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O texto revisita alertas sobre emissões e paradoxos de sustentabilidade, compara cenários entre EUA e Brasil e argumenta que, embora controversa, a cadeia pode favorecer a segurança alimentar ao liberar grãos para consumo humano. Também indica como limitações técnicas e logísticas podem modular a demanda na nutrição animal.",{"@graph":59,"@context":115},[60,77,98],{"@type":61,"itemListElement":62},"BreadcrumbList",[63,68,71,74],{"item":64,"name":65,"@type":66,"position":67},"https://docshare.wps.com","Home","ListItem",1,{"item":69,"name":9,"@type":66,"position":70},"https://docshare.wps.com/pt/document/",2,{"item":72,"name":43,"@type":66,"position":73},"https://docshare.wps.com/pt/document/saúde-e-cuidados/",3,{"item":75,"name":55,"@type":66,"position":76},"https://docshare.wps.com/pt/document/feed-food-corn-ethanol-and-dgs-between-fuel-and-food/217361/",4,{"url":75,"name":55,"@type":78,"image":79,"author":84,"headline":55,"publisher":87,"fileFormat":90,"inLanguage":53,"description":57,"dateModified":91,"datePublished":92,"encodingFormat":90,"isAccessibleForFree":93,"interactionStatistic":94},"DigitalDocument",{"url":80,"@type":81,"width":82,"height":83},"https://docshare.wps.com/thumbnails/feed-food-corn-ethanol-and-dgs-between-fuel-and-food/217361.png","ImageObject",300,407,{"name":85,"@type":86},"Rhys","Person",{"url":64,"name":88,"@type":89},"DocShare","Organization","application/pdf","2026-09-25","2026-09-08",true,{"@type":95,"interactionType":96,"userInteractionCount":73},"InteractionCounter",{"@type":97},"ViewAction",{"@type":99,"mainEntity":100},"FAQPage",[101,107,111],{"name":102,"@type":103,"acceptedAnswer":104},"Qual é o principal debate discutido no artigo sobre biocombustíveis?","Question",{"text":105,"@type":106},"O artigo aborda o conflito “energético versus alimentar”, questionando a conversão de cereais e oleaginosas em etanol e biodiesel em vez de alimentos humanos ou rações.","Answer",{"name":108,"@type":103,"acceptedAnswer":109},"O que significa DGS e como ele se relaciona ao etanol de milho?",{"text":110,"@type":106},"DGS (Digestible Grains Solubles) é um subproduto associado ao processo do etanol de milho e pode retornar à alimentação animal, contribuindo para a formulação e o balanceamento nutricional.",{"name":112,"@type":103,"acceptedAnswer":113},"Como o cenário dos EUA e do Brasil é comparado quanto à produção de etanol e uso do milho?",{"text":114,"@type":106},"O texto cita que os EUA destinam grande parte do milho à produção local de etanol, enquanto no Brasil apenas uma fração da oferta de milho abastece essa agroindústria, com retorno do subproduto à alimentação animal.","https://schema.org",{"og:url":75,"og:type":117,"og:title":55,"og:site_name":88,"og:description":57},"article",{"robots":119,"canonical":75},"index,follow",{"doc_id":121,"site_id":52},217361,1788832471,{"code":4,"msg":5,"data":124},{"doc_id":121,"user_id":125,"nickname":85,"user_avatar":126,"doc_module":4,"category_id":42,"category_name":43,"doc_title":55,"doc_description":57,"doc_content":127,"file_id":128,"file_url":129,"file_type":130,"file_size":131,"view_count":73,"is_deleted":4,"is_public":67,"is_downloadable":67,"audit_status":67,"page_count":67,"language":132,"language_code":53,"site_id":52,"html_lang":53,"table_of_contents":133,"faqs":134,"seo_title":135,"seo_description":57,"update_tm":122,"read_time":70},687207024643,"https://ap-avatar.wpscdn.com/davatar_3d24733baf745e90a7e4bdd5f77d97b2","ZANI  \nVITRINEAGRO  \n[arizanni@uol.com.br](arizanni@uol.com.br)  \nE.T.A.N.O.L... SOPA  \nDE LETRINHAS...W.D.G.S.  \nAriovaldo Zani  \né médico veterinário,  \nprofessor do MBAPECEGE/ ESALQ/USP  \nA  \nlguns anos atrás, eu alertava os leitores sobre as iniciativas hipotéticas voltadas ao nobre intuito de  \nmitigar a emissão de CO2-equivalentepor unidade de PIB, que exigiam cautela por causa dos paradoxos da vida ecologicamente correta. Eu exemplificava como os “bem intencionados”consumidores queimavam combustível por longas distâncias para comprar pequenas quantidades de comida orgânica em mercados supridos por fornecedores que traziam seus produtos em caminhões de fazendas localizadas muito além dos subúrbios.  \nConcomitantemente, as notícias sobre a importância da utilização das tais fontes energéticas limpas circulavam pelas principais mídias, e anunciavam como o Brasil havia convencido a influente Agência Americana de ProteçãoAmbiental/EPA que o etanolda cana-de-açúcar era combustível renovável e avançado, capaz de emitir muito menos CO2-equivalente quando comparado à tradicional gasolina.  \nUma vez que a intensidade dos efeitos econômicos e ambientais impactam também todos os elementos da cadeia de produção (que na agricultura começa na lavoura e alcança a mesa do consumidor), e tendo como princípio o respeito às conclusões compulsoriamente fundamentadas em amplaabordagem, eu recusava, ainda naquela época, a inovação alternativa trazida pelos biocombustíveis dos grãos.  \nMais recentemente, contudo, passei a analisar panoramicamente o cenário e então perceber que a indústria do etanol de milho (seja usina dedicada ou em coexistência integrada/ flex com a cana-de-açúcar) tambémsobrepuja os desafios da sustentabilidade e da economia circular e constitui opção legítima para atendimen  \nto da crescente população global.  \nO milho, assim como o sorgo, otrigo e a cevada, é cereal tradicio-  \nnalmente utilizado na formulaçãode alimentos para animais, além de outros derivados do processamento industrial, que embora não consumidos pelas pessoas, participam do balanceamento nutricional das dietas para aves, suínos, bovinos, cães egatos, peixes e camarões, dentre outros. A adição crescente desses subprodutos contribui com a segurança alimentar, reservando mais grãos para abastecimento humano e amenizao impacto ambiental, diminuindo amobilização dos insumos (defensivose fertilizantes, diesel) nas lavouras.  \nÉ patente que a agricultura moderna assegura o abastecimento de maneira sustentável, todavia, persiste aconfusa percepção de uma atividadeinconsequente e perdulária que converte cereais e oleaginosas em etanole biodiesel, ao invés de alimentos humanos ou rações para animais. Embora controverso, esse rali do “energético versus alimentar” parece justificar-se pela superlativa agroindústria norte-americana do biocombustível que direciona aproximadamente 40% do milho para a produção local de etanol. Ainda em 2018, os Estados Unidos produziram cerca de 44 milhões de toneladas e exportaram 11 milhões de toneladas de DGS.  \nPor enquanto, no Brasil, apenas  \numa fração da oferta de milho abastece a agroindústria do etanol, ainda que um terço dessa fração volte à alimentação animal na forma dos compostos solúveis e digestíveis (DGS/Digestible Grains Solubles). Ou seja, cada tonelada do grão utilizada na produção do biocombustível podegerar 330 quilos do respectivoresíduo, cuja concentração proteico-energética e de fósforo é capaz de substituir boaparte do milho, farelode sojae fosfato mono/bicálcico. No ano passado, o Brasil sequer gerou um milhãode litros de etanol de milho, o que leva inferir que aparentemente o processo reservou montante residual/DGS de pouco mais de 600 mil toneladas.  \nO flagrante interesse dos nutricionistas e pecuaristas brasileiros em desvendar questões técnicas relacionadas aos benefícios nutricionais (energia metabolizável, aminoácidos digestíveis) e de ordem econômica (logísticade distribuição, relação de preço com far","cbCaiaqzKc3mCAJs","https://ap.wps.com/l/cbCaiaqzKc3mCAJs","pdf",200633,"Portuguese","# Feed-Food\n## Etanol de milho e debate energético vs alimentar\n## Cadeia de produção, CO2 e sustentabilidade\n## DGS na alimentação animal e fatores de demanda","[{\"question\":\"Qual é o principal debate discutido no artigo sobre biocombustíveis?\",\"answer\":\"O artigo aborda o conflito “energético versus alimentar”, questionando a conversão de cereais e oleaginosas em etanol e biodiesel em vez de alimentos humanos ou rações.\"},{\"question\":\"O que significa DGS e como ele se relaciona ao etanol de milho?\",\"answer\":\"DGS (Digestible Grains Solubles) é um subproduto associado ao processo do etanol de milho e pode retornar à alimentação animal, contribuindo para a formulação e o balanceamento nutricional.\"},{\"question\":\"Como o cenário dos EUA e do Brasil é comparado quanto à produção de etanol e uso do milho?\",\"answer\":\"O texto cita que os EUA destinam grande parte do milho à produção local de etanol, enquanto no Brasil apenas uma fração da oferta de milho abastece essa agroindústria, com retorno do subproduto à alimentação animal.\"}]","Feed-Food - Etanol de Milho e DGS - Entre Energético e Alimentar | PDF"]