[{"data":1,"prerenderedAt":-1},["ShallowReactive",2],{"doc-detail-37584-pt":3,"doc-seo-37584-112":29},{"code":4,"msg":5,"data":6},0,"success",{"doc_id":7,"user_id":8,"nickname":9,"user_avatar":10,"doc_module":4,"category_id":11,"category_name":12,"doc_title":13,"doc_description":14,"doc_content":15,"file_id":16,"file_url":17,"file_type":18,"file_size":19,"view_count":4,"is_deleted":4,"is_public":20,"is_downloadable":20,"audit_status":20,"page_count":21,"language":22,"language_code":23,"site_id":24,"html_lang":23,"table_of_contents":25,"faqs":26,"seo_title":13,"seo_description":14,"update_tm":27,"read_time":28},37584,2336464648322,"Aria","https://ap-avatar.wpscdn.com/avatar/2200025388227c56fec?_k=1778556882303663488",27,"Literatura","Jean-Marc Narbonne. A Metafísica de Plotino","Estudo filosófico sobre a metafísica de Plotino, com ênfase na concepção do ser e do possível, articulando perspectivas cosmológicas, ontológicas e noológicas. Analisa a concepção plotiniana do ser, ilustrada pelo Uno, destacando a liberdade do Uno e a função exemplar da matéria, incluindo distinções como nihil negativum versus nihil positivum. Examina ainda as origens dessa concepção, a transposição estoica do platonismo e o debate entre metafísica e possibilidade, culminando em conclusões e apêndices críticos.","ÍNDICE  \nCapa  \nRosto  \nPrefácio à segunda edição francesa  \nPrefácio  \nIntrodução  \nA CONCEPÇÃO ARISTOTÉLICA DO SER  \nO SER E O POSSÍVEL  \n1. Possibilidade “cosmológica”  \n2. Possibilidade “ontológica”  \n3. Possibilidade “noológica”  \nA CONCEPÇÃO PLOTINIANA DO SER  \nO exemplo do Uno  \nA liberdade do Uno  \nO exemplo da matéria  \nUma matéria “flexível”  \nUma matéria impassível  \nNihil negativum versus nihil positivum  \n1º . O necessitarismo  \n2º . A des-realização do sensível  \nNAS ORIGENS DA CONCEPÇÃO PLOTINIANA DO SER  \nPlotino, ou a transposição estoica do platonismo  \nA doutrina dos “dois atos”  \nA ἕξις estoica e sua apropriação plotiniana  \n“Agir” ou “ser”  \nHISTÓRIA E METAFÍSICA  \nMETAFÍSICA E POSSIBILIDADE  \nConclusões  \nApêndices  \nApêndice I  \nIrrealidade da matéria e realidade do mal: acerca de uma objeção possível à  \ntese do poder absoluto do Uno  \nUma matéria engendrada ou não engendrada?  \nApêndice II  \nHenôsis e Ereignis: observações acerca de uma interpretação heideggeriana  \ndo Uno plotiniano  \nIntrodução  \nO Uno plotiniano segundo R. Schürmann  \nEnsaio de caracterização do Uno plotiniano  \nBibliografia (Principais obras consultadas)  \nIndex locorum  \nSobre o autor  \nColeção DIDASKALÍAFicha catalográfica Notas  \nPREFÁCIO À SEGUNDA EDIÇÃO FRANCESA  \nO crescente interesse dos especialistas e dos estudantes pelo pensamento  \nneoplatônico e por Plotino em particular explica que, alguns anos após sua aparição, o presente volume seja beneficiado com uma segunda edição. Nosso projetoinicial era destacar à atenção do público alguns pontos salientes da filosofia de Plotino, ou aqueles que nos pareciam manifestar melhor que outros sua originalidadea uma época cujo espírito não mais os reconhece. Na história da transmissão do platonismo – sempre mais ou menos penetrado de aristotelismo –, Plotino ocupa umaposição singular não apenas em relação a seus antecessores, que ele ultrapassa por sua capacidade de síntese e suas audácias especulativas, mas também em relação a seus sucessores, que em muitos aspectos dele se distanciarão (é o caso do argumento causa sui desenvolvido acerca do Uno ou da assimilação da matéria ao mal radical) . Mestre mal amado ou mal compreendido, iniciador em parte traído, Plotino lega à posteridade uma imensa herança, da qual Platão, em seu lugar, recebeu quase todo ocrédito. Mas isso foi evidentemente um ganho para a grande aventura do platonismo, de peripécias numerosas e variadas, que desdobra suas consequências até hoje.  \nAlgumas das visões expressas neste livro passaram por uma evolução, sob oimpulso de novas pesquisas. Foi assim que, do problema da originalidade de Plotino, passamos ao problema da especificidade do projeto neoplatônico como tal, notadamente por oposição à ontologia de tradição aristotélica e à interpretação proposta por Heidegger. [1] Esta segunda investigação, mais ampla, mas que de modo algum desmente as principais aquisições da primeira, permite-nos apreciar aindamelhor o estatuto da intuição mestra de Plotino em relação ao Uno transcendente, amesma que, associada à exegese do Parmênides de Platão, alimentará toda a reflexão posterior da escola neoplatônica.  \nDecidimos não modificar – à parte as correções cosméticas usuais – o conteúdo da primeira edição deste livro, que tem sua própria história, e que se defenderá bem – ou mal – por si só . Acrescentou-se agora um estudo que nos parece auxiliar a melhor situar o lugar do Uno plotiniano como princípio na história das ideias e nos debates filosóficos contemporâneos. [2] Pareceu-nos, entretanto, oportuno retornar a um pontoda exposição primitiva justamente em relação ao argumento causa sui. Ainda hojereivindicamos para Plotino a paternidade dessa noção, cujo mérito J.-L. Marion, em  \nreação a este livro e a um estudo que publicamos anteriormente,[3] atribui a Descartes. [4] O caso, não é preciso reafirmar, é difícil em razão da natureza complexa do próprio conceito, que implica a existência (para poder se criar) e a não exi","cbCaikSbCkkqm6wb","https://ap.wps.com/l/cbCaikSbCkkqm6wb","pdf",1973215,1,181,"Portuguese","pt",112,"# Índice\n## A concepção aristotélica do ser\n## A concepção plotiniana do ser\n## Nas origens da concepção plotiniana do ser\n## História e metafísica\n## Metafísica e possibilidade\n## Conclusões\n## Apêndices","[{\"question\":\"Quais são as dimensões da possibilidade discutidas no livro?\",\"answer\":\"O livro distingue possibilidade “cosmológica”, “ontológica” e “noológica”, desenvolvendo como o ser e o possível são concebidos em cada nível.\"},{\"question\":\"Como o Uno plotiniano é tratado?\",\"answer\":\"O Uno é apresentado por meio de exemplos e como princípio cuja liberdade é enfatizada; o texto também aborda o argumento e a função do Uno na arquitetura metafísica.\"},{\"question\":\"Qual é o papel da matéria na concepção plotiniana do ser?\",\"answer\":\"A matéria funciona como exemplo para mostrar contrastes internos, com menções a uma matéria “flexível” e outra “impassível”, além da comparação entre nihil negativum e nihil positivum.\"}]",1783052582,279,{"code":4,"msg":30,"data":31},"ok",{"site_id":24,"language":23,"slug":32,"title":13,"keywords":33,"description":14,"schema_data":34,"social_meta":85,"head_meta":87,"extra_data":89,"updated_unix":27},"jean-marc-narbonne-the-metaphysics-of-plotinus","",{"@graph":35,"@context":84},[36,53,67],{"@type":37,"itemListElement":38},"BreadcrumbList",[39,43,47,50],{"item":40,"name":41,"@type":42,"position":20},"https://docshare.wps.com","Home","ListItem",{"item":44,"name":45,"@type":42,"position":46},"https://docshare.wps.com/pt/document/","Document",2,{"item":48,"name":12,"@type":42,"position":49},"https://docshare.wps.com/pt/document/literatura/",3,{"item":51,"name":13,"@type":42,"position":52},"https://docshare.wps.com/pt/document/jean-marc-narbonne-the-metaphysics-of-plotinus/37584/",4,{"url":51,"name":13,"@type":54,"author":55,"headline":13,"publisher":57,"fileFormat":60,"inLanguage":23,"description":14,"dateModified":61,"datePublished":61,"encodingFormat":60,"isAccessibleForFree":62,"interactionStatistic":63},"DigitalDocument",{"name":9,"@type":56},"Person",{"url":40,"name":58,"@type":59},"DocShare","Organization","application/pdf","2026-07-03",true,{"@type":64,"interactionType":65,"userInteractionCount":4},"InteractionCounter",{"@type":66},"ViewAction",{"@type":68,"mainEntity":69},"FAQPage",[70,76,80],{"name":71,"@type":72,"acceptedAnswer":73},"Quais são as dimensões da possibilidade discutidas no livro?","Question",{"text":74,"@type":75},"O livro distingue possibilidade “cosmológica”, “ontológica” e “noológica”, desenvolvendo como o ser e o possível são concebidos em cada nível.","Answer",{"name":77,"@type":72,"acceptedAnswer":78},"Como o Uno plotiniano é tratado?",{"text":79,"@type":75},"O Uno é apresentado por meio de exemplos e como princípio cuja liberdade é enfatizada; o texto também aborda o argumento e a função do Uno na arquitetura metafísica.",{"name":81,"@type":72,"acceptedAnswer":82},"Qual é o papel da matéria na concepção plotiniana do ser?",{"text":83,"@type":75},"A matéria funciona como exemplo para mostrar contrastes internos, com menções a uma matéria “flexível” e outra “impassível”, além da comparação entre nihil negativum e nihil positivum.","https://schema.org",{"og:url":51,"og:type":86,"og:title":13,"og:site_name":58,"og:description":14},"article",{"robots":88,"canonical":51},"index,follow",{"doc_id":7,"site_id":24}]