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Os dados, tabulados a partir do livro de registros do Laboratório de Medicina Veterinária Preventiva, apontaram infecções bacterianas confirmadas em 168 (55,3%) cães e 20 (32,8%) gatos. Entre os isolados caninos predominou o perfil Gram-negativo, enquanto nos felinos a distribuição apresentou maior equilíbrio. Cistites e otites destacaram-se como principais afecções, reforçando a relevância do diagnóstico no acompanhamento clínico e na prevenção de agravamentos.",{"@graph":59,"@context":107},[60,77,98],{"@type":61,"itemListElement":62},"BreadcrumbList",[63,68,71,74],{"item":64,"name":65,"@type":66,"position":67},"https://docshare.wps.com","Home","ListItem",1,{"item":69,"name":9,"@type":66,"position":70},"https://docshare.wps.com/pt/document/",2,{"item":72,"name":35,"@type":66,"position":73},"https://docshare.wps.com/pt/document/pesquisa-e-relatórios/",3,{"item":75,"name":55,"@type":66,"position":76},"https://docshare.wps.com/pt/document/14-con-pa-vet-comparison-of-bacterial-isolates-frequency-in-dogs-and-cats-epidemiology/217261/",4,{"url":75,"name":55,"@type":78,"image":79,"author":84,"headline":55,"publisher":87,"fileFormat":90,"inLanguage":53,"description":57,"dateModified":91,"datePublished":92,"encodingFormat":90,"isAccessibleForFree":93,"interactionStatistic":94},"DigitalDocument",{"url":80,"@type":81,"width":82,"height":83},"https://docshare.wps.com/thumbnails/14-con-pa-vet-comparison-of-bacterial-isolates-frequency-in-dogs-and-cats-epidemiology/217261.png","ImageObject",300,407,{"name":85,"@type":86},"\tCallum ","Person",{"url":64,"name":88,"@type":89},"DocShare","Organization","application/pdf","2026-09-28","2026-09-08",true,{"@type":95,"interactionType":96,"userInteractionCount":76},"InteractionCounter",{"@type":97},"ViewAction",{"@type":99,"mainEntity":100},"FAQPage",[101],{"name":102,"@type":103,"acceptedAnswer":104},"Por que o documento enfatiza a importância do diagnóstico?","Question",{"text":105,"@type":106},"O diagnóstico é destacado para acompanhamento de pacientes com doenças crônicas, visando prevenir possíveis agravamentos que podem levar à sepse e à morte dos animais.","Answer","https://schema.org",{"og:url":75,"og:type":109,"og:title":55,"og:site_name":88,"og:description":57},"article",{"robots":111,"canonical":75},"index,follow",{"doc_id":113,"site_id":52},217261,1788831752,{"code":4,"msg":5,"data":116},{"doc_id":113,"user_id":117,"nickname":85,"user_avatar":118,"doc_module":4,"category_id":34,"category_name":35,"doc_title":55,"doc_description":57,"doc_content":119,"file_id":120,"file_url":121,"file_type":122,"file_size":123,"view_count":76,"is_deleted":4,"is_public":67,"is_downloadable":67,"audit_status":67,"page_count":70,"language":124,"language_code":53,"site_id":52,"html_lang":53,"table_of_contents":125,"faqs":126,"seo_title":127,"seo_description":57,"update_tm":114,"read_time":73},137451211410,"https://ap-avatar.wpscdn.com/avatar/2000bb0a9246f588df?x-image-process=image/resize,m_fixed,w_180,h_180&k=1786362646172706240","14° CON PA VET  \nCOMPARAÇÃO ENTRE A FREQUÊNCIA DE ISOLADOS BACTERIANOS OBTIDOS A PARTIR DA CULTURA DEAMOSTRAS CLÍNICAS DE CÃES E GATOS ATENDIDOS EMUM COMPLEXO VETERINÁRIO UNIVERSITÁRIO PAULISTANO  \nPELEGRINO, A. P. D.; FORTE, D. C.1; BENTUBO, H. D. L.2  \n1 Discente do Curso de MedicinaVeterinária. Universidade Cruzeiro do Sul, Campus São Miguel, São Paulo, SP, [Brasil. E-mail: Deborah.c.forte@gmail.com](Brasil. E-mail: Deborah.c.forte@gmail.com).  \n2 Docente responsável pelo Laboratório de Medicina Veterinária Preventiva, Universidade Cruzeiro do Sul, Campus São Miguel, São Paulo, SP, Brasil. [E-mail: hbentubo@yahoo.com.br](E-mail: hbentubo@yahoo.com.br).  \nEmbora os mesmos agentes infecciosos possam acometer tanto cães como gatos, a frequência na qual eles ocorrem depende de inúmeros fatores, o que influencia diretamente a epidemiologia das doenças produzidaspor esses microrganismos. Para verificar a frequência das bactérias isoladas de casos suspeitos de infecção de 304 cães e 61 gatos, foram tabulados dados obtidos do livro de registros do Laboratório de Medicina Veterinária Preventiva da Universidade Cruzeiro do Sul. As infecções bacterianas foram confirmadas em 168 (55,3%) cães e 20 (32,8%) gatos. As bactérias Gram-positivas e negativas representaram, respectivamente, 31,5% e 68,4% dos isolados de cães, e 55% e 45% daqueles obtidos dos gatos. Cistites (46,2% dos cães e 26,2% dos gatos) e otites (22,4% dos cães) foram as principais afecções diagnosticadas na população. Ressalta-se a grande importância do diagnóstico para o acompanhamento de pacientesportadores de doenças crônicas, visando a prevenir possíveis agravos que possam levar os animais à sepse e morte. Agradecimentos: Pró reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade Cruzeiro do Sul. Palavras-chave: Cães. Gatos. Laboratório clínico. Doenças bacterianas.  \nHIPOGLICEMIA PARANEOPLÁSICA ASSOCIADA A CARCINOMA MAMÁRIO EM CADELA  \nCASTRO, P. F.1; FANTONI, D. T.2; TORRES, L. N.3; MATERA, J. M.2  \n1 Serviço de Cirurgia de Pequenos Animais, HOVET, FMVZ, USP, São Paulo, SP, Brasil.  \n2 Departamento de Cirurgia, FMVZ, USP, São Paulo, SP, Brasil.  \n3 Serviço de Patologia Animal, HOVET, FMVZ, USP, São Paulo, SP, Brasil. [E-mail: pfcastro@usp.br](E-mail: pfcastro@usp.br).  \nEm seres humanos portadores de carcinomas com envolvimento ductal, apatogênese da hipoglicemia pode ser relacionada com a produção aberrantede insulina ou, mais frequentemente, de substâncias semelhantes à insulinaproduzidas por células tumorais, além da utilização de glicose pelo próprio tumor no caso de grandes massas. Relata-se o caso de cadela da raça Poodle, com 15 anos de idade, 3kg de peso, castrada, com histórico de neoplasia em glândula mamária observada há um ano e com crescimento exacerbado há 30 dias, atendida devido a quadro de prostração após ter sofrido queda em ambiente doméstico, ao qual se associou à condição hipoglicêmica (glicose = 32 mg/dL) verificada durante exame clínico. Hemograma completo, perfil hepático e renal, dosagem pareada de glicose e insulinaséricas, ultrassonografia abdominal e radiografia torácica realizados não mostraram alterações, exceto pela presença de anemia regenerativanormocítica hipocrômica, manutenção do quadro hipoglicêmico (glicose = 23 mg/dL) e aumento discreto da fosfatase alcalina (=196,2) . Foramrealizadas terapia suporte ineficaz para controle da hipoglicemia e controleda puliciose intensa, seguidas de mastectomia parcial para exérese do tumor de grande dimensão, cujo exame anatomopatológico revelou tratar-se de carcinoma mamário simples sólido com margens cirúrgicas livres. Aglicemia permaneceu dentro da faixa de normalidade no período pósoperatório imediato, bem como ao longo do período subsequente de seis meses. Com base na história e resultados dos exames, causas prováveis de hipoglicemia como insuficiência hepática grave, hipoadrenocorticismoe insulinoma foram excluídos. A etiologia provável para a ocorrênciada hipoglicemia foi a de síndrome par","cbCaib0YWMSvZ7Fl","https://ap.wps.com/l/cbCaib0YWMSvZ7Fl","pdf",124605,"Portuguese","# Comparação entre a frequência de isolados bacterianos em cães e gatos\n## Confirmação de infecções e distribuição Gram\n## Principais afecções diagnosticadas\n## Importância do diagnóstico e prevenção","[{\"question\":\"Por que o documento enfatiza a importância do diagnóstico?\",\"answer\":\"O diagnóstico é destacado para acompanhamento de pacientes com doenças crônicas, visando prevenir possíveis agravamentos que podem levar à sepse e à morte dos animais.\"}]","14° CON PA VET - Comparação entre a frequência de isolados bacterianos em cães e gatos - Epidemiologia | PDF"]