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But in recent years they have increasingly caught the attention of doctors, therapists and even government agencies. In 2017 the National Health Service authorities in Manchester, England, funded the publishing of comic-type workbooks on panic attacks and insomnia.  \nKatharine Houpt, an art therapist, explains that the drawing of comics gives people agency in their stories. The imagery and malleable conventions—such as thought bubbles, perspective shifts and the personification of inanimate concepts—can help convey thorny ideas and experiences. Getting patients to draw a daily six-panel strip, and other such exercises, can reveal cognitive patterns and potential triggers for distress.  \nDraughtsmen can dissociate themselves from their ailments by portraying them as separate characters. Take insomnia: a child was encouraged to draw a comic about why she had trouble sleeping. The child conceived of “Wornight”, a monster that filled her head with worries at night. It shifted the problem away from her and put it onto something that was external.  \nEngaging with comic-book characters can also prod patients to go easier on themselves. John Pollard, who researched the use of comics in psychotherapy as part of his training as a counsellor in Britain, notes that readers develop empathy with, say, superheroes as they endure and overcome trials. So why, patients can gently be asked,“can’t you experience that same level of compassion for yourself?” In a similar way, “pathographies”, usually autobiographical accounts of illnesses such as bipolar disorder or depression, can coax people to be kinder to themselves.  \nThe roles of comics are multiplying. They can simplify medical information, making arcane concepts more accessible to children and people with learning disabilities or language barriers. Examples include helping patients to grasp the notion of informed consent, understand how electronic health records work or negotiate handovers between carers. Government health agencies are harnessing the medium for public education.  \nBehind this burst of activity is a group of enthusiastic medical professionals and artists. In 2007 Ian Williams, a Welsh doctor-turned-artist, made a website to gather those interested in what he called “graphic medicine”. The name stuck.  \nIt is still a young field. But a growing body of evidence attests to the art form’s uses, and new textbooks are codifying its applications.  \nThe Economist. May 18, 2022. Adaptado.  \nProva de Inglês-Manhã  \n25/06/2023  \n01. Segundo o texto, o uso de Histórias em Quadrinhos, com finalidade terapêutica, assume várias funções, entre as quais, inclui-se  \na) avaliar a conduta de médicos com pouca empatia, quanto ao sofrimento dos doentes.  \n b) informar ao paciente sobre o processo de autorização para qualquer intervenção médica.   \nc) angariar adesão de web-designers na produção de sites sobre medicina gráfica.  \nd) contestar, em ambientes institucionais, modelos biomédicos dominantes de atendimento.  \ne) atuar na mediação de eventuais conflitos em grupos de enfermeiros.  \n02. De acordo com o texto, na avaliação da arteterapeuta Katharine Houpt, um benefício gerado pelo exercício dedesenhar tirinhas envolve  \na) questionar as bases que sustentam padrões pré-concebidos sobre normalidade e bem-estar.  \nb) aliviar a rotina de idosos vivendo em instituições de longa permanência.  \nc) aprimorar habilidades de pessoas com baixa autoestima, por meio de projetos visuais.  \n d) personificar e dar voz à complexidade das experiências vividas pelo paciente.   \ne) desarmar potenciais gatilhos desencadeadores de sentimento de rejeição.  \n03. 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