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A revisão atualiza as melhores práticas para manejo na sala de emergência, comparando a fisiopatologia e os perfis mais afetados: CAD associada ao DM tipo 1 e EHH predominante em idosos com DM tipo 2. 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A CAD é mais comum no DM tipo 1, enquanto o EHHafeta principalmente idosos com DM tipo 2. Este estudo visa revisar as melhores práticas para omanejo dessas emergências na sala de emergência. Metodologia: Foi realizada uma revisão de literatura em bases como PubMed e Scielo, com artigos publicados entre 2022 e 2024. Foramselecionados 20 artigos relevantes para o manejo das emergências hiperglicêmicas, além de protocolos médicos de referência, como o da Sociedade Brasileira de Diabetes. Resultados: Na CAD, a falta de insulina leva à hiperglicemia e cetogênese, resultando em acidose metabólica edesidratação. O EHH é caracterizado por hiperglicemia extrema e hiperosmolaridade, com maior incidência em idosos e associado a comorbidades como insuficiência renal. O manejo envolve reidratação com solução salina, correção de eletrólitos e uso de insulina após correção dahipocalemia. Estudos recentes sugerem que doses menores de insulina reduzem o risco decomplicações como edema cerebral. Em ambos os quadros, é fundamental identificar e tratar a causa subjacente. Conclusão: O tratamento adequado das emergências hiperglicêmicas é crucial para reduzir a mortalidade, com a reidratação, o uso de insulina e a correção eletrolítica sendo essenciais. A educação continuada dos pacientes e o controle rigoroso da glicemia sãonecessários para prevenir novos episódios.  \nPalavras-chave: Diabetes mellitus; Emergências hiperglicémicas; Manejo clínico.  \nBrazilian Journal of Implantology and Health Sciences  \nVolume 6, Issue 9 (2024), Page 3353-3360.  \nMANEJO DAS COMPLICAÇÕES HIPERGLICÊMICAS EM PACIENTES COM DIABETES  \nMELLITUS NA EMERGÊNCIA: UMA REVISÃO ATUALIZADA  \nCaio Lucas Lima Caires [et. al](et. al).  \nManagement of Hyperglycemic Complications in Patients with Diabetes Mellitus in the Emergency Room: An Updated Review  \nABSTRACT  \nIntroduction: Hyperglycemic emergencies, such as diabetic ketoacidosis (DKA) and hyperosmolar hyperglycemic state (HHS), are serious complications of diabetes mellitus (DM) and can be fatal if not properly treated. DKA is more common in type 1 DM, while HHS primarily affects elderly patients with type 2 DM. This study aims to review best practices for managing these emergencies in the emergency room. Methodology: A literature review was conducted using databases such as PubMed and Scielo, with articles published between 2022 and 2024. Twenty relevant articles on the management of hyperglycemic emergencies were selected, as well as reference medical protocols, such as those from the Brazilian Diabetes Society. Results: In DKA, the lack of insulin leads to hyperglycemia and ketogenesis, resulting in metabolic acidosis and dehydration. HHS is characterized by extreme hyperglycemia and hyperosmolarity, with higher incidence in elderly patients and associated with comorbidities such as renal insufficiency. Management involves rehydration with saline solution, electrolyte correction, and insulin administration after correcting hypokalemia. Recent studies suggest that lower doses of insulin reduce the risk of complications like cerebral edema. 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