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Também aborda críticas e incompreensões, além de aspectos como atribuições municipais, administração, receita e legislação eleitoral.",{"@graph":14,"@context":72},[15,34,55],{"@type":16,"itemListElement":17},"BreadcrumbList",[18,23,27,31],{"item":19,"name":20,"@type":21,"position":22},"https://docshare.wps.com","Home","ListItem",1,{"item":24,"name":25,"@type":21,"position":26},"https://docshare.wps.com/pt/document/","Document",2,{"item":28,"name":29,"@type":21,"position":30},"https://docshare.wps.com/pt/document/literatura/","Literatura",3,{"item":32,"name":10,"@type":21,"position":33},"https://docshare.wps.com/pt/document/coronelismo-enxada-e-voto-victor-nunes-leal/374080/",4,{"url":32,"name":10,"@type":35,"image":36,"author":41,"headline":10,"publisher":44,"fileFormat":47,"inLanguage":8,"description":12,"dateModified":48,"datePublished":49,"encodingFormat":47,"isAccessibleForFree":50,"interactionStatistic":51},"DigitalDocument",{"url":37,"@type":38,"width":39,"height":40},"https://docshare.wps.com/thumbnails/coronelismo-enxada-e-voto-victor-nunes-leal/374080.png","ImageObject",300,407,{"name":42,"@type":43},"วิน","Person",{"url":19,"name":45,"@type":46},"DocShare","Organization","application/pdf","2026-09-26","2026-09-23",true,{"@type":52,"interactionType":53,"userInteractionCount":22},"InteractionCounter",{"@type":54},"ViewAction",{"@type":56,"mainEntity":57},"FAQPage",[58,64,68],{"name":59,"@type":60,"acceptedAnswer":61},"Qual é a tese central sobre o coronelismo apresentada no prefácio?","Question",{"text":62,"@type":63},"O coronelismo é descrito como parte de um sistema de relações de poder, conectado entre município, Estado e União. 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Indicações sobre a estrutura e o processo do “coronelismo”  \n2. Atribuições municipais  \n3. Eletividade da administração municipal  \n4. Receita municipal  \n5. Organização policial e judiciária  \n6. Legislação eleitoral  \n7. Considerações finais  \nNotas Bibliografia citada Sobre o autor  \nPrefácio à sétima edição  \nJosé Murilo de Carvalho  \nDÍVIDA  \nDevo, indiretamente, a Victor Nunes Leal o interesse pelo tema do coronelismo. Segundo seu próprio depoimento, ele recusou o convite para redigir o verbete sobre o assunto, que lhe fora feitopelos responsáveis pelo Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro organizado pelo CPDOC/FGV e publicadoem 1984. Alegou na ocasião falta de competência, por desatualização, em mais uma de suas costumeiras e exageradas manifestações de modéstia. Como segunda opção, fui eu convidado para atarefa. Ganhei eu, perdeu o Dicionário, perderam os leitores.  \nRECEPÇÃODE CORONELISMO  \nO primeiro contato que tive com Victor Nunes se deu por ocasião de homenagem que lheprestamos em 1980 no Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj), que então inaugurava o primeiro programa de doutorado em Sociologia e Política organizado no Brasil nos moldes do novo sistema de pós-graduação implantado ao final da década de 1960. Na ocasião, ao responder asaudação que lhe fiz, Victor Nunes voltou pela primeira e última vez ao tema de seu livro que saíra em 1948, para efeito de defesa de tese, ainda com o título original de O município e o regime representativono Brasil: contribuição ao estudo do coronelismo. Intitulou sugestivamente sua resposta, publicada na revista do Instituto,“O coronelismo e o coronelismo de cada um”. Sua principal preocupação na ocasiãofoi responder a alguns críticos, sobretudo a Eul-soo Pang, que, segundo ele, não tinham compreendido seu conceito de coronelismo.  \nDe fato, a maioria dos autores que empregaram o conceito usado por ele, sem distinção entre críticos e admiradores, identificava coronelismo com mandonismo local. Era o caso do crítico Eul-Soo Pang, mas também do admirador Barbosa Lima Sobrinho, que por insistência do autor escreveu oprefácio à segunda edição do livro feita pela Alpha Omega em 1975 (a primeira saíra em 1949, já com o  \ntítulo atual, sugerido por Emil Farhat, pela Forense), que vem nessa edição também reproduzido. Contra a incompreensão, reafirmou, na resposta mencionada, que para ele o conceito de coronelismo incorporava, sim, traços de mandonismo local, mas era mais que isso, fazia parte de um sistema, de umatrama que ligava coronéis (mandões), governadores e presidente da República. Insistiu no ponto: era aideia de sistema que distinguia seu conceito e lhe conferia originalidade. Em suas palavras: “O coronel entrou na análise por ser parte do sistema, mas o que mais me preocupava era o sistema, a estrutura e amaneira pela qual as relações de poder se desenvolviam na Primeira República, a partir do município”.  \nA dificuldade que críticos e admiradores encontraram, e ainda encontram, em compreender anovidade do livro, exposta, aliás, com clareza meridiana, marca registrada de tudo que ele escrevia, lembra o episódio verificado durante a defesa da tese na antiga Faculdade Nacional de Filosofia, em 1947, e comunicado por ele em carta a Alberto Venâncio Filho. O episódio é saboroso e, mesmo que odestinatário da carta já o tenha registrado no prefácio à terceira edição, feita pela Nova Fronteira em 1997, merece ser relembrado. Pedro Calmon, um dos examinadores, no melhor estilo bacharelesco da época, recorreu a uma das muitas fórmulas usadas para humilhar os candidatos aos concursos. Citando Capistrano de Abreu, sentenciou, provocando gargalhadas, que ninguém poderia ignorarcompletamente o que fosse coronelismo sem ter lido a tese de Victor Nunes. Apesar da extrema modéstia, a vítima, que se preparara cuidadosamente para o certame, não se deixou intimidar. Retrucou, ","cbCailUIrDQQh4vd","https://ap.wps.com/l/cbCailUIrDQQh4vd","pdf",1693142,183,"Portuguese","# Sumário\n## Indicações sobre a estrutura e o processo do “coronelismo”\n## Atribuições municipais\n## Eletividade da administração municipal\n## Receita municipal\n## Organização policial e judiciária\n## Legislação eleitoral\n## Considerações finais\n# Prefácio à sétima edição\n## DÍVIDA\n## RECEPÇÃO DE CORONELISMO\n## ORIGINALIDADES DE CORONELISMO","[{\"question\":\"Qual é a tese central sobre o coronelismo apresentada no prefácio?\",\"answer\":\"O coronelismo é descrito como parte de um sistema de relações de poder, conectado entre município, Estado e União. 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