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Desenvolve a necessidade e a possibilidade no contexto brasileiro, examina a legislação e as relações com o fisco, e detalha ramos como consumo, crédito agrícola, policultura, educação cooperativa e pecuária, com ênfase no papel do produtor e do Estado.",{"@graph":14,"@context":72},[15,34,55],{"@type":16,"itemListElement":17},"BreadcrumbList",[18,23,27,31],{"item":19,"name":20,"@type":21,"position":22},"https://docshare.wps.com","Home","ListItem",1,{"item":24,"name":25,"@type":21,"position":26},"https://docshare.wps.com/pt/document/","Document",2,{"item":28,"name":29,"@type":21,"position":30},"https://docshare.wps.com/pt/document/pesquisa-e-relatórios/","Pesquisa e Relatórios",3,{"item":32,"name":10,"@type":21,"position":33},"https://docshare.wps.com/pt/document/brazilian-treatise-on-cooperativism-introduction-cooperative-organization-in-brazil-and-areas-of-action/213959/",4,{"url":32,"name":10,"@type":35,"image":36,"author":41,"headline":10,"publisher":44,"fileFormat":47,"inLanguage":8,"description":12,"dateModified":48,"datePublished":49,"encodingFormat":47,"isAccessibleForFree":50,"interactionStatistic":51},"DigitalDocument",{"url":37,"@type":38,"width":39,"height":40},"https://docshare.wps.com/thumbnails/brazilian-treatise-on-cooperativism-introduction-cooperative-organization-in-brazil-and-areas-of-action/213959.png","ImageObject",300,407,{"name":42,"@type":43},"Gelato","Person",{"url":19,"name":45,"@type":46},"DocShare","Organization","application/pdf","2026-10-06","2026-09-07",true,{"@type":52,"interactionType":53,"userInteractionCount":30},"InteractionCounter",{"@type":54},"ViewAction",{"@type":56,"mainEntity":57},"FAQPage",[58,64,68],{"name":59,"@type":60,"acceptedAnswer":61},"Qual é o ponto central do tratado sobre o cooperativismo?","Question",{"text":62,"@type":63},"O tratado defende que o cooperativismo precisa ser entendido como um processo de organização, capaz de enfrentar a desorganização rural e seus efeitos econômicos, políticos e sociais. 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(pt)/G515  \nSociologia rural; cooperativa$$  \nLUIS AMARAL  \nOrganizador e primeiro director do Departamento de Assistencia ao Cooperativismo do Estado de Paulo  \nORGANISAÇÃO  \nTratado Brasileiro de Cooperativismo  \n1 9 3 8  \nEMPREZA GRAPHICADA REVISTA DOS TRIBUNAES  \nRUA XAVIER DE TOLEDO ,72– SÃO PAULO  \nTRATADO BRASILEIRO DE COOPERATIVISMO  \n2– COOPERATIVISMO  \nLUIS AMARAL  \nORGANISADOR E PRIMEIRO DIRECTOR DO DEPARTAMENTO DE ASSISTENCIA AO COOPERATIVISMO DO ESTADO DE S. PAULO  \nORGANISAÇÃO  \nTRATADO BRASILEIRO DE COOPERATIVISMO  \n1 9 3 8  \nEMPREZA GRAPHICA DA REVISTA DOS TRIBUNAES  \nRUA XAVIER DE TOLEDO, 72-SÃO PAULO  \nSUMMARIO  \nINTRODUCÇÃO  \nA Russia de Nicolau II e o Brasil actual,—A tardia iniciativa reformadora de Stolypin.—Semelhança, não paridade.—A desorganisação rural da Russia e a do Brasil.—A imprevidencia no orientar e dirigir os effeitos daevolução.– Consequencias, na Russia e no Brasil, da abolição da escravatura, e da mecanisação.—Os onus do progresso sobre povos não preparados pararecebel-o.– Desorganisação rural, causa primaria dos nossos problemas economicos, politicos o sociaes.– A inanidade da organisação dos agricultores russos em soviets politicos, e dos nossos lavradores em quaesquer associações não economicas.—“Produzir é organisar”.  \nPRIMEIRA PARTE  \nGENERALIDADES  \nI—O PROCESSUS DA ORGANISAÇÃO COOPERATIVA:  \nA obra-prima da Sociologia. – Os factores psychologicos — Coração e cerebro. – Schulze-Delitzsch, rival do rei Guilherme. – Mallaerts, o modesto cura de Coor.— Cooperativismo e questão social,—O meio brasileiro está apto á pratica do Cooperativismo.  \nII—DEMONSTRAÇÃO PRATICA DO SYSTEMA:  \nO feixe de varas. – Individualismo e hipertrophia de defeitos.—Egoismo individualista.— Egoismo collectivo.— A moral das cooperativas. – Primum vivere.— Bom senso, materia prima do Cooperativismo.— Exemplos colhidos no meio.— Valorisação dos pequenos productores. Problemas agricolas insoluveis.— Agentes de ligação entre o Poder Publico e a grande massa productora.  \n– O ponto nevralgico: e consumo.— Saneamento de preços e qualidades. – Cooperativas de consumo e armazens commerciaes.– Sociedades de pessoas.— Subordinação da producção ao consumo.  \n– As bases da organisação cooperativa.  \n—6—  \nSEGUNDA PARTE  \nA ORGANISAÇÃO COOPERATIVANO BRASIL  \nIII – A NECESSIDADE E A POSSIBILIDADE DA ORGANISAÇÃO COOPERATIVA NO BRASIL:  \nNossa condição de pais agricola. – O industrialismo – O proteccionismo alfandegario industrial.— Monoculturas.— Falta de organisação agricola.— O valor da organisação.— A inutilidade da producção desorganisada.— O problema fundamental da agricultura. – Um por todos. – Demagogos e organinções profissionaes.— O grande caso brasileiro: o café – O problema do preço.  \n– O problema da qualidade. – Assistencia ao Cooperativismo.—Difficuldades.— Burocracia.— Resultados praticos da assistencia official  \nIV – ESCORÇO HISTORICO E CRITICO DÁ LEGISLAÇÃO COOPERATIVA BRASILEIRA:  \nSessenta annos depois dos Pioneiros da Rochdale. – Cooperativasociedade anonyma.— Resultados do decreto n 1.637 – Premiosem dinheiro.— O decreto n. 22.239.— Pequenas falhas de uma lei excellente.— A lei paulista n 5.966.— Assistencia technica efavores fiscaes — O syndicalismo cooperativista.— Os decretos ns.  \n23.611 e 24.617 — Infiltração communista na legislação brasileira. A tentativa centralisadora do Ministerio da Agricultura.— Um projecto morto a tempo.— A campanha parlamentar.— A revigoração do decreto n. 22.239.  \nV–A ORGANISAÇÃO COOPERATIVA E O FISCO:  \nAssumpto a debater-se perante a Sociologia, não perante a Economia.– As sociedades cooperativas não podem prescindir, inicialmente, de favores fiscaes.— Mesmo assim, o Cooperafivismo interessa ao Estado; 1°, do ponto de vista economico 2.°, do pontode vista social.— Os favores fiscaes constituem: 1.°, meio de controle 2.°, compensação a ","cbCaivhMku0MWMye","https://ap.wps.com/l/cbCaivhMku0MWMye","pdf",2030655,500,"Portuguese","# SUMMARIO\n## INTRODUCÇÃO\n## PRIMEIRA PARTE - GENERALIDADES\n## SEGUNDA PARTE - A ORGANIZAÇÃO COOPERATIVA NO BRASIL\n## TERCEIRA PARTE - OS RAMOS DE ORGANIZAÇÃO, QUE MAIS INTERESSAM AO BRASIL\n## VI—ORGANISAÇÃO DO CONSUMO\n## VII—ORGANISAÇÃO DO CREDITO AGRICOLA\n## VIII—ORGANISAÇÃO DA POLYCULTURA\n## IX—ORGANISAÇÃO COOPERATIVA EDUCACIONAL\n## X—ORGANISAÇÃO DA PECUARIA","[{\"question\":\"Qual é o ponto central do tratado sobre o cooperativismo?\",\"answer\":\"O tratado defende que o cooperativismo precisa ser entendido como um processo de organização, capaz de enfrentar a desorganização rural e seus efeitos econômicos, políticos e sociais. 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