[{"data":1,"prerenderedAt":-1},["ShallowReactive",2],{"doc-detail-108157-pt":3,"doc-seo-108157-112":30,"detail-sidebar-cat-0-pt-112":91},{"code":4,"msg":5,"data":6},0,"success",{"doc_id":7,"user_id":8,"nickname":9,"user_avatar":10,"doc_module":4,"category_id":11,"category_name":12,"doc_title":13,"doc_description":14,"doc_content":15,"file_id":16,"file_url":17,"file_type":18,"file_size":19,"view_count":20,"is_deleted":4,"is_public":21,"is_downloadable":21,"audit_status":21,"page_count":11,"language":22,"language_code":23,"site_id":24,"html_lang":23,"table_of_contents":25,"faqs":26,"seo_title":27,"seo_description":14,"update_tm":28,"read_time":29},108157,13056712833777,"Logic","https://ap-avatar.wpscdn.com/davatar_29158cc5080c5b710cf443261637dec0",32,"Pesquisa e Relatórios","Em Busca do Crescimento Inclusivo - Uma Avaliação da Pobreza para Angola - Panorâmica","Relatório do Banco Mundial sobre a pobreza em Angola, enquadrado no contexto macroeconómico e histórico do país. Analisa as raízes da pobreza associadas à herança colonial e aos efeitos da guerra civil (1975-2002), incluindo destruição de infraestruturas e deslocamentos populacionais. Discute a dinâmica económica pós-2002, os impactos da queda dos preços do petróleo a partir de 2014 e a limitação do crescimento na redução da pobreza entre 2000 e 2008 e a evolução até 2014.","Pub lic Disclosure Authorized Pub lic Disclosure Authorized Pub lic Disclosure Authorized Pub lic Disclosure Authorized  \nEm Busca do Crescimento Inclusivo: Uma Avaliação da Pobreza para Angola  \nJunho de 2020  \nDocumento do Banco Mundial  \nAgradecimentos  \nO Banco Mundial agradece profundamente a estreita colaboração com o Instituto Nacional de Estatística (INE) de Angola na elaboração do presente relatório. A equipa redatora foi chefiada por Emmanuel Skoufias (Economista Principal, Prática Global sobre Pobreza e Equidade) e a equipa incluiu o Dr. Sebastian SilvaLeander (Consultor Internacional), a Dra. Katja Vinha (Consultora Internacional), Emma Mercedes Monsalve Montiel (Especialista em Proteção Social, PG EPS), Minh Cong Nguyen (Cientista de Dados Superior, PG sobre Pobreza e Equidade), Alejandro Medina (Economista Sénior, Prática Global sobre Pobreza e Equidade) e Carlos da Maia (Economista, Prática Global sobre Pobreza e Equidade) .  \nO relatório foi elaborado sob a orientação de Abdoulaye Seck (Diretor Nacional), Olivier Lambert (Gestor Nacional), Mazen Bouri (Líder de Programas), Carine Clert (Líder de Programas) e Andrew Dabalen (Diretor de Práticas, PG sobre Pobreza e Equidade) .  \nPablo Ariel Acosta (Líder de Programas, HDN, Brasil) e Shohei Nakamura (Economista, PG sobre Pobreza e Equidade) desempenharam as funções de avaliadores de pares. Foram recebidos comentários adicionais emfases iniciais do relatório da parte de Carmen Carpio (Especialista Sénior em Saúde) e Rafael Chelles Barroso (Economista Sénior) . A equipa agradece os seus comentários construtivos.  \nSantosh Kumar Sahoo (Assistente de Programas) merece um agradecimento especial pelo seu excelenteapoio durante a elaboração do presente relatório.  \nPanorâmica  \nContexto  \nAngola é a terceira maior economia da África Subsariana e está classificada como um país demédio-baixo rendimento. A sua população de cercade 30,8 milhões de habitantes (2018) vive em 18 províncias. Aproximadamente 27% da população vive na região da capital, Luanda, e cerca de 37% vive em zonas rurais. Como segundo maior produtorde petróleo de África, Angola tem uma economia fortemente dependente do setor petrolífero. O petróleo representa 87,6% das exportações, 50% das receitas do Governo e, juntamente com o gás natural, 31% do PIB. O país tem um significativo potencial não realizado para desenvolver indústrias nos domínios da agricultura, das pescas e dos minerais. Mais de 50% dos alimentos consumidosem Angola são importados e correspondem acerca de 16% das importações de bens.  \nAs raízes da pobreza em Angola podem atribuirse às estruturas económicas estabelecidas durante os três séculos vividos sob o domínio colonial e, em segundo lugar, às condições perturbadoras criadas pelos 27 anos de guerra civil entre 1975 e 2002. Apesar da próspera economia de exportação que o colonialismo criou em Angola, os próprios angolanos foram, em larga medida, excluídos de uma participação significativana mesma e deixados numa situação de pobreza relativa. A maior parte do trabalho especializado era realizado por estrangeiros, com uma reduzida transferência de competências para os angolanos. A agravar esta situação, as políticas económicas centralizadas que foram promulgadas à data da independência, conjugadas com a prolongada guerra civil, forçaram a maioria das empresas estrangeiras – e, mais importante ainda, ostrabalhadores nas áreas de gestão, técnicas e  \nadministrativas-a deixar o país. Em 1976, já aeconomia e a administração pública de Angola haviam sido entregues a menos de 100 licenciados, muitos com apenas um mínimo de experiência ou conhecimentos especializados.  \nAlém disso, durante o conflito civil de 1975- 2002, cerca de meio milhão a um milhão de pessoasmorreram, o número de feridos cifrou-se em milhões e estima-se que 3,7 milhões de pessoas se tornaram refugiados ou deslocados internos, muitas vezes migrando para as cidades em busca de meios de subsistência. Além do impacto humano, a ","cbCaip772wF69B1b","https://ap.wps.com/l/cbCaip772wF69B1b","pdf",1364110,4,1,"Portuguese","pt",112,"# Agradecimentos\n# Panorâmica\n## Contexto\n## Dinâmica económica e pobreza","[{\"question\":\"Quais são as principais raízes da pobreza em Angola apresentadas no relatório?\",\"answer\":\"O relatório aponta as estruturas económicas herdadas do período colonial e as condições geradas pela guerra civil de 1975 a 2002, que agravaram exclusão social, limitaram transferência de competências e afetaram a vida da população.\"},{\"question\":\"Como a dependência do petróleo é relacionada ao contexto económico e à pobreza?\",\"answer\":\"O texto destaca que Angola depende fortemente do setor petrolífero, com petróleo representando grande parte das exportações e do PIB. 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