[{"data":1,"prerenderedAt":-1},["ShallowReactive",2],{"doc-detail-52055-pt":3,"doc-seo-52055-112":31,"detail-sidebar-cat-0-pt-112":93},{"code":4,"msg":5,"data":6},0,"success",{"doc_id":7,"user_id":8,"nickname":9,"user_avatar":10,"doc_module":4,"category_id":11,"category_name":12,"doc_title":13,"doc_description":14,"doc_content":15,"file_id":16,"file_url":17,"file_type":18,"file_size":19,"view_count":20,"is_deleted":4,"is_public":21,"is_downloadable":21,"audit_status":21,"page_count":22,"language":23,"language_code":24,"site_id":25,"html_lang":24,"table_of_contents":26,"faqs":27,"seo_title":28,"seo_description":14,"update_tm":29,"read_time":30},52055,2336464648322,"Aria","https://ap-avatar.wpscdn.com/avatar/2200025388227c56fec?_k=1778556882303663488",32,"Pesquisa e Relatórios","História Essencial da Filosofia - Aula 22: Hume e Reid","A aula discute a filosofia de David Hume e sua relevância histórica no contexto da filosofia inglesa e do pensamento kantiano. O conteúdo explica como Hume leva adiante o empirismo, aplicando as críticas às distinções entre qualidades primárias e secundárias e questionando noções centrais como sujeito cognoscente, causa e substância. Em seguida, contrapõe a ideia de conhecimento baseado em objetos, defendendo a predominância de sensações e o papel do hábito na formação da crença em objetos permanentes.","colecaoDavid Hume eThomas ReidAula 22por Olavo de Carvalho  \nHistória  \nEssencial da  \nFilosofia  \nDavid Hume e Thomas Reid  \nAula 22  \npor Olavo de Carvalho  \ncolecāo  \nHistória  \nEssencial da  \nFilosofia  \nDavid Hume e Thomas Reid  \nAula 22  \npor Olavo de Carvalho  \n# Colecāo História Essencial da Filosofia\n\nAcompanha esta publicacao um DVD,que nao pode ser vendido separadamente.  \nImpresso no Brasil,novembro de 2007Copyright ◎2007 by Olavo de Carvalho  \nFoto Olavo de Carvalho  \nMario Castello  \nEditor  \nEdson Manoel de Oliveira Filho  \nProjeto GráficoMonique Schenkels e Dagmar Rizzolo  \nDiagramacāo  \nDagui Design  \nTranscricāo  \nDenny Marquesani  \n# Revisao\n\nJessé de Almeida Primo  \nOs direitos autorais dessa edicao pertencem à  \nÉ Realizacoes Editora,Livraria e Distribuidora Ltda.Caixa Postal:45321CEP:04010-970-Sao Paulo-SPTelefax:(11)5572-5363E-mail:e@erealizacoes.com.brwwwerealizacoes.com.br  \nReservados todos os direitos desta obra.Proibida toda c qualquer reproducāo desta edicāo porqualquer meio ou forma,seja ela eletronica ou mecanica,fotocopia,gravacao ou qualquer meio.  \nDavid Hume e Thomas Reid  \nAula 22  \npor Olavo de Carvalho  \ncolecao  \nHistória  \nEssencial da  \nFilosofia  \n2007  \n# Colecao História Essencial da FilosofiaDavid Hume e Thomas Reid -Aula 22por Olavo de Carvalho\n\nBom,entāo na última aula nós estávamos vendo filosofia inglesa:Hobbes,Locke,Berkeley.E eu fiquei de dar David Hume,hoje.Naoé isso?  \nEntāo,a filosofia de David Hume tem uma certa importânciahistórica porque elaéo encaixe de onde vai partir a idéia da críticakantiana e,portanto,toda uma fase da filosofia que se prolonga atéhoje.Ainda estamos mais ou menos dentro da atmosfera kantiana,uns mais,outros menos,até hoje;e todo esse esforco kantiano partede uma tentativa de resposta a David Hume.Isso nāo prolonga oesforco dos empiristas ingleses no sentido de enfatizar as informacoessensíveis como origem de todos os nossos conhecimentos científicos,porém ele leva isso muito adiante do que os seus antecessorespoderiam ter imaginado.Em primeiro lugar,ele ao endossar a teoriaempirista e ao endossar,de todas as distincoes,por exemplo:aquelaentre qualidades primária,secundária feita por Locke (eu acho que eumencionei isso aqui),ele as aplica nāo só ao conhecimento em geral,mas a determinadas nocoes que sao básicas na estruturacāo de todoo conhecimento como a nocão do sujeito cognoscente e a nocāo decausa,e também a nocāo de substancia.Quer dizer que examinadasa luz dos pressupostos empiristas,essas tres nocoes que pareciam tāoimportantes até mesmo aos filosofos empiristas como Lockee Berkeleyacabam se revelando mais frágeis do que teriam parecido.Eu digo issoexaminado sob os pressupostos empiristas,nāo examinado de outrasmaneiras.  \nTanto para Locke quanto para Hume o certo é nem dizer queas informacōes sensíveis provenientes dos corpos sāo a base do  \nconhecimento porque até isto para eles chega a ser duvidoso,naosāo informacōes sensíveis,sāo apenas sensacoes.Nós temos certezaexclusivamente das nossas sensacoes e nāo do objeto delas.ParaLocke havia ainda a idéia de que as sensacoes,sāo uma espécie deintermediario entre o sujeito cognoscente e o objeto.Entao,existeeu como sujeito cognoscente,existe esta mesa como objeto e tem assensacōes todas que eu estou tendo que sāo uma espéecie de elo,umaligacāo entre as duas.Já para Hume,a própria presenca de um objetoé altamente duvidosa,quer dizer,ele ja circunscreve toda a atividadecognitiva humana na esfera puramente subjetiva das sensacoesargumentando que nós nunca temos a sensacao de nenhum objeto,mas apenas temos várias sensacoes separadas [com]que nós referimosa ummesmo objeto hipotético.Por exemplo,se eu olho esta mesa aqui.Quando eu pisco a mesa desapareceu da minha visāo e em seguidaeu tenho uma outra sensacāo,e eu nāo tenho nenhuma prova dacontinuidade duma sensacāo para outra.Isso quer dizer que a ideiade que existam objetos permanentes por baixo das sensacoesé apenasuma conclusāo que nós tiramos.Mas ","cbCailKvaGDoUgX1","https://ap.wps.com/l/cbCailKvaGDoUgX1","pdf",6477282,5,1,28,"Portuguese","pt",112,"# Revisão\n# Filosofia de David Hume e seu impacto histórico\n## Empirismo e crítica kantiana\n## Sensações, sujeito cognoscente e objeto permanente\n## Noção de causa e construção por analogias","[{\"question\":\"Por que a filosofia de David Hume é considerada importante para a crítica kantiana?\",\"answer\":\"Ela representa um passo histórico decisivo que sustenta a crítica kantiana e influencia a continuidade da discussão filosófica até os dias atuais. 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