[{"data":1,"prerenderedAt":-1},["ShallowReactive",2],{"detail-sidebar-cat-0-pt-112":3,"doc-seo-217477-112":49,"doc-detail-217477-pt":123},{"code":4,"msg":5,"data":6},0,"success",[7,13,17,21,25,29,33,37,41,45],{"id":8,"doc_module":4,"doc_module_name":9,"category_name":10,"show_sort_weight":11,"slug":12},26,"Document","Contos e Romances",60,"story-novel",{"id":14,"doc_module":4,"doc_module_name":9,"category_name":15,"show_sort_weight":11,"slug":16},46,"Estilo de Vida","lifestyle",{"id":18,"doc_module":4,"doc_module_name":9,"category_name":19,"show_sort_weight":11,"slug":20},28,"Exames","exam",{"id":22,"doc_module":4,"doc_module_name":9,"category_name":23,"show_sort_weight":11,"slug":24},47,"Geral","general",{"id":26,"doc_module":4,"doc_module_name":9,"category_name":27,"show_sort_weight":11,"slug":28},29,"Histórias em Quadrinhos","comic",{"id":30,"doc_module":4,"doc_module_name":9,"category_name":31,"show_sort_weight":11,"slug":32},27,"Literatura","literature",{"id":34,"doc_module":4,"doc_module_name":9,"category_name":35,"show_sort_weight":11,"slug":36},32,"Pesquisa e Relatórios","research-report",{"id":38,"doc_module":4,"doc_module_name":9,"category_name":39,"show_sort_weight":11,"slug":40},33,"Religião e Espiritualidade","religion-spirituality",{"id":42,"doc_module":4,"doc_module_name":9,"category_name":43,"show_sort_weight":11,"slug":44},31,"Saúde e Cuidados","healthcare",{"id":46,"doc_module":4,"doc_module_name":9,"category_name":47,"show_sort_weight":11,"slug":48},45,"Tecnologia","technology",{"code":4,"msg":50,"data":51},"ok",{"site_id":52,"language":53,"slug":54,"title":55,"keywords":56,"description":57,"schema_data":58,"social_meta":116,"head_meta":118,"extra_data":120,"updated_unix":122},112,"pt","from-usp-territory-to-the-black-bodys-territoriality","Do território da USP para a territorialidade do corpo negro","","Trabalho de análise territorial da USP, campus Butantã, a partir da perspectiva de servidores negros/as que ocupam a cidade universitária. O território é tratado como elemento ativo para discutir desigualdades que atingem a população negra trabalhadora da instituição e se articulam às contradições do projeto histórico-territorial da universidade. A pesquisa investiga relações raciais e espaciais desiguais materializadas em dados quantitativos, revelando trajetórias diferenciais associadas à categoria de trabalho.",{"@graph":59,"@context":115},[60,77,98],{"@type":61,"itemListElement":62},"BreadcrumbList",[63,68,71,74],{"item":64,"name":65,"@type":66,"position":67},"https://docshare.wps.com","Home","ListItem",1,{"item":69,"name":9,"@type":66,"position":70},"https://docshare.wps.com/pt/document/",2,{"item":72,"name":35,"@type":66,"position":73},"https://docshare.wps.com/pt/document/pesquisa-e-relatórios/",3,{"item":75,"name":55,"@type":66,"position":76},"https://docshare.wps.com/pt/document/from-usp-territory-to-the-black-bodys-territoriality/217477/",4,{"url":75,"name":55,"@type":78,"image":79,"author":84,"headline":55,"publisher":87,"fileFormat":90,"inLanguage":53,"description":57,"dateModified":91,"datePublished":92,"encodingFormat":90,"isAccessibleForFree":93,"interactionStatistic":94},"DigitalDocument",{"url":80,"@type":81,"width":82,"height":83},"https://docshare.wps.com/thumbnails/from-usp-territory-to-the-black-bodys-territoriality/217477.png","ImageObject",300,407,{"name":85,"@type":86},"Kyle","Person",{"url":64,"name":88,"@type":89},"DocShare","Organization","application/pdf","2026-09-29","2026-09-08",true,{"@type":95,"interactionType":96,"userInteractionCount":76},"InteractionCounter",{"@type":97},"ViewAction",{"@type":99,"mainEntity":100},"FAQPage",[101,107,111],{"name":102,"@type":103,"acceptedAnswer":104},"Qual é o objetivo principal do trabalho sobre a USP e o corpo negro?","Question",{"text":105,"@type":106},"Fazer uma análise territorial da USP, campus Butantã, considerando a perspectiva do corpo negro dos(as) servidores(as) que ocupam a cidade universitária.","Answer",{"name":108,"@type":103,"acceptedAnswer":109},"Como o artigo entende o território da universidade?",{"text":110,"@type":106},"O território é concebido como elemento ativo e “dado simbólico”, capaz de organizar e revelar relações e contradições sociais, indo além de prédios e espaços delimitados.",{"name":112,"@type":103,"acceptedAnswer":113},"De que maneira as desigualdades se relacionam ao trabalho e às trajetórias dos servidores negros?",{"text":114,"@type":106},"As desigualdades associadas à população negra trabalhadora são colocadas em sintonia com contradições do projeto histórico-territorial da USP, produzindo trajetórias diferenciadas em comparação a sujeitos não negros, inclusive conforme a categoria de trabalho.","https://schema.org",{"og:url":75,"og:type":117,"og:title":55,"og:site_name":88,"og:description":57},"article",{"robots":119,"canonical":75},"index,follow",{"doc_id":121,"site_id":52},217477,1788833685,{"code":4,"msg":5,"data":124},{"doc_id":121,"user_id":125,"nickname":85,"user_avatar":126,"doc_module":4,"category_id":34,"category_name":35,"doc_title":55,"doc_description":57,"doc_content":127,"file_id":128,"file_url":129,"file_type":130,"file_size":131,"view_count":76,"is_deleted":4,"is_public":67,"is_downloadable":67,"audit_status":67,"page_count":132,"language":133,"language_code":53,"site_id":52,"html_lang":53,"table_of_contents":134,"faqs":135,"seo_title":136,"seo_description":57,"update_tm":122,"read_time":137},3985741905716,"https://ap-avatar.wpscdn.com/davatar_994ba38a5ba835b3df7d355c54d3ed8d","Do