[{"data":1,"prerenderedAt":-1},["ShallowReactive",2],{"doc-detail-37384-pt":3,"doc-seo-37384-112":29},{"code":4,"msg":5,"data":6},0,"success",{"doc_id":7,"user_id":8,"nickname":9,"user_avatar":10,"doc_module":4,"category_id":11,"category_name":12,"doc_title":13,"doc_description":14,"doc_content":15,"file_id":16,"file_url":17,"file_type":18,"file_size":19,"view_count":4,"is_deleted":4,"is_public":20,"is_downloadable":20,"audit_status":20,"page_count":21,"language":22,"language_code":23,"site_id":24,"html_lang":23,"table_of_contents":25,"faqs":26,"seo_title":13,"seo_description":14,"update_tm":27,"read_time":28},37384,4810365810221,"Aurora","https://ap-avatar.wpscdn.com/davatar_155a257f0dc6eb9ab79c44ca47cae57d",27,"Literatura","Edgar Allan Poe O Corvo","Versos em português apresentam a atmosfera gótica de um narrador que, em uma noite fria e silenciosa, escuta batidas insistentes e abre a porta. A escuridão se instala até que uma ave negra de porte nobre surge, pousa sobre um busto e passa a responder apenas com a frase “Nunca mais”. À medida que a conversa avança, o luto e o terror crescem: o corvo fixa o pensamento do homem, transforma memórias em ecos e converte cada tentativa de entendimento em uma repetição inevitável.","DADOS DE COPYRIGHT  \nSobre a obra:  \nA presente obra é disponibilizada pela equipe Le Livros e seus diversos parceiros, com o objetivo de oferecer conteúdo para uso parcial em pesquisas e estudos acadêmicos, bem como o simples teste da qualidade da obra, com o fim exclusivo de compra futura.  \nÉ expressamente proibida e totalmente repudiável a venda, aluguel, ou quaisquer uso comercial do presente conteúdo  \nSobre nós:  \nO Le Livros e seus parceiros disponibilizam conteúdo de dominio publico e propriedade intelectual de forma totalmente gratuita, por acreditar que o conhecimento e a educação devem ser acessíveis e livres a toda e qualquer pessoa. Você pode encontrar mais obras em nosso site: LeLivros.link ou em qualquer um dos sites parceiros apresentados neste link.  \n\"Quando o mundo estiver unido na busca do conhecimento, e não mais lutando por dinheiro epoder, então nossa sociedadepoderá enfim evoluir a um novo nível. \"  \nE ra meia-noite fria; e eu, débil e exausto, lia  \nalguns volumes de vagos saberes primordiais.  \nE, já quase a adormecer, ouvi lá fora um bater como o de alguém a querer atravessar meus portais.“É um visitante que intenta atravessar meus portais” – pensei.– “Isto, e nada mais!”  \nTão claramente me lembro! Era o gelo de dezembro; e o fogo lançava – lembro – no chão manchas fantasmais. Pela aurora eu suspirava e nos livros procurava esquecer a que ora errava entre as legi ões celestiais – aquela que hoje é Lenore entre as legi ões celestiais, sem nome aqui por jamais.  \nE o mover suave e magoado do ermo, roxo cortinadome deprimia e me enchia de terrores espectrais; de modo que eu, palpitante, calando o peito ofegante, repetia: “É um visitante que vem cruzar meus portais, um visitante, somente, que vem cruzar meus portais. Isto apenas – nada mais.”  \nEntão minha alma ganhou força e não mais hesitou.  \n“Senhor” – eu disse – “ou senhora que lá fora me chamais. Mas, porque eu quase dormia, mal ouvi que alguém batia, que com sossego batia e discrição tão iguais,” – murmurei, abrindo a porta – “que ao silêncio eram iguais.”E vi treva, nada mais.  \nA escuridão perquirindo, lá fiquei, tremendo, ouvindo, sonhando, em dúvida, sonhos que mortal sonhou jamais. Mas o silêncio insistia, e a calma nada dizia,  \ne a única voz que eu ouvia eram meus profundos aise o nome dela entre os ecos dos meus repetidos ais.  \nSó isto, só, nada mais.  \nAo cômodo retornando – minha alma em mim se incendiando –, ouvi de novo mais forte baterem aos meus umbrais.  \n“É alguém que bate, lá fora, à minha janela agorae entrada talvez implora” – pensei, e busquei sinais.–  \n“Acalma-te, coração, pois que são estes sinaissó o vento e nada mais.”  \nE então abri a janela, e eis que penetrou por elana câmara um nobre Corvo desses de eras ancestrais. Entrou sem deferimento, sem fazer um cumprimento, dama ou lorde pachorrento, e pousou sobre os umbrais. Pousou num busto de Palas que havia sobre os umbrais, pousou lá, e nada mais.  \nFrente à ave preta, surpresa, sorriu-se a minha tristeza, vendo o seu grave decoro e os seus ares senhoriais.“Sem crista embora, e tosado,” – disse eu– “pareces ousado, duro e anti go Corvo, nado dos noturnos litorais.  \nDize-me o teu nobre nome lá nos negros litorais!”  \nE ele disse: “Nunca mais.”  \nMeu espanto foi tremendo tais palavras entendendo (apesar de sem sentido) que ele disse, naturais.  \nE quem não teria achado que um homem ter avistado um pássaro assim pousado por cima dos seus umbrais é grande espanto, ainda mais no busto sobre os umbrais, com o nome de “Nunca mais”?  \nPorém a ave ali quieta nada mais disse, discreta, como se a alma toda desse nesses ditos essenciais. E nada mais pronunciou, nenhuma pena agitou, até que de mim saltou: “Amigos já não tem mais.  \nNa manhã , como os meus sonhos, aqui não estará mais.”E o Corvo então: “Nunca mais.”  \nAtônito, ouvindo aquilo que ele enunciara, intranquilo eu disse: “É tudo o que sabes, e mais adiante não vais.É o que no passado ouviste de algum dono a cujo triste d","cbCaivDEFXaN8yuv","https://ap.wps.com/l/cbCaivDEFXaN8yuv","pdf",251951,1,9,"Portuguese","pt",112,"# Dúvida e silêncio na noite fria\n## A aparição do corvo\n## A frase “Nunca mais” e o avanço do terror","[{\"question\":\"Qual é o momento inicial em que o narrador ouve as batidas?\",\"answer\":\"No frio da madrugada, enquanto lia volumes, o narrador escuta batidas como de alguém tentando atravessar seus portais. 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