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Examina ainda a busca por identidade institucional e a reconstituição do processo histórico nacional, destacando condições decisivas e narrativas de legitimação entre os anos 1930 e 1950.",{"@graph":14,"@context":72},[15,34,55],{"@type":16,"itemListElement":17},"BreadcrumbList",[18,23,27,31],{"item":19,"name":20,"@type":21,"position":22},"https://docshare.wps.com","Home","ListItem",1,{"item":24,"name":25,"@type":21,"position":26},"https://docshare.wps.com/pt/document/","Document",2,{"item":28,"name":29,"@type":21,"position":30},"https://docshare.wps.com/pt/document/pesquisa-e-relatórios/","Pesquisa e 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Universidade de São Paulo. Notou-se que a organização dos cursos da FFCL/USP esteve articulada sobre um projeto político e intelectual de formação de profissionais tanto para os níveis ‘primário’ e ‘secundário’, quanto para o nível superior.  \nPalavras chave: memória coletiva; discurso fundador; formação profissional; Faculdade de Filosofia.  \nAbstract:  \nHad a try to beuld a ‘coletive memory’ about the fundation of the São Paulo University. The organization of the FFCL/USP courses was connecting with a political and intellectual project. This project wonted to degree professionals in miany levels.  \nKey words: coletive memory; discurse; professional; Philosophy College.  \nDefinindo-se como órgão de formação de professores para o ensino secundário e de pesquisadores profissionais para o ensino superior, versados em áreas específicas doconhecimento, a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, constituía-se como a principal instituição da Universidade de São Paulo, criada em 1934, segundo parte de seus fundadores 1.  \nNesse sentido, a hipótese que acompanha esta análise é que se procurava elaborar um discurso específico sobre a fundação da instituição, principalmente por parte do grupo que a organizou, dispondo-o em momentos comemorativos (como formaturas, aulas inaugurais e conferências), e almejando-se estabelecer uma ‘memória coletiva’2 sobre os acontecimentos que viabilizaram a fundação da universidade. Embora a forma de recepção daquele discurso fosse variada entre alunos e professores, supôs-se que, entre os anos 30 e 50, tentava-se viabilizá-lo para diferenciar a Faculdade de Filosofia de instituições similares criadas no período, como a Escola Livre de Sociologia e Política, fundada em 1933 (LIMONGI, 1989, pp. 217-33) . Procuravam também definir uma identidade para a instituição, no interior da universidade. Supôs-se que a justificativa para tais propostas decorria, de um lado, do momento em que foi fundada a universidade, e de outro, da maneira como foram organizadasas faculdades. As faculdades que fizeram parte da organização institucional, representada na forma da Universidade de São Paulo, já contavam com uma história particular, porque foram criadas separadamente, no século XIX, para a formação de profissionais em áreas práticas – como a Medicina, a Engenharia e o Direito3.  \nDos Projetos de fundação a criação da Universidade de São Paulo.  \nRevista HISTEDBR On-line, Campinas, n.21, p. 52-64,mar. 2006-ISSN: 1676-2584 52  \nA história do ensino universitário brasileiro tem demonstrado que iniciativas para acriação de faculdades e universidades no país – com exceção do projeto educacional dos jesuítas (DA CÁS, 1996)– não foram anteriores a instalação da família real portuguesa emsua colônia, no ano de 18084. E, assim, seria do “conhecimento de todos que a educação superior foi instalada (...) de uma forma isolada e desarticulada dos níveis e graus, comodecorrência da necessidade de formação de quadros” (NADAI, 1983, p. 3) . Embora pareçafacilmente convincente esta interpretação, porque, evidentemente, representa uma análise cuidadosa sobre o assunto, na verdade acaba, senão por desconsiderar outros caminhos, nomínimo a reduzir a complexidade do processo.  \nO contexto social no qual foi criada a Universidade de São Paulo talvez seja representativo para justificar o apontamento acima. Porque pensar a criação de uma universidade no Estado de São Paulo esteve relacionado às discussões da Câmara dos Deputados e permaneceu na pauta de vários intelectuais, desde, pelo menos, o final do século XIX. A primeira tentativa de implantação de uma universidade, chamada Universidade de São Paulo, ocorreu nos anos 1910, com caráter particular e não público. Por diversos motivos ainiciativa foi criticada e não se d","cbCaif7nQY8p041X","https://ap.wps.com/l/cbCaif7nQY8p041X","pdf",140644,13,"Portuguese","# Resumo\n# Palavras-chave\n# Formação e projeto político-intelectual\n# Discurso fundador e memória coletiva\n# Identidade institucional e diferenciação\n# Contexto de criação da USP\n# Momentos decisivos e questionamento central","[{\"question\":\"Qual é a hipótese central do artigo sobre a fundação da USP?\",\"answer\":\"O texto sugere que houve a elaboração de um discurso específico sobre a fundação da instituição, visando estabelecer uma “memória coletiva” sobre acontecimentos que viabilizaram a criação da universidade.\"},{\"question\":\"Como a organização da FFCL/USP se relacionava ao projeto político e intelectual?\",\"answer\":\"A organização dos cursos é descrita como articulada a um projeto de formação profissional para os níveis “primário”, “secundário” e superior, com orientação política e intelectual.\"},{\"question\":\"Quais momentos eram considerados propícios para formular esse “discurso fundador”?\",\"answer\":\"As formaturas aparecem como momentos favoráveis para celebrar a realização de um projeto e, assim, aproveitar a ocasião para construir o “discurso fundador” sobre os acontecimentos ligados à criação da USP.\"}]","ENTRE MEMÓRIAS E HISTÓRIAS DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - HISTÓRIAS EM CONSTRUÇÃO | PDF",20]