade e informação sobre quando repetir o rastreio.\"}]","Manual de Tuberculose e Micobactérias Não Tuberculosas - Recommendations | PDF",1789743592,80]