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Também contextualiza críticas sobre sua erudição e defende sua cultura “primitiva e variada”.",{"@graph":14,"@context":71},[15,34,54],{"@type":16,"itemListElement":17},"BreadcrumbList",[18,23,27,31],{"item":19,"name":20,"@type":21,"position":22},"https://docshare.wps.com","Home","ListItem",1,{"item":24,"name":25,"@type":21,"position":26},"https://docshare.wps.com/pt/document/","Document",2,{"item":28,"name":29,"@type":21,"position":30},"https://docshare.wps.com/pt/document/religião-e-espiritualidade/","Religião e Espiritualidade",3,{"item":32,"name":10,"@type":21,"position":33},"https://docshare.wps.com/pt/document/lost-sermons-of-charles-spurgeon-volume-2-preface/505552/",4,{"url":32,"name":10,"@type":35,"image":36,"author":41,"headline":10,"publisher":44,"fileFormat":47,"inLanguage":8,"description":12,"dateModified":48,"datePublished":48,"encodingFormat":47,"isAccessibleForFree":49,"interactionStatistic":50},"DigitalDocument",{"url":37,"@type":38,"width":39,"height":40},"https://docshare.wps.com/thumbnails/lost-sermons-of-charles-spurgeon-volume-2-preface/505552.png","ImageObject",300,407,{"name":42,"@type":43},"Riley","Person",{"url":19,"name":45,"@type":46},"DocShare","Organization","application/pdf","2026-10-04",true,{"@type":51,"interactionType":52,"userInteractionCount":22},"InteractionCounter",{"@type":53},"ViewAction",{"@type":55,"mainEntity":56},"FAQPage",[57,63,67],{"name":58,"@type":59,"acceptedAnswer":60},"Quem foi Elias Lyman Magoon e qual era seu papel na publicação dos sermões?","Question",{"text":61,"@type":62},"Elias Lyman Magoon foi o pastor em Nova Iorque que publicou, como amostra nos Estados Unidos, uma coleção de sermões de Charles Haddon Spurgeon após acompanhar a atividade do pregador na Grã-Bretanha.","Answer",{"name":64,"@type":59,"acceptedAnswer":65},"Quais foram as três razões apresentadas para a influência de Spurgeon?",{"text":66,"@type":62},"O texto aponta, em primeiro lugar, sua inteligência e dedicação à educação; 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Magoon havia visitado a Grã-Bretanha na década anterior e continuou a receber jornais do Reino Unido. Fora autor de dois livros sobre grandes realizações oratórias no passado e no presente. O pastor de Nova Iorque ficou, portanto, fascinado ao descobrir que um jovem pregador de sua própria denominação havia se tornado um fenômeno em Londres. Spurgeon, embora fosse apenas um adolescente quando aceitou o púlpito da Capela Batista da rua New Park, no bairro de Southwark, em 1854, tornou-se oassunto da capital britânica. Sua capela lotava em todos os domingos, os cultos que ministrava eram procurados por toda acidade, e seus sermões eram publicados em abundância pelaimprensa. Magoon decidiu publicar uma amostra nos Estados Unidos. Spurgeon, segundo o americano, era “tão original em suas ideias, quanto desenvolto em sua expressão”.[Nota 1] Ao longo dos anos, até sua morte em 1892, Spurgeon provou ser o maior pregador do século. Qual seria, questionou-se Magoon, omotivo de tamanha influência?  \nEm primeiro lugar, explicou, havia a inteligência de Spurgeon. A habilidade mental, aperfeiçoada pelo devotamento à educação, permitia ao pregador de Londres fornecer uma profusão de ricas ilustrações. A opinião de Magoon foi confirmada pelas posteriores pesquisas. Spurgeon era um ávidoleitor, acumulando uma biblioteca pessoal de mais de doze mil volumes.  \nA cada mês, a revista de sua igreja, A Espada e a Espátula, trazia perspica-zes e críticas considerações a respeito de sua leitura mais recente. Um fato é que ele não superestimava os autores clássicos da antiguidade, os quais constituíam então a  \nbase de uma educação elevada, observando que “a sabedorianem sempre fala latim”.[Nota 2] No entanto, como notou Magoon, Spurgeon era capaz de, dotado de conhecimento, fazer alusão a Homero e Virgílio em um sermão. Mais tarde, em 1869, passou a ser ridicularizado pelo ensaísta Matthew Arnold como um homem que não apreciava a doçura e a luz provenientes das fontes clássicas, um contestador do valor da cultura.[Nota 3] No entanto, tal acusação era completamente injusta. Spurgeon respeitava a erudição e havia absorvido grande parte dela. Magoon aproximou-se mais da verdade ao declarar que o pregador de Londres adquiriu uma “cultura primitiva evariada”.[Nota 4]  \nEm segundo lugar, de acordo com ele, Spurgeon era notável por sua independência. O americano contrastava a originalidade dos sermões de Spurgeon com as opiniões padrãoexpressas no púlpito pela maior parte dos pregadores. Estava disposto a compartilhar seus pensamentos, expressando opiniões sólidas que divergiam das visões predominantes da época. Ele era produto da Ânglia Oriental rural, desafiando alegremente os valores da capital onde pregava.“Via de regra,”Spurgeon dizia aos alunos da faculdade que fundara, “odeio osmodismos da sociedade e detesto convencionalida-des.”[Nota 5] O pregador repudiava a noção de que os ministros deveriam pertencer a uma classe refinada, distinta do povo comum. Seus alunos eram obrigados a morar nos lares de membros comunsda igreja, em vez de conviverem em uma habitação estudantil coletiva, para que não se tornassem presunçosos em julgaremse parte de uma classe separada de homens. A ideia vitoriana de um cavalheiro, detentor de um estilo de vida refinado e superior ao de seus companheiros, era anátema para ele. Contra o modelo do cavalheiro, Spurgeon estabeleceu a imagem de um homem.“Não raro, apenas um dentre doze homens no púlpito”, queixou-se, “fala, de fato, como um homem”. 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