[{"data":1,"prerenderedAt":-1},["ShallowReactive",2],{"doc-seo-209653-112":3,"detail-sidebar-cat-0-pt-112":80,"doc-detail-209653-pt":123},{"code":4,"msg":5,"data":6},0,"ok",{"site_id":7,"language":8,"slug":9,"title":10,"keywords":11,"description":12,"schema_data":13,"social_meta":73,"head_meta":75,"extra_data":77,"updated_unix":79},112,"pt","list-01-pre-colonial-and-colonial-period","Lista 01 - Período Pré-Colonial e Colonial","","Lista 01 - Período Pré-Colonial e Colonial reúne questões de vestibulares que abordam interpretações históricas do Brasil escravista e de dinâmicas sociais e econômicas em diferentes regiões. O material discute a crítica ambiental no período, a agência feminina na África Ocidental e suas conexões com características urbanas brasileiras. Também apresenta análise de mapa sobre expansão e ocupação territorial, e questões sobre origens e disseminação de alimentos, articulando evidências textuais e hipóteses históricas.",{"@graph":14,"@context":72},[15,34,55],{"@type":16,"itemListElement":17},"BreadcrumbList",[18,23,27,31],{"item":19,"name":20,"@type":21,"position":22},"https://docshare.wps.com","Home","ListItem",1,{"item":24,"name":25,"@type":21,"position":26},"https://docshare.wps.com/pt/document/","Document",2,{"item":28,"name":29,"@type":21,"position":30},"https://docshare.wps.com/pt/document/exames/","Exames",3,{"item":32,"name":10,"@type":21,"position":33},"https://docshare.wps.com/pt/document/list-01-pre-colonial-and-colonial-period/209653/",4,{"url":32,"name":10,"@type":35,"image":36,"author":41,"headline":10,"publisher":44,"fileFormat":47,"inLanguage":8,"description":12,"dateModified":48,"datePublished":49,"encodingFormat":47,"isAccessibleForFree":50,"interactionStatistic":51},"DigitalDocument",{"url":37,"@type":38,"width":39,"height":40},"https://docshare.wps.com/thumbnails/list-01-pre-colonial-and-colonial-period/209653.png","ImageObject",300,407,{"name":42,"@type":43},"Asher","Person",{"url":19,"name":45,"@type":46},"DocShare","Organization","application/pdf","2026-10-07","2026-09-05",true,{"@type":52,"interactionType":53,"userInteractionCount":33},"InteractionCounter",{"@type":54},"ViewAction",{"@type":56,"mainEntity":57},"FAQPage",[58,64,68],{"name":59,"@type":60,"acceptedAnswer":61},"Quais temas históricos são explorados nas questões da Lista 01?","Question",{"text":62,"@type":63},"A lista aborda crítica ambiental ligada ao meio natural no Brasil escravista, dinâmicas de comércio e agência feminina na África Ocidental, ocupação territorial a partir de mapa e análises sobre origem e disseminação de alimentos. 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(Enem 2016) A linhagem dos primeiros críticos ambientais brasileiros não praticou o elogio laudatório da beleza e da grandeza do meio natural brasileiro. Omeio natural foi elogiado por sua riqueza e potencialeconômico, sendo sua destruição interpretada como um signo de atraso, ignorância e falta de cuidado.  \nPADUA, J. A. Um sopro de destruição: pensamentopolítico e crítica ambiental no Brasil escravista (1786- 1888) . Rio de Janeiro: Zahar, 2002 (adaptado) .  \nDescrevendo a posição dos críticos ambientais brasileiros dos séculos XVIII e XIX, o autor demonstra que, via de regra, eles viam o meio natural como a) ferramenta essencial para o avanço da nação.  \nb) dádiva divina para o desenvolvimento industrial.  \nc) paisagem privilegiada para a valorização fundiária.  \nd) limitação topográfica para a promoção da urbanização.  \ne) obstáculo climático para o estabelecimento da civilização.  \n2. (Enem 2016) A África Ocidental é conhecida peladinâmica das suas mulheres comerciantes, caracterizadas pela perícia, autonomia e mobilidade. Asua presença, que fora atestada por viajantes e por missionários portugueses que visitaram a costa apartir do século XV, consta também na ampla documentação sobre a região. A literatura é rica em referências às grandes mulheres como as vendedoras ambulantes, cujo jeito para o negócio, bem como a autonomia e mobilidade, é tão típico da região.  \nHAVIK, P. Dinâmicas e assimetrias afro-atlânticas: aagência feminina e representações em mudança na Guiné (séculos XIX e XX) . In: PANTOJA. S. (Org.) . Identidades, memórias e histórias em terras africanas.  \nBrasília: LGE; Luanda: Nzila, 2006.  \nA abordagem realizada pelo autor sobre a vida social da África Ocidental pode ser relacionada a uma característica marcante das cidades no Brasil escravista nos séculos XVIII e XIX, que se observa pela  \na) restrição à realização do comércio ambulante por africanos escravizados e seus descendentes.  \nb) convivência entre homens e mulheres livres, de diversas origens, no pequeno comércio.  \nc) presença de mulheres negras no comércio de ruade diversos produtos e alimentos.  \nd) dissolução dos hábitos culturais trazidos do continente de origem dos escravizados.  \ne) entrada de imigrantes portugueses nas atividades ligadas ao pequeno comércio urbano.  \n3. (Fuvest 2013) Observe o mapa abaixo.  \nPROF. RODOLFO  \nCom base no mapa e em seus conhecimentos, assinale a alternativa correta.  \na) O rio São Francisco foi caminho natural para aexpansão da cana-de-açúcar e do algodão da Zona da Mata, na Bahia, até a Capitania de São Paulo e Minas de Ouro.  \nb) A ocupação territorial de parte significativa dessa região foi marcada por duas características geomorfológicas: a serra do Espinhaço e o vale do rio São Francisco.  \nc) Essa região caracterizava-se, nesse período, por paisagens onde predominavam as minas e oscurrais, mas no século XIX a mineração sobrepujou as outras atividades econômicas dessas capitanias.  \nd) O caminho pelo rio São Francisco foi estabelecidopelas bandeiras paulistas para penetração na região aurífera da Chapada dos Parecis e posterior pagamento do“quinto” na sede da capitania, em Salvador.  \ne) As bandeiras que partiam da Capitania da Bahia de Todos os Santos para a Capitania de São Paulo e Minas de Ouro propiciaram o surgimento de localidades com economia baseada na agricultura monocultora de exportação.  \n4. (Fuvest 2013) Admite-se que as cenouras sejam originárias da região do atual Afeganistão, tendo sido levadas para outras partes do mundo por viajantes ouinvasores. Com base em relatos escritos, pode-se dizer que as cenouras devem ter sido levadas à Europa no século XII e, às Américas, no início doséculo XVII.  \nEm escritos anteriores ao século XVI, há referência apenas a cenouras de cor roxa, amarela ou vermelha.  \n~~ ~~ [http://historiaonline.com.br](http://historiaonline.com.br)  \nLISTA 01 – PERÍODO PRÉ-COLONIAL E COLONIAL  \nÉ possível que as cenouras de ","cbCaivqjxxJ5zq1K","https://ap.wps.com/l/cbCaivqjxxJ5zq1K","pdf",3445047,23,"Portuguese","# Questões sobre período pré-colonial e colonial\n## Crítica ambiental e meio natural no Brasil escravista\n## Dinâmicas afro-atlânticas e comércio na África Ocidental\n## Geomorfologia e ocupação territorial no Brasil colônia\n## Origem e disseminação das cenouras\n## Documentos do século XVII e República de Palmares","[{\"question\":\"Quais temas históricos são explorados nas questões da Lista 01?\",\"answer\":\"A lista aborda crítica ambiental ligada ao meio natural no Brasil escravista, dinâmicas de comércio e agência feminina na África Ocidental, ocupação territorial a partir de mapa e análises sobre origem e disseminação de alimentos. 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