[{"data":1,"prerenderedAt":-1},["ShallowReactive",2],{"doc-detail-232172-pt":3,"detail-sidebar-cat-0-pt-112":30,"doc-seo-232172-112":72},{"code":4,"msg":5,"data":6},0,"success",{"doc_id":7,"user_id":8,"nickname":9,"user_avatar":10,"doc_module":4,"category_id":11,"category_name":12,"doc_title":13,"doc_description":14,"doc_content":15,"file_id":16,"file_url":17,"file_type":18,"file_size":19,"view_count":20,"is_deleted":4,"is_public":21,"is_downloadable":21,"audit_status":21,"page_count":20,"language":22,"language_code":23,"site_id":24,"html_lang":23,"table_of_contents":25,"faqs":26,"seo_title":27,"seo_description":14,"update_tm":28,"read_time":29},232172,962084928904,"Jake","https://ap-avatar.wpscdn.com/davatar_155a257f0dc6eb9ab79c44ca47cae57d",31,"Saúde e Cuidados","Disponibilidade de uma fórmula de nutrição enteral rica em proteína promove mudanças na prescrição nutricional","A análise compara pacientes críticos adultos antes e após a introdução de uma fórmula semielementar (oligomérica) com alto teor proteico, visando avaliar impactos na prescrição nutricional. Foram incluídos 40 indivíduos em uso de propofol, divididos entre antes da fórmula (NE-ST) e após o lançamento (NE-RP, Peptamen Intense). Os resultados indicam aumento significativo das necessidades proteicas (P=0,03) e redução das necessidades calóricas sem significância (P=0,17), com relevância clínica para o ajuste prático do suporte.","Desenhado especialmente para pacientes comalta necessidade proteica.  \nDisponibilidade de uma fórmula de nutrição enteral rica em proteína promove mudanças na prescrição nutricional. ASPEN, 2017.  \nTradução do artigo “Availability of a very high protein enteral nutrition formula leads to change in practice in nutrition prescription”Autores e filiações: J. L. Wieser1 S. Cohen2, J. B. Ochoa3, M. B. Huhmann3  \n¹ Memorial Hermann Health System, Dallas, TX; 2EpidStat lnsti tute, Bolder, CO. 3 Nestle Health Science, Florham Park NJ.  \nINTRODUÇÃO E OBJETIVOS  \nAs recomendações da ASPEN/SCCM de 2009 sobre o suporte nutricional em pacientes críticos adultos estabeleceram alvos calóricos e proteicos1. A meta proteica recomendada foi de 1,2-2,0 g proteína/ Kg ou até mais a depender da evolução clínica. No entanto, os profissionais que lidam com pacientes críticos enfrentam dificuldades para preencher as recomendações da ASPEN/SCCM com as fórmulas nutricionais disponíveis, particularmente no que diz respeito à meta proteica, e dificilmente a alcançam sem  \nhiperalimentar ou empregar módulos proteicos. Em 2011, uma fórmula semielementar (oligomérica), rica em proteína, foi lançada nos EUA, em resposta à necessidade dos profissionais de ter uma fórmula que possibilitasse atingir a meta proteica.  \nO objetivo primário da presente análise foi calcularas necessidades energéticas e proteicas de pacientes críticos antes e após a introdução de uma dieta enteral rica em proteína.  \nMÉTODOS  \nPOPULAÇÃO  \n40 indivíduos que receberam propofol, sendo:  \na – 20 indivíduos antes da comercialização de umafórmula semielementar (oligomérica), rica em proteína, em 2011 (nutrição enteral standard-NE-ST);  \nb – 20 indivíduos que receberam uma fórmula semielementar (oligomérica), rica em proteína (nutriçãoenteral rica em proteína-NE-RP, Peptamen® Intense).  \nMEDIDAS  \n• Dados demográficos (idade, sexo, medidas na admissão);  \n• Dose de propofol diária;  \n• Necessidades estimadas nutricionais;  \n• Prescrição enteral.  \nCOLETA DE DADOS  \n• Indivíduos foram alocados para um determinado grupo com base na fórmula recebida no primeiro dia do estudo;  \n• Os dias de estudo foram contados todo dia em que a fórmula foi consumida e os dados reportados.  \nESTATÍSTICA  \n• Características descritivas foram computadas usando-senúmero e porcentagem nos grupos avaliados;  \n• Necessidades proteicas e calóricas foram descritas na forma de média, desvio padrão, mínimo e máximo para ambos os limites (superior e inferior) da variação das necessidades reportadas;  \n• As médias das necessidades para todos os dias de estudo foram comparadas entre os grupos por meio do t-teste.  \nMaterial exclusivo para profissionais da saúde. Proibida a distribuição aos consumidores.  \nOs cálculos das necessidades proteicas foram significativamente maioresapós disponibilidade da fórmula rica em proteína (P= 0,03)  \n|  | Anterior ao lançamentoda fórmula de NE – RP* | Após o lançamento da fórmula de NE – RP* | Valor de P |\n| --- | --- | --- | --- |\n| Cálculo das necessidades proteicas | 117 ± 20 g/dia | 133 ± 25 g/dia | P = 0,03 |\n\nRESULTADOS  \nDADOS DEMOGRÁFICOS  \n40 pacientes com diagnóstico neurológicorecebendo propofol na UTI foram incluídos no presente estudo (tabela 1).  \nTabela 1 – Dados demográficos  \nNE-RP*(n=20)  \nNE-ST**(n=20)  \nN (%) N (%)  \nGênero  \nMasculino 13 (65%) 14 (77%)  \nSem dados 0 2  \nIdade na admissão (anos)  \n\u003C25 5 (26%) 5 (25%)  \n25-44 9 (47%) 6 (30%)  \n≥45 5 (26%) 9 (45%)  \nMédia (variação) 36,7 (18-67) 39,9 (17-63)  \n*NE-RP= nutrição enteral rica em proteína; **NE-ST= nutrição enteral standard  \nNECESSIDADES NUTRICIONAIS ESTIMADAS  \n• Os cálculos das necessidades proteicas foram significantemente maiores após a disponibilidade da fórmula rica em proteína (P= 0,03);  \n• Os cálculos das necessidades calóricas foram menores após a disponibilidade da fórmula rica emproteína (NS; P=0,17).  \nTabela 2 – Necessidades nutricionais estimadas  \nlançamentoda fórmula de NE-RP*  \nlançament","cbCaii3mST7bJx4L","https://ap.wps.com/l/cbCaii3mST7bJx4L","pdf",239677,2,1,"Portuguese","pt",112,"# Introdução e objetivos\n# Métodos\n## População\n## Medidas e coleta de dados\n## Estatística\n# Resultados\n## Dados demográficos\n## Necessidades nutricionais estimadas\n# Conclusão\n# Referências","[{\"question\":\"Qual era o objetivo primário da análise?\",\"answer\":\"Calcular as necessidades energéticas e proteicas de pacientes críticos antes e depois da introdução de uma dieta enteral rica em proteína.\"},{\"question\":\"Como foram divididos os 40 pacientes do estudo?\",\"answer\":\"Os pacientes foram alocados em dois grupos: 20 antes do lançamento da fórmula semielementar rica em proteína (NE-ST) e 20 após o lançamento, recebendo a fórmula rica em proteína (NE-RP, Peptamen Intense).\"},{\"question\":\"Quais mudanças ocorreram nas necessidades nutricionais após a disponibilidade da fórmula rica em proteína?\",\"answer\":\"As necessidades proteicas aumentaram significativamente (P=0,03) e as necessidades calóricas diminuíram, porém sem diferença estatisticamente significante (NS; 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