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O texto critica metas abusivas, sobrecarga, ausência de funcionários, precarização do atendimento e o aumento dos correspondentes bancários, apontando crescimento de adoecimentos psicossomáticos. 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Acada dia, esse modelo afasta aindamais o Banco do Brasil da sua obrigação legal e da função social enquanto principal agente creditício do Estado brasileiro.  \nÉ urgente a necessidade de revisão da ECBB, que prioriza os interesses dos acionis-  \ntas privados em detrimento da União, servindo aos interesses da Faria Lima e do agronegócio, e abandonando as micro e as pequenasempresas e a agricultura familiar, além de promover uma ruptura na cultura bicentenária do BB, realizando uma exclusão bancária e aplicando o discurso do individualismo e da meritocracia no corpo funcional, criando um verdadeiro “vale tudo” dentro do banco.  \nReafirmamos nosso compromisso em defender o Banco do Brasil público, com forte atuação social, sem abrir mão de disputaro mercado, mas priorizando o desenvolvimento nacional e, principalmente, valorizando seu principal patrimônio, que são suasfuncionárias e seus funcionários, que escrevem esta história de quase 220 anos a serviçoda sociedade brasileira.  \nPORUM BANCO DO BRASIL COMFORTE FUNÇÃO SOCIAL,  \nPELA DEFESA E PELAVALORIZAÇÃODO CORPOFUNCIONAL E DO CONCURSO PÚBLICONO BBJÁ!  \nSindicato dos Bancários de Brasília  \nFiliado à  \nCARTA AO GOVERNO LULA  \nO QUE QUEREMOS DO BB NO PROJETO DEDESENVOLVIMENTO NACIONAL  \nAcesse o QR Code e leia a íntegra da carta no site da Fetec-CUT/CN  \nEM DEFESA DA UNIDADE NACIONAL  \nARTIGO  \nRODRIGO BRITTO  \nPresidente do Sindicatoe da Fetec-CUT/CN.  \nAFederação Nacional dos Bancos (Fenaban) reúne,  \nna Comissão dos Bancos que negocia nossa Convenção Coletiva de Trabalho (CCT dos Bancários)  \ncom o Comando Nacional dos Bancários, coordenadopela Contraf-CUT, cinco dos seis bancos que fazem parte do S1 do Banco Central (grupo das principais instituições financeiras do país): Itaú, Bradesco, Santander, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, sendo essa Comissão coordenada pelo representante da Fenaban.  \nNo ano de 2004, após quase 20 anos de lutas para construir a unidade nacional da categoria bancária, tivemos a histórica greve da Campanha Nacional Unificada, que durou mais de 30 dias. Em 2006, com a organizaçãoe a mobilização promovidas pela unidade nacional, os bancos públicos passaram a ser signatários da Convenção Coletiva da Categoria Bancária, fazendo com que todos os bancários e todas as bancárias, de norte a sul do país, independentemente de serem de instituiçõespúblicas ou privadas, tivessem os mesmos direitos conquistados pela luta do movimento sindical bancário, co-  \nordenado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) .  \nNeste ano de 2026, em que celebramos 20 anos dessa importante conquista da nossa categoria, a Fenaban, aproveitando-se dos retrocessos oriundos da reforma trabalhista, da Lei nº 13.429/2017, que permite a terceirização da atividade-fim, e do fim da ultratividade trabalhista, ameaça acabar com nossa CCT, rompendo com os bancospúblicos e com a unidade nacional, impondo, dessa forma, uma grande perda de direitos aos empregados públicos e aumentando a precarização e as fraudes trabalhistas na iniciativa privada.  \nDevido a tal situação e às constantes ameaças nas mesas de negociação, nós, bancários e bancárias de todoo país e de todas as instituições financeiras, precisamos estar mais unidos, mobilizados, organizados e com forteatuação nas ruas e nas redes para combater a ganância dos banqueiros e da Faria Lima. 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