território da USP para a territorialidade do corpo negro  205   \nDo território da USP para a territorialidade do corpo negro  \nTuwilê Jorge Kin Braga1  \nRESUMO  \nO presente trabalho busca fazer uma análise territorial da USP, campus Butantã a partir da perspectiva do corpo negro dos(as) servidores(as) que ocupam a cidade universitária. Para isso, concebemos o território da universidade como elemento ativo para a discussão sobre as desigualdades que recorrem à população negra trabalhadora da instituição e que, de alguma forma, essas desigualdades, entram em sintonia com as contradições que compreendem o projeto deformação histórico-territorial da universidade. Pensamos assim, o território da cidade universitária e as territorialidades desses sujeitos em diferentes espaços da USP como caminho para interpretação das relações raciais e espaciais desiguais que se materializam em dados quantitativos que irãorevelar múltiplos os processos de trajetórias diferenciais, no que diz respeito a categoria dotrabalho.  \nPalavras-chaves: USP, relações-raciais, servidores negros, território, territorialidade  \nFrom USP’s territory to black body’s territoriality  \nABSTRACT  \nThe present work seeks to make a territorial analysis of USP, Butantã from the perspective of the black body of servants who occupy São Paulo’s University. To this end, we conceive the territory of the University as an active element in the discussion of the inequalities that the labour black population of the institution uses and that, in some way, these inequalities are in tune with the contradictions that comprise the historical-territorial formation project of the University.  \nWe thus think of the territory at São Paulo’s University and the territorialities of these subjects indifferent spaces at USP as a way to comprehend unequal racial and spatial relations that materialize in quantitative data that will reveal multiple processes of different trajectories in terms of the category of work.  \nKeywords: USP, racial relations, black labours, territory, territoriality  \nIntrodução  \nA Universidade de São Paulo (USP), umas das principais universidades do Brasil, está relacionada, desde a sua fundação, em 1934, a uma tradição jurídico-política. Seu espaço diz respeito a uma importância territorial, a um “projeto político e cultural”(WITTER, 2006, p. 25) que não somente serve como forma de demonstrar o poder científico produzido por intelectuais representados pelo estado de São Paulo, como também para elevar o progresso nacional:  \nÉ inegável que a criação da USP se insere num ambicioso projeto político e cultural  \nnão só para São Paulo, como também para toda nação brasileira. Esse projeto foi  \nelaborado por um grupo paulista que, dotado do espírito bandeirantismo e visão  \npolítica, via na criação da Universidade um instrumento de progresso. (Ibid., p. 25)  \n1 Mestre em Geografia Humana (USP) . Pesquisador do Núcleo de pesquisadoras negras da USP (NEPEN) . Email: [tuwile@hotmail.com](tuwile@hotmail.com)  \nBoletim Paulista de Geografia, nº 104, jul.-dez. 2020 (ISSN: 2447-0945)  \nDo território da USP para a territorialidade do corpo negro  206   \nEssa ótica, que posiciona a criação da universidade como produto para o progresso emescala local e nacional, apenas desenha um dos diversos movimentos que o território universitário tem capacidade de agregar. O território, sendo mais do que um espaçodelimitado com seus conjuntos de prédios, moradias, guaritas, praças, vias, ou melhor, objetos, direciona uma proposta conceitual para o nosso trabalho que provoca nossoentendimento para uma abertura mais ampla da leitura do território do saber universitário:  \naquela que situa o território como “dado simbólico” (SANTOS, 2012, p. 82) para compreender as relações e contradições sociais que se apropriam dos movimentos departicipação dentro dele.  \nDesta forma, iremos conceber o território da Cidade Universitária como um elemento ativo para a discussão sobre a população. A Universidade ","cbCaigtokkfGUtup","https://ap.wps.com/l/cbCaigtokkfGUtup","pdf",439171,22,"Portuguese","# Introdução\n## Universidade de São Paulo e projeto político-cultural\n## Território, territorialidades e relações sociais\n## Método e estrutura da pesquisa","[{\"question\":\"Qual é o objetivo principal do trabalho sobre a USP e o corpo negro?\",\"answer\":\"Fazer uma análise territorial da USP, campus Butantã, considerando a perspectiva do corpo negro dos(as) servidores(as) que ocupam a cidade universitária.\"},{\"question\":\"Como o artigo entende o território da universidade?\",\"answer\":\"O território é concebido como elemento ativo e “dado simbólico”, capaz de organizar e revelar relações e contradições sociais, indo além de prédios e espaços delimitados.\"},{\"question\":\"De que maneira as desigualdades se relacionam ao trabalho e às trajetórias dos servidores negros?\",\"answer\":\"As desigualdades associadas à população negra trabalhadora são colocadas em sintonia com contradições do projeto histórico-territorial da USP, produzindo trajetórias diferenciadas em comparação a sujeitos não negros, inclusive conforme a categoria de trabalho.\"}]","Do território da USP para a territorialidade do corpo negro | PDF",34]