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Discute a dificuldade de delimitar o “passado” e o modo como a lembrança dos nomes depende do esforço de documentação e da valorização social. Referencia obras e autores, contextualiza congressos e propõe desdobramentos do tema em etapas, incluindo planos de um dicionário bio-bibliográfico, além de lamentar a baixa colaboração registrada.",{"@graph":59,"@context":115},[60,77,98],{"@type":61,"itemListElement":62},"BreadcrumbList",[63,68,71,74],{"item":64,"name":65,"@type":66,"position":67},"https://docshare.wps.com","Home","ListItem",1,{"item":69,"name":9,"@type":66,"position":70},"https://docshare.wps.com/pt/document/",2,{"item":72,"name":35,"@type":66,"position":73},"https://docshare.wps.com/pt/document/pesquisa-e-relatórios/",3,{"item":75,"name":55,"@type":66,"position":76},"https://docshare.wps.com/pt/document/evocacao-dos-oculistas-do-passado-reflections-on-the-history-of-ophthalmology-in-brazil/213922/",4,{"url":75,"name":55,"@type":78,"image":79,"author":84,"headline":55,"publisher":87,"fileFormat":90,"inLanguage":53,"description":57,"dateModified":91,"datePublished":92,"encodingFormat":90,"isAccessibleForFree":93,"interactionStatistic":94},"DigitalDocument",{"url":80,"@type":81,"width":82,"height":83},"https://docshare.wps.com/thumbnails/evocacao-dos-oculistas-do-passado-reflections-on-the-history-of-ophthalmology-in-brazil/213922.png","ImageObject",300,407,{"name":85,"@type":86},"Taylor Morgan","Person",{"url":64,"name":88,"@type":89},"DocShare","Organization","application/pdf","2026-10-04","2026-09-07",true,{"@type":95,"interactionType":96,"userInteractionCount":76},"InteractionCounter",{"@type":97},"ViewAction",{"@type":99,"mainEntity":100},"FAQPage",[101,107,111],{"name":102,"@type":103,"acceptedAnswer":104},"Por que o texto destaca a importância de registrar os fatos e os nomes do passado?","Question",{"text":105,"@type":106},"O texto defende que a lembrança depende do registro em papel para que pósteros possam conhecer contribuições e lutas. 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Não importa, entretanto , que entre os nomes destes, figurem os devivos, pelos seus méritos, presentes no roldos mais destacados.  \nSempre nos preocupamos em registrar no papel, os fatos ocorridos, para conhe cimento dos pósteros. Os nomes dos que contribuíram de alguma forma para o pro gl'esso da Humanidade, ou simplesmente lu taram para sobreviver, devem ser lembrados.  \nDAG HAMOLD, no seu livro\"Markings\", pergunta \"por que este desejo, em todos nós, de que após nosso desapare cimento, devam os vivos, de tempos em tempos, dirigir seus pensamentos para rememo rar o nosso nome? Nosso nome. A imortalidade anônima, nem dela podemos escapar . . . \"  \nSobre o asunto, ISMAEL DO PRADO (1) escreveu crônica no Jornal do Brasil, que bem se aplica transcrever pequeno trecho :  \n\"Mas os homens anseiam t·errivelmentepela sobrevivência. E não apenas os 40 Imortais da Academia! O desejo de que nosso nome permaneça se exprime no mes mo dia do enterramento, quando os familiares e ·amigos multiplicam, conforme a riqueza e a importância do falecido, os anú,? · cios fúnebl'es grandes e numerosos. Sao também as flores, cuja abundância medea importância da vida que passou. Os cUs cursos elogiativos no cemitério, celebrando os a.ltos feitos do passado. Os nomes nas ruas . as hermas em praças públicas, as comemorações de centenários de nascimento e morte. Se o homem nada f•ez de notável, mas soube conservar bons amigos e comeles sempre demonstrar requintada cordialidade receberá a uma placa numa avenida da cid􀃠de, e a placa durará, no bronze, mui  \nARQ . BRAS. OFTAL.  \n42(4), 1979  \n\"A falta de amor às velhas cousas da Pátria é indício certo da morte da nacionalidade\"  \nA. Herculano (História de Portugual)  \nto mais do que a memória do homenageado. Em alguns casos, biografias e antologias.  \nMas daqui a 10, 50, 100 anos-quem se lembrará? Os nomes passam como asfolhas batidas pelo vento. De alguns, ape. nas, .exc-epcionais, a história irá registrar os nomes. Não são sempre os melhores\". . .  \nO Tema é tão extenso que decidimos desdobrá-lo em duas partes: uma para serapresentada verbalmente na Sessão Inaugural do XX Congresso Brasileiro de Oftal mologia de maneira informal, quasi colo quial, projetando di􀋠 I?o􀋡itivos julgad?s convenientes a um audltono nem todo mteres sado na parte científica, transformando-aem uma Reunião da Família Oftalmológica, resumo desta Pequena História e outra maisambiciosa, o Dicionário Bio-Bibliográfico dos Oftalmologistas do Brasil. para o qual es perávamos a colaboração de TODOS, ·􀃯O􀃰 informes pessoais e sobre parentes ou amigos, Oftalmologistas faleci.􀃟os, o que, _in_felizmente não foi consegmdo. O bras1le1ro é avesso' a prestar esta colaboração, com raras exceções. Obtivemos pouco mais de 10% deles, muitas V'ezes nem recebendo res posta de correspondência direta, solicitando a familiares, os dados sobre eminentes pro. fessores falecidos.  \nNo II Congresso Brasileiro de Oftalmo logia, promovido pela Sociedade de Oftal mologia e Otorinolaringologia do Rio Grande do Sul, e realizado em Porto Alegre, _de 27 de junho a 2 de julho de 1937, um dos Temas Oficiais foi \"Subsídios para a história da Oftalmologia no Brasil\", defendido por HERMINIO B . CONDE (2) , publicado nos [Arq . de](Arq . de) Clin . Oft . e ORL e republicado na \"Hora Médica\" 'em 1939 (.3), desta vez com 11 figuras de grande interesse histórico.  \nNeste trabalho, HERMINIO CONDE prefere \"um •ensaio de um plano pa-􀋢a a história da Oculística em nosso paiz, a co letânea de subsídios biográficos dispostos cronologicamente\". 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