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Fundamentada na interseccionalidade, decolonialidade, pensamento afrodiaspórico e feminismo negro, adota abordagem qualitativa com entrevistas semiestruturadas. Conclui que, embora corpos negros sejam tratados como “fora do lugar”, sua presença gera deslocamentos nas estruturas universitárias.",{"@graph":14,"@context":73},[15,34,56],{"@type":16,"itemListElement":17},"BreadcrumbList",[18,23,27,31],{"item":19,"name":20,"@type":21,"position":22},"https://docshare.wps.com","Home","ListItem",1,{"item":24,"name":25,"@type":21,"position":26},"https://docshare.wps.com/pt/document/","Document",2,{"item":28,"name":29,"@type":21,"position":30},"https://docshare.wps.com/pt/document/pesquisa-e-relatórios/","Pesquisa e 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cursos de graduação da UFRB  \nBelo Horizonte  \nTaís Lima Costa  \nEM MOVIMENTO: trajetórias acadêmicas e de militâncias de mulheres negras egressas de cursos de graduação da UFRB  \nDissertação de mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Educação: Conhecimento e Inclusão Social da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais, como requisito parcial para obtenção do título de Mestra em Educação.  \nLinha de Pesquisa: Educação, Cultura, Movimentos Sociais e Ações Coletivas  \nOrientadora: Profa. Dra. Bárbara Bruna Moreira Ramalho  \nBelo Horizonte  \n\n| C837e T | Costa, Taís Lima, 1997-\u003Cbr>Em movimento [manuscrito] : trajetórias acadêmicas e de militâncias de mulheres negras egressas de cursos de graduação da UFRB / Taís Lima Costa. --Belo Horizonte, 2024.\u003Cbr>135 f. : enc, il. , color.\u003Cbr>Dissertação-- (Mestrado) -Universidade Federal de Minas Gerais, Faculdade de Educação.\u003Cbr>Orientadora: Bárbara Bruna Moreira Ramalho.\u003Cbr>Bibliografia: f. 119-128.\u003Cbr>Apêndices: f. 129-135.\u003Cbr>1. Universidade Federal do Recôncavo da Bahia--Estudantes--Relações raciais--Teses. 2. Educação--Teses. 3. Ensino superior--Relações raciais--Teses. 4. Ensino superior--Relações étnicas--Teses. 5. Ensino superior--Relações de gênero--Teses. 6. Estudantes universitarias--Teses. 7. Estudantes negros--Teses. 8. Educação feminina--Teses. 9. Feminismo--Relações raciais--Teses. 10. Feminismo--Relações étnicas--Teses. 11. Negras--Educação--Teses. 12. Participação política--Teses. 13. Movimentos sociais--Teses.\u003Cbr>I. Título. II. Ramalho, Bárbara Bruna Moreira, 1988- . III. Universidade Federal de Minas Gerais, Faculdade de Educação.\u003Cbr>CDD-370.19342 |\n| --- | --- |\n\nCatalogação da fonte: Biblioteca da FaE/UFMG (Setor de referência)  \nBibliotecário: Ivanir Fernandes Leandro CRB: MG-002576/O  \nAGRADECIMENTOS  \nAgradeço à minha família pelo apoio e incentivo durante todo o meu percurso no sistema de ensino.  \nAos meus amigos, Kleyne Janne, Rosana Pereira, Romário Nascimento (in memoriam), Ligiane Cerqueira, Nadjane Mendes e Lucy Passos pelo companheirismo e afeto.  \nAos bons amigos encontrados em Belo Horizonte, Jeane Soares, Meiriele Cruz, Paola Fresneda, Paula Mendes, Aline Ramos, Denise Cruz e Letícia Lima pelo acolhimento e compartilhamento de momentos únicos.  \nÀs minhas professoras da graduação, Heleni Ávila, Jucileide Nascimento, Lúcia Queiroz e, em especial, Thais Joi Martins, minha ex-orientadora, pelo incentivo, formação eencorajamento para continuação na pesquisa.  \nAos membros do Centro Acadêmico de Serviço Social Marielle Franco e do Coletivo Quilombo Educacional ONNIM pela troca política e afetiva.  \nAgradeço à Bárbara Ramalho, minha orientadora, pelo companheirismo e orientação.  \nObrigada por me mostrar que o processo de pesquisa pode e deve ser leve. O seu comprometimento com uma educação como prática de liberdade se tornou referência em minha vida.  \nÀs interlocutoras desta pesquisa, pela confiança e disponibilidade. O contato com vocês reforçou a realização do presente trabalho.  \nÀ banca examinadora, Rodrigo Ednilson de Jesus, Dyane Brito Reis Santos, Natalino Neves da Silva e José Raimundo de Jesus Santos, pela participação, leitura e contribuições.  \nA finalização desta dissertação é uma conquista coletiva, a qual só foi possível com oapoio do meu quilombo afetivo.  \nSANKOFA  \n“Nunca é tarde para voltar atrás e apanhar o que ficou para trás”  \n(Noguera, 2019, p. 63)  \nRESUMO  \nNo Brasil, nos últimos anos há a ocorrência do aumento considerável do número deestudantes negros e negras que ingressam em universidades públicas. Essa realidade impõe às Instituições de Ensino Superior novas e potentes questões. Dialogando com esse cenário, a presente pesquisa teve como objetivo compreender e analisa","cbCaikfMd44kn2Gy","https://ap.wps.com/l/cbCaikfMd44kn2Gy","pdf",2888120,135,"Portuguese","# Agradecimentos\n# Sankofa\n# Resumo\n# Abstract","[{\"question\":\"Qual é o objetivo da pesquisa apresentada?\",\"answer\":\"Compreender e analisar as trajetórias acadêmicas de mulheres negras integrantes de movimentos sociais egressas de cursos de graduação da UFRB.\"},{\"question\":\"Quais referenciais teóricos sustentam a investigação?\",\"answer\":\"A pesquisa utiliza a perspectiva da interseccionalidade, a decolonialidade, o pensamento afrodiaspórico e o feminismo negro.\"},{\"question\":\"Como foi conduzida a coleta de dados e quem participou do estudo?\",\"answer\":\"Adotou-se pesquisa qualitativa, com entrevistas semiestruturadas, envolvendo seis mulheres negras egressas de cursos de graduação da UFRB.\"}]","Em movimento - trajetórias acadêmicas e de militâncias de mulheres negras egressas de cursos de graduação da UFRB | PDF",208]