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Apresenta o desenvolvimento e a implantação de bibliotecas digitais centrais, incluindo a Biblioteca Digital de Teses e Dissertações (BDTD) e a Biblioteca Digital de Obras Raras e Especiais (BDOR). Descreve o contexto histórico de criação, a constituição de comissões, as fases do processo, o uso de padrões internacionais e a evolução contínua do software. Também aborda o estado atual, distinguindo visão pública e perspectiva de sistema de produção.",{"@graph":59,"@context":116},[60,77,99],{"@type":61,"itemListElement":62},"BreadcrumbList",[63,68,71,74],{"item":64,"name":65,"@type":66,"position":67},"https://docshare.wps.com","Home","ListItem",1,{"item":69,"name":9,"@type":66,"position":70},"https://docshare.wps.com/pt/document/",2,{"item":72,"name":35,"@type":66,"position":73},"https://docshare.wps.com/pt/document/pesquisa-e-relatórios/",3,{"item":75,"name":55,"@type":66,"position":76},"https://docshare.wps.com/pt/document/digital-libraries-usp-experience/217189/",4,{"url":75,"name":55,"@type":78,"image":79,"author":84,"headline":55,"publisher":87,"fileFormat":90,"inLanguage":53,"description":57,"dateModified":91,"datePublished":92,"encodingFormat":90,"isAccessibleForFree":93,"interactionStatistic":94},"DigitalDocument",{"url":80,"@type":81,"width":82,"height":83},"https://docshare.wps.com/thumbnails/digital-libraries-usp-experience/217189.png","ImageObject",300,407,{"name":85,"@type":86},"McGucket","Person",{"url":64,"name":88,"@type":89},"DocShare","Organization","application/pdf","2026-10-09","2026-09-08",true,{"@type":95,"interactionType":96,"userInteractionCount":98},"InteractionCounter",{"@type":97},"ViewAction",5,{"@type":100,"mainEntity":101},"FAQPage",[102,108,112],{"name":103,"@type":104,"acceptedAnswer":105},"Quais bibliotecas digitais centrais da USP são apresentadas no texto?","Question",{"text":106,"@type":107},"O texto apresenta a Biblioteca Digital de Teses e Dissertações (BDTD) e a Biblioteca Digital de Obras Raras e Especiais (BDOR), com foco em suas finalidades e implementação no ambiente digital.","Answer",{"name":109,"@type":104,"acceptedAnswer":110},"Como foi conduzida a implementação inicial da BDTD na USP?",{"text":111,"@type":107},"A motivação veio do reitor em julho de 2000, com criação de comissão de implementação e participação de áreas como informática, sistema de bibliotecas e pós-graduação. 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Termos como internet, web, redes  \nde dados e bibliotecas digitais envolvem  \nconceitos associados a tecnologias de  \ngrande complexidade, mas que se tornaram  \nlugar-comum na sociedade como um todo,  \nnum assombrosamente reduzido espaço de  \ntempo. Com isso, documentos que antes  \neram de acesso restrito a poucas pessoas,  \ndevido às diﬁculdades inerentes de arma-  \nROGERIO TOSHIAKI KONDO, MARIA DE LOURDES REBUCCI LIRANI e CAETANO TRAINA JR. sãopesquisadores do Centro de Informática de São Carlos da USP.  \nzenagem e distribuição, e que portanto precisavam de estruturas caras para realizaressas atividades, hoje podem ser obtidos edistribuídos facilmente e de forma barata, na maior parte das vezes até de graça. Dentrodesse cenário, a veiculação da produção intelectual da USP e dos recursos bibliográﬁcos que possui em meio digital é um fatorde suma importância para a divulgação doconhecimento que ela detém e gera. Nesteartigo, apresentamos as bibliotecas digitaiscentrais da USP, que incluem a Biblioteca Digital de Teses e Dissertações (BDTD) e a Biblioteca Digital de Obras Raras e Especiais (BDOR) .  \nHISTÓRICO  \nA motivação inicial para desenvolvimento e implantação de bibliotecas digitais na USP partiu de seu reitor em julho de 2000. A primeira a ser criada foi a BDTD para disponibilizar as teses e dissertações defendidas na universidade . Para isso foi constituída a comissão de implementação, nomeada pelo reitor e constituída pelo presidente da Comissão Central de Informática, atualmente Coordenadoria de Tecnologiada Informação (CTI), pela diretora técnica do Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBi), uma analista de sistemas do Centro de Informática de São Carlos (Cisc) e um docente da USP. O pró-reitor de Pósgraduação participou do processo como facilitador e intermediário entre a comissãoe o Conselho de Pós-graduação.  \nO desenvolvimento envolveu equipe multidisciplinar, e as principais fases do processo inicial de implementação foram: prospecção tecnológica, definições das atividades da pós-graduação, engenhariade software, proposta projeto piloto, treinamento, plano de divulgação, operação eevolução (Masiero, 2001). Para o desenvolvimento do software da biblioteca, optouse pela vinculação a uma iniciativa global reconhecida pela Unesco, a Networked Digital Library of Thesesand Dissertations (NDLTD), uma organização internacional dedicada a promover a adoção, criação, uso, disseminação e preservação de tesese dissertações em meio digital. A adoção dos padrões recomendados propiciou ao projetoatender à padronização internacional recomendada e obter maior abrangência. O software foi desenvolvido pelo Cisc e contemplou as necessidades de um sistema depós-graduação complexoe diverso como é o da USP, bem como a integração com os sistemas corporativos: os sistemas depós-graduação Fenix e Janus e o banco de dados bibliográﬁcos Dedalus. ABDTD foi inaugurada em junho de 2001 e, desdeentão, tem sido atualizada deforma a acompanharas novas tecnologias dedesenvolvimentode software para o ambiente web. Opioneirismodessa implementação institucional, comadimensão deum sistema depós-graduação como o da USP, contribuiu muito para o desenvolvimentode outras bibliotecas digitais de teses e dissertações no país.  \nAbiblioteca de obras raras (BDOR) foidesenvolvida e implementada no ano de 2003 a partir da aprovação de projeto pelo CNPq (Proc. 55.1717/01-3 ), o que permitiua digitalização de parte do acervo de obras raras e especiaisda USP. 